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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

18
Jul17

Procura-se jardineiro para workshop dentário

Maria das Palavras

Como denunciei neste post, fui ao dentista. Depois de ouvir o feedback acerca do estado da nação decidi que era tempo de investir em algo que me permitisse poupar nas consultas. Como é um autêntico cenário de filme de terror para mim usar fio dentário - e apesar de saber que não o substitui e portanto esse filme vai continuar a passar lá em casa - decidi investir numa coisa muito engraçada que se chama irrigador dentário. 

 

E nós com isso, Maria? Perguntam vocês. 
Preciso da vossa ajuda, respondo eu. 

 

O objetivo do tal irrigador (e corrijam-me se estiver a ser pouco exata) é ajudar na higiene, nomeadamente ao nível da gengiva, limpando o espaço entre os dentes e as gengivas e massajando as ditas. Como dizia, não substitui o fio dentário, mas aprofunda um pouco a limpeza ao pé das minhas escovagens sentidas, mas desajeitadas. 

 

O que é que aconteceu logo que o tentei usar?

Tomei banho. É impossível. Aquilo parece uma mangueira tresloucada (a maquineta está ligada a um depósito de água), a água vai para a garganta, vai para o espelho, vai para a minha roupa, vai para o teto. Não consigo dominar o esguicho demoníaco e por pouco não vazei uma vista a tentar. Aquilo deve ter que sair com pressão, claro, senão não limpa. Mas honestamente não previ isto. 

 

O que comprei é da Oral-B, semelhante ao da imagem (penso que tem mais uma função, que ainda espalha mais a água - o que só piora). Podem só ler a descrição comigo e verificar que se trata de um irrigador para a boca e não para jardinagem? É que depois de tentar usar fiquei com muito poucas certezas. Estou a isto [gesto que aproxima o indicador do polegar] de pôr anúncio no jornal a pedir alguém com experiência em mangueiras. Mas tenho medo que acabe na secção errada dos classificados...

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18
Jul17

Perspetivar.

Maria das Palavras

Como a dentista descreveu:

"Esta pasta de dentes que lhe vou dar é salgada, algumas pessoas não toleram muito bem. Se for o caso, ao início misture-lhe um bocadinho da sua pasta normal."

 

Como eu ouvi:

"Esta pasta de dentes sabe mal, mas também nenhuma sabe a queijo da serra com pão-de-ló, não há-de ser nada."

 

Como eu reformulei o que ouvi depois de ter experimentado: 

"Esta pasta de dentes foi a causa da dessalinização do Oceano Atlántico, algumas pessoas têm tendências homicidas quando têm de a usar. Se for o caso, ao início misture-lhe um bocadinho de medicação para a tensão alta para não ter logo um enfarte."

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30
Ago16

Olá senhoras empresas.

Maria das Palavras

Tudo bem com V/Excelências?

 

Falo aqui diretamente convosco porque gostava de vos dar uma achega em relação a como funciona a mente do consumidor.

 

Bem sei que somos pseudo-bloggers, o nosso endereço de email é público, e muita gente nos manda informação pensando que nos possa interessar. Às vezes até é verdade, mesmo sem qualquer parceria, posso ficar a saber qualquer coisa que me interessa, para mim própria e para divulgar e nesse sentido agradeço. Podem fazê-lo de forma dirigida ao blog e pensada. Mas vou dar-vos - possivelmente - uma novidade. O meu email é público mas não é vosso. E mesmo sendo público não pode ser inserido na vossa base de dados para receber as vossas newsletters (estou a evitar chamar-lhes lixo eletrónico em massa) sem autorização prévia. Não é má vontade minha. É mesmo proibido por lei. 

 

Mas não sejamos picuinhas e pensemos por um momento que não era proibido...

Acham que era assim que eu escolheria o meu dentista? Acham que se começarem a enviar-me todas as semanas - sem eu ter pedido nada - o vosso portfólio de dentes mais brancos e direitos eu, ao precisar de dentista, vou pensar assim: olha, e se fosse falar com aquela empresa que me começou  enviar emails de enfiada, sem autorização e de forma totalmente despersonalizada? Não sei, mas parece-me que têm uma boa vibe...


Pois não é. A coisa carece de um tratamente mais cuidado. No marketing, para que depois percebamos que isso se reflete nos dentes. E na forma como tratam os clientes. Mas se nada disso vos demover, e falando agora mesmo especificamente só para os senhores do exemplo em que peguei, fiquem sabendo isto: é pouco provável que, em caso de emergência dentária...eu tenha tempo para ir ao dentista NO BRASIL. 

 

Foco sim, meus queridos? As bases de dados autorizadas custam um pouco mais, mas, se virem bem a coisa, ficam mais baratas.

Aqui acaba a lição por hoje.

 

Despeço-me com amizade (como o outro).

obrigadamp.jpg

 

 

 

 

 

 

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24
Set15

Se morrer, escrevam por mim

Maria das Palavras

Não é que a porra do coágulo é coisa séria? Eu juro que tentei não tossir mas, tuberculosa como estava, em determinados momentos foi tal e qual como se me tivessem pedido para não pestanejar (tentem lá isso, por 2 ou 3 dias). Nem sequer foi tosse branda, a noite trazia autênticas sessões de cuspir os pulmões. Portanto espera-me a morte por dente do siso, que ao que parece, é uma realidade - e toda a gente na comunidade dos dentistas sabe que pode acontecer quando se arrancam dentes, mas ninguém avisa o pessoal.

Juro que hoje já senti dois tremeliques na perna e imagino que seja o coágulo que se desprendeu do buraco do siso e me viaja alegremente pela corrente sanguínea até encontrar onde estacionar.

Partlhei com a minha irmã, que se preocupou logo: primeiras para ficar com a tua roupa, livros e computador!

Não costumo ter estes laivos de hipocondria, mas não consigo deixar de rever a imagem do dentista a dizer "se não tossir vai correr tudo bem", sem o ar de gravidade que a situação precisava. Nada que avisasse que era questão de vida ou morte. Soubesse eu e tinha enfiado um pano na boca por três dias, feito um furo na garganta com esferográfica para passar o ar, como fazem nos filmes, induzido anestesia geral, qualquer coisa.

Pronto, era só para desabafar e dizer isto: se morrer, escrevam por mim. Digam que fui uma grande blogger (mintam descaradamente). 

 

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