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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

22
Jun17

Maria & Moço Shower Challenge

Maria das Palavras

Acalmem essas mentes pervertidas: não vai haver cá imagens de duche nem a solo nem em par. Mas quando cheguei a casa, o Moço anunciou que tinha chegado uma encomenda para mim. Depois de me passar o entusiasmo infantil com que continuo a receber qualquer coisa que me enviem por causa do blog (notem que não estava à espera de nada, nem tinha de escrever sobre isto como contrapartida) comecei a ler a informação que vinha com a encomenda e...fartei-me de rir. Já explico.

Yves Rocher Gel Duche Concentrado - Maria das Palavras

 

O miminho era da Yves Rocher que de certeza todos (todas?) conhecem e eram três embalagem de gel de duche. Não sei se já vos disse mas a família do Moço tem um problema com gel de duche. A mãe dele coleciona-os à beira do chuveiro: juro que cheguei a ver vinte embalagens meio usadas à borda da banheira e ela continuava a comprar (antes isso que meter-se na droga, mas ainda assim...). Cheguei a tirar fotos ao fenómeno para mostrar no blog mas como o Moço achou de mau gosto, não publiquei (fica aqui disfarçado no meio do texto, pode ser que ele nem leia). O certo é que cada vez que tomo banho em casa dos sogros deparo-me com um leque de opções igual ao de um hipermercado.


Mark-Walberg-new.gif

 

O Moço tem um problema diferente: come gel de banho. Ora bem, não literalmente. Mas ele usa tanto gel de banho com a desculpa que "é maior que eu" que já considerei pedir-lhe que deixasse de tomar banho, que me dá cabo da economia caseira.

 

Ora esta linha nova de gel de banho que a YR me mandou para testar é uma fórmula concentrada! Estão a ver o Skip Pequeno e Poderoso? É tipo isso mas para lavar o corpo em vez da roupa. Estão a ver a embalagem de Fairy que lavou a louça de toda a gente que comeu feijoada na ponte Vasco da Gama? Este gel de banho dava-lhes banho a todos. Diz que uma destas embalagens de 100 ml dá para 40 duches. E eu, a ler isto ao pé do Moço e tendo em mente a sua capacidade de uso de gel de banho desatei à gargalhada. Não duvidando da capacidade do frasquinho. Duvidando antes da capacidade de algumas pessoas serem comedidas. 

 

E ele chamou-me exagerada a mim. Conclusão: vamos ao desafio! Cada um de nós vai usar uma das embalagens de cada vez que tome banho e vamos ver quanto dura! Temos de apontar, porque não serão 40 dias certos, visto que ele toma banho no ginásio várias vezes e às vezes estamos fora e nem sempre é necessário levar o gel de duche atrás. Eu vou usar exatamente a dose recomendada pela Yves Rocher que me chegará perfeitamente (acho...) ele vai ser Moço e o gel vai durar......aceitam-se apostas! Mas desconfio que vou ganhar sem grande esforço.

O8NoXrC.gif

 

Eu vou usar o de Manga & Coentros, dois alimentos que não gosto, mas - como há coisas do diabo - foi o aroma que mais gostei (super frutado). Ele que disse que tanto lhe fazia, porque todos cheiravam bem, por isso decidi que vai usar o de Laranja Amarga & Azeitona, para as cores não serem parecidas e ele não pegar no meu alegando que foi engano e mo gastar (para fazer parecer que eu também não aguento os 40 dias). 

Nota: Olhando para os últimos dois posts, este blog está a cheirar muito a flores. Mas não desistam já, que segue-se as parvoíces do costume. Sim, porque este post não é parvo, é super maduro... #sóquenão

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09
Mai17

Passatempo FLASH: O Patinho Feio

Maria das Palavras

O Patinho Feio Byfurcacao.jpg

 

Ai minha gente que saudades de ir assitir a uma boa peça da Byfurcação. Não porque não sejam todas boas, mas porque nestas semanas ainda loucas (não, a fase da mudança ainda não acabou) ainda não consigo agendar momentos de lazer como outrora e as visitas a Lisboa ainda são todas preenchidas de obrigações - e o que sobra é para amigos e família, nem mais um segundo antes de regressar a norte. Torçam por mim, que este andamento deve estar para acabar breve e poderei voltar a ter mais alguma liberdade de agenda. Entretanto perdi o Cluedo Teatral e o Red Light Circus da Byfurcação, mas se tudo correr bem, eles vão continuar a inovar e surpreender e deixam de me escapar as oportunidades. Isso e eles começam a fazer também peças no Porto com regularidade! Pode ser? Dou o mindinho para isso.

 

Agora...lá porque eu perco oportunidades, não quer dizer que vocês não as agarrem. Sábado, já depois do Papa mas antes do Benfica, que tal esquecer Fátima e Futebol e dar uma risada com a pequenada? Tenho em parceria com a Byfurcação dois bilhetes duplos para oferecer a leitores do blog para a a estreia d'O Patinho Feio dia 13 de Maio às 16h na Sala Polivalente do CHPL, em Lisboa. É uma peça de teatro de improviso, pelo que promete ser imperdível! É que nem os atores sabem como acaba a peça.

 

Atenção: Não participem se não puderem ir este Sábado às 16h!
Aqui vão as regras: 

1 - Façam like/gosto na página de FB da Byfurcação e aqui da Maria das Palavras (olhem que eu vou verificaaaaar)
2 - Façam like neste post do passatempo no FB e identifiquem alguém que achem que também gostasse de ir ver a peça.
3 - Deixem os dados para contacto e verificação no formulário abaixo (tudo até amanhã às 11h da matina).

 

 

Os dois vencedores de bilhete duplo serão escolhidos aleatóriamente pelo Random.org e contactarei os vencedores até sexta dia 12 às 11 da manhã. Estejam atentos! Os nomes serão publicados no Facebook e neste post. Têm de me responder rapidamente para comunicar os dados do vencedor à companhia de teatro. 


Informação Extra - Byfurcação

 

O PATINHO FEIO na Sala Polivalente do CHPL – Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa | De 13 maio a 24 junho (excepto 3 de Junho)| SÁBADOS às 16H00 | Local: Sala Polivalente do CHPL | Classificação: M/3 | Preço: 8€ (a partir dos 3 anos inclusive) - Menores de 3 anos podem assistir mediante pagamento de bilhete de 3€ | Duração: 50m

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28
Dez16

Uma Odisseia em...Alcobaça

Maria das Palavras

Mosteiro de Alcobaça - Maria das Palavras

 

Na altura mostrei-vos fotos da nossa passagem por Alcobaça e deixei boa recomendação do hotel mas ficou prometido o post com informação mais completa que ainda não tinha escrito. Antes que o ano acabe: cá está ele! (sou só eu que ao proferir esta expressão tenho imagens claras de um excerto do filme de animação Idade do Gelo? Sou? Ok, esqueçam.)


Quando chegámos a Alcobaça nessa tarde chovia copiosamente. Como na manhã seguinte íamos rumar à Nazaré decidimos ir logo espreitar o mosteiro (que o Moço afirmava não conhecer) e vimos uma agitação bonita na cidade, meio pintada de Natal. Não percebemos logo o que era, mas passeamos um pouco (mesmo pouco, já disse que chovia bem?). 


Rumámos ao hotel com a ideia de por lá jantar e ficar. No check-in a senhora que nos atendeu tinha acabado de queimar a mão no presépio (ironias) e mesmo com mão assada não se coibiu de ser super simpática e dar-nos dicas sobre a cidade.Contou-nos o que se passava: era o fim-de-semana do festival de doces conventuais (para o qual nos ofereceu entradas) e havia um espetáculo de videomapping a não perder no mosteiro. Sem termos planeado, tínhamos ido no dia certo. O nosso plano é que se refez: jantar no hotel primeiro, sair de novo para a chuvosa cidade depois. 

Mas primeiro: conhecer o quarto! 

 

Vale d'Azenha Hotel Rural & Spa - Odisseias | Maria das Palavras

 

Digo-vos já o bom e o mau da estadia, sendo que foi uma das melhores do ano com a Odisseias. Já recomendámos a mais amigos que procuravam uma escapadinha de fim de semana, porque sem dúvida vale a pena pela simpatia, pelo espaço muito bonito e elegante e uns tantos outros detalhes.

 

O quarto era bonito e aconchegante, o duche era bom e tinha esponjas para os hóspedes (!), a envolvente bonita (imagino sem chuva), o wifi funcionava bem e havia espelhos em todo o lado! O Spa  está ao dispor e o jacuzzi é por marcação, exclusivo para quem reserve - o que achei um pormenor diferenciador de luxo. Não usámos porque nos esquecemos da roupa de banho e o Moço confessou logo à senhora da receção, com a sua candura excessiva, que só tinha trazido boxers e cinzentos...

Honestamente, e se não fosse pelo pequeno-almoço (já comi noutros com muito mais variedade) diria que é um hotel de 5* e não 4* (como é efetivamente). Também trocava a carpete do corredor que creio não combinar com a elegância do resto do hotel, mas isso já sou eu a ser picuinhas. 

 

Golden Restaurante - Hotel Vale d'Azenha | Alcobaça com Odisseias

 

Também não nos arrependemos de jantar no hotel, no Golden Restaurante. Já sabíamos que não era muito caro e decidimos mimar-nos com a cozinha de autor (um pouco a medo, porque a experiência de jantar no Douro Scala não tinha sido boa). As doses eram perfeitamente aceitáveis e saborosas - e apesar do azar de ter avariado o fogão (o que nos fez esperar mais do que o normal) não trocaria a experiência. Os purezinhos no meu prato eram deliciosos e o polvo do Moço estava no ponto. Vixe, quanta elegância.

 

Golden a comida - Experiência Odisseias em Alcobaça

 

Depois pegamos novamente no carro (ah, sim o hotel é deslocado do centro, precisam de carro a funcionar - mas está bem sinalizado) e lá fomos a maldizer a vida por causa do mau tempo para ver as atrações recomendadas. O videomapping valeu MUITO a pena. Arrumou o Terreiro do Paço a um canto por ser dentro do mosteiro - que sensação.

 

Experiência Odisseias em Alcobaça - Maria das Palavras

 

Depois fomos ao festival de doces conventuais onde provavelmente fomos as únicas pessoas que nem uma pontinha de doce provaram ou compraram. Eu, porque sou uma esquisitinhas com doces e coisas moles, ele porque está em eterna dieta (chamam-lhe reeducação alimentar, não é?). Mas certamente ingerimos açucar só por respirar, Quando entramos na sala principal, juro que cheirava a diabetes (e este meu desabafo com voz talvez um pouco alta demais, ainda pôs uma senhora estranha a rir). 

 

Doces conventuais - Experiência Odisseias em Alcobaça

 

Recapitulando: 1) não inventem, se forem a Alcobaça fiquem no Vale D'Azenha Hotel Rural & Spa com a Odisseias (uns amigos meus já ficara alojados noutros sítios em Alcobaça que prometiam ser bons e foram uma desilusão, por isso mais vale guiarem-se por mim); 2) as cornucópias não se devem guardar no frigorífico e 3) se houver para o ano, vão ver o videomapping no Mosteiro. Eu gosto de Alcobaça. Como diz a letra da canção: quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar. 

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03
Nov16

Isto não tem nada a ver com o Natal #6

Maria das Palavras

Mas que tal eu embrulhada num lacinho? Tenho uma séria paixoneta por blusas e vestidos de costas abertas. E esta em particular tem o defeito de estar com um preço quase tão bonito como a camisola. Não acham que ela pertence no meu roupeiro?

 

E porque é que é tão óbvio que eu não estou a pedir que ma ofereçam pelo Natal? Porque se ma oferecessem no Natal eu não a podia usar no jantar da consoada, como gostaria. Portanto: óbvio. Não é para que ma ofereçam no Natal. Tem de ser antes...


Agora a sério...antes que eu me esbardalhe nas contas e esvazie a carteira só porque estas peças todas estão a menos de 15€ (menos as botas) temos duas opções: a) vejam lá qual gostam mais e aconselhem-me para eu comprar só essa. Ou b) façam uma vaquinha e por todos ofereçam-me as minhas peças eleitas todas. Pronto. Era isto. Obrigada e voltem sempre.

 

 

 

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06
Out16

Maria no Workshop de Fotografia

Maria das Palavras

Maria no Workshop de Fotografia Noturna - Experiência Odisseias - Cliquem aqui para saber mais

 

Olh'áli eu com a minha orelha gigante a tirar uma fotografia! Pois é, fiz um workshop de fotografia noturna através da Odisseias com o formador Adalberto Santos, da escola Luz do Deserto. A ideia era aprender a tirar fotos com pouca luz porque, se de dia me safo já com umas funções manuais, à noite ou recorria ao automático ou ficava sempre com as fotos a) desfocadas b) escuras c) cheias de grão ou d) todas as anteriores e mais alguns defeitos. Não quero profissionalizar-me, nem sequer ser fotógrafa amadora, só quero mesmo divertir-me e publicar umas fotos no blog - e isso envolve não ficar frustrada por tirar más fotos à noite. 

Cheguei lá e fiquei muito intimidada. O voucher diz que se pode fazer o workshop até com uma câmara de telemóvel, o que não deixa de ser verdade, mas convém mesmo ter uma máquina e - atenção - tripé. Pelo menos para a fotografia noturna em que se tem de fazer exposições longas é essencial não mover a câmara nenhum milímetro e eu, mesmo sem Parkinson, não sou capaz. Dizia eu que cheguei e fiquei intimidada. Todos tinham o que me pareciam maquinões (com várias lentes e a minha só tem uma mesmo) e só uma pessoa do grupo não tinha tripé (eu tinha o do Moço, para partilharmos). Olhei para a minha máquina mixuruca e pensei: devo escondê-la e dizer que me esqueci dela? Afinal não havia nada a temer. Não era um workshop pretensioso. O formador até elogiou a minha maquininha porque tinha não-sei-quê-de-não-sei-quantos e disse que não era preciso gastar muito dinheiro (vulgo, comprar maquinões) para tirar grandes fotos, porque uma grande parte da fotografia é interpretação. 

 

Saí com dicas muito preciosas, daquelas que não vêm nos manuais. Em teoria eu sabia o que precisava fazer para tirar fotos à noite: abertura de diafragma com valor maior (abrir os olhos) e velocidade de obturação menor (mais tempo a captar), mas na prática faltava-me aplicar bem essas regras. A causa, fiquei a saber, é que devia começar por fixar o ISO (num valor baixo) e depois a partir daí ajustar os restantes valores. Também não estava a dar a devida importância ao balanço de brancos e ao tipo e quantidade de luz a que estava a expor a lente. E se isto for tudo chinês para vós (mas gostam de fotografia) sugiro que comecem por este workshop para terem as noções básicas da coisa. Muitas máquinas permitem mexer nestas definições, no modo manual, e vocês vão ser pessoas menos frustradas com algumas fotos que tiram nas instâncias mais banais se elas ficarem mais bonitinhas. Vão a uma festa de aniversário com toda a gente a tirar fotos e experimentem ser os únicos que conseguem uma decente. Pumbas. Grande sensação. Que o Moço costuma ter, não eu.


Quando fui fazer o workshop a ideia era deixar de usar o modo automático da máquina também nas fotos à noite, mas mais por brio, porque eu estava convencidíssima, que o modo automático faria tão bem como uma boa foto no manual. Errado. Sua burra. Vejam, para finalizar - que o discurso que já vai longo, - as duas fotos seguintes e espantem-se (ou não, que a burra era eu). A primeira tirada no modo automático. A segunda (quase bem) tirada (mas ainda podia fazer melhor) no modo manual. Uau, que diferença na cor (e em tudo), certo?

Workshop Fotografia Noturna (modo automático) - Odisseias | Maria das Palavras

 

Workshop Fotografia Noturna (modo manual) - Odisseias | Maria das Palavras

 

Para vocês ou para oferecerem a experiência a algum amigo que goste de  fotografia procurem os vários vouchers Odisseias de workshops de fotografia aqui. Este foi o que eu fiz. Prometo que vale a pena. Pelo menos obriga-vos a focarem-se na máquina que têm e nas suas funcionalidades e treina-vos para a aproveitarem melhor.



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