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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

28
Dez17

A blogger menos in do pedaço em 2017.

Maria das Palavras

2014 | 2015 | 2016 | 2017

Mudei-me. Na passagem de ano estava fiadinha que nunca sairia da capital até ao fim dos meus dias (citação própria: tenho os pulmõezinhos habituados a esta poluição) e em Fevereiro já estava a morar junto a uma arejada praia do Norte. Reencontrei pessoas contra todas as probabilidades. Li muito menos e escrevi muito menos.  Tive mil vezes vontade de ler mais e escrever mais e melhor, mas raramente foi tempo disso e o blog esmoreceu. Mesmo assim não falhei no meu compromisso de um post por dia desde 11 de Julho de 2014 quando este blog ganhou vida. Pendulei no Alfa. Fui surpreendida e conferi que continuo a não gostar de ser a última a saber das coisas. Fiz duas viagens-de-cair-o-queixo lá fora, mas passei muito mais horas a viajar em estrada nacional para ver amigos e família - sempre com o meu companheiro da viagem da vida que é o Moço. Aprendi a valorizar o tempo como nunca antes. Confirmei que a distância não é mais que um filtro que só deixa de lado quem é acessório - e que, por múltiplos meios, quem quer estar presente na nossa vida, está presente. "Casei" uma boa amiga e desejei secretamente que fosse a última a meter-me num vestido de dama de honor. Estreei-me nas salas de teatro do Porto (calma, sempre do lado do público) e vi um concerto fantástico com a minha irmã nos jardins de Serralves. Enfrentei os fantasmas e voltei a conduzir. O meu sobrinho aprendeu a dizer com perfeição "tia, amanhã outra vez?" quando me vou embora porque tem de ser. Ganhei mais "sobrinhos" e fiquei a ansiar por outros que estão por vir. Repeti mais vezes do que nunca que "não, ainda não era a nossa vez". Faltei a aniversários e festas, mas nunca faltei à minha palavra. Comi muitos brunches em sítios novos e repeti vezes sem conta as costelinhas do Papagaio. Estraguei a minha média de idas ao cinema mas descobri um onde irei muitas vezes. Ocupada como nunca, comprei praticamente todas as prendas de Natal até 1 de Novembro. Voltei a enviar postais porque as SMS não lhes chegam aos calcanhares. Não fiz planos para 2018.

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24
Jul17

Continua a ser só uma paixão dos tempo livres.

Maria das Palavras

Mas este blog cresce sem eu dar por isso. Há um ano eu fazia um post feliz da vida porque tinha 300 seguidores no Instagram. Ontem cheguei aos 700. Entretanto ganhei mais 2500 seguidores no Facebook, abri um canal de Youtube (de longevidade dúbia) e mesmo nos meses mais fraquinhos tenho uma audiência superior ao nº de espetadores presentes no Dragão na ultima jornada de 2016/17 (não custou muito, eles facilitaram).

 

Segundo a minha definição muito própria, e mesmo sem jogar na primeira liga dos blogs (ou na divisão de honra), sou uma blogger de sucesso. E a culpa é toda vossa. Que insistem em querer estar por cá.

 

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Foi um bom fim de semana. Como vos tinha dito, planeei não fazer nada e assim foi, que estava a precisar. Pus de lado o que devia estar a fazer como se estivesse ocupada com outra coisa. E estive, ocupada comigo, que também é nobre. Lembrem-me de fazer isto mais vezes. No Sábado não fiz nada - sozinha. No Domingo não fiz nada - com o Moço. Dormi, li na praia, vi séries, queimei os ombros a assisitir ao Campeonato Nacional de Voleibol de Praia, fiz panquecas de aveia para o Moço. E dei por mim a parar para pensar em coisas. Nomeadamente algumas. Nomeadamente esta. Obrigada por estarem desse lado!

 

 

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02
Jun17

Porque é que às vezes falam para mim e eu não respondo (nisto dos blogs).

Maria das Palavras

Terão certamente alguns de vós reparado que por baixo desta aparência simpática se esconde uma blogger que por vezes referenciam nos vossos posts, dos vossos blogs, e ela nem reage, feita snob


É verdade que quando alguém do universo do Sapo Blogs faz uma ligação para outro blog do bairro verde se recebe uma notificação. Mas como vocês terão a gentileza de reparar, esta Maria envaidecida, faz-se ler (também) num domínio próprio. Ou seja além de acederem ao blog através do domínio do Sapo daspalavras.sapo.pt podem fazê-lo para o domínio mariadaspalavras.com

E quando se fazem os links para essa segunda opção, eu não recebo notificação nenhuma. E assim perco algumas pérolas da blogosfera a mim dirigidas (quiçá também algumas ofensas). 

Acresce que seguindo uma imensidão de blogs e tendo pouco tempo útil para lhes dedicar, nem sempre leio todos os posts de todos os recantos e às tantas os que me falham até são os essenciais.

Fica aqui o meu pedido de desculpas pelas chamadas a que já faltei. Podem sempre, independentemente do link usado, virem aqui deixar-me um link do post e eu prometo, que mais tarde ou mais cedo, lá chegarei.

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29
Dez16

A blogger menos in em 2016

Maria das Palavras

2014 | 2015 | 2016

Continuei a escrever pelo menos um post por dia sem falhar. Fui ao casamento de alguém que chegou (e ficou) por causa do blog com outra pessoa que chegou (e ficou) por causa do blog. Estrearam-se parcerias que permitiram experiências fantásticas em Odisseias que nem sequer sonhava quando comecei o blog e que valeram uns miminhos para mim e para um punhado de leitores sortudos. Todas a meu gosto, com as minhas palavras, sem trair os meus princípios. Foram 17 passatempos. Passei dos 5 mil no Facebook e todos os meses encho um estádio de leitores do blog (chegam a ser equipas da primeira liga). Fui destacada inúmeras vezes pelo Sapo, na homepage e na área de blogs. Cheguei a ter um post partilhado no Facebook do Sapo em co-destaque com o blog do ano (um dos meus favoritos), o Por Falar Noutra Coisa. Tive comentadores muito ofendidos, mas mais comentadores ainda que me juram ter conhecido o blog e encetado a missão de o ler todo para trás. Escrevi mais tolices, mais lamechices, mais factos inúteis sobre mim e sobre o mundo. Várias pessoas da minha esfera pessoal descobriram o blog e descobri eu que não é preciso ter vergonha do que se escreve desde que continue a seguir sempre a máxima "nada que o pai ou o chefe não pudessem ler".  Participei no Livro Secreto e li (quase) todos os livros trocados. Com esses, vou em 30 livros lidos este ano, mais 11 que no ano passado (culpo a Magda, o Moço, a blogosfera em geral, a 20|20 e o Clube do Autor). Troquei prendas de Natal com os meus vizinhos do bairro verde e incentivei a que os leitores trocassem palavras, por um Natal mais cheio. Fui pássaro num grupo de passaros, de sítios diferentes, de feitios diferentes, reunidos por ocasião de um evento feliz. Escrevi com a certeza que escreverei mais. Que enquanto me lembrar do bem que me faz não vou parar (e não sabem vocês o tempo que eu não tenho para isto - mas percebi que por cada segundo que gasto no blog, ganho dois de vida). Este blog foi um dos (meus) pontos altos de 2016. 

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