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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

16
Abr17

O meu paizinho fashionista reage ao cadeirão amarelo.

Maria das Palavras

Poltrona amarela IKEA

Compraste isso? Achei que isso era velho...que a senhoria tinha deixado aí e ias devolvê-lo. Não combina com nada. O amarelo desta almofada nem sequer é igual. Pronto, está bem. Como queiras. Mas não fica nada bem.

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20
Jan17

Memórias ao dia 20

Maria das Palavras

Daqui a pouco tempo já terei vivido tantos anos com o meu avô quanto sem ele, o que me parece francamente inacreditável, tal é a importância que teve na minha vida. Fazíamos quadras os dois (ele também era "das palavras" mesmo com a 4ª classe), íamos buscar àgua à fonte, ele deixava-me alimentar os coelhos à boca e carregar os baldes (vazios) até à parte afastada do quintal onde corria água e cresciam as favas. Ao fim do dia, eu lia com a cabeça pousada na barriga dele enquanto dormia ou via televisão.  Mostrou-me mais do nosso país, os três no carro, a ficar em pensões numa altura em que o Booking era mesmo chegar e ver se havia lugar para nós, do que tenho visto ultimamente (e não é por falta de passeio). Fomos a Salamanca e quando ele pediu um café solo trouxeram-lhe um pêssego. Coisas pequenas que ocupam um espaço grande na minha memória. 

Hoje ele faria 83 anos, apesar de não ter chegado a celebrar os 70. Foi-se embora pouco antes dessa ocasião, na passagem de ano, e os anos nunca mais passaram para ele. A vida continua para quem fica, porque tem de continuar. E todos os anos que vivi ao lado dele foram prenchidos de tudo, pelo que não me podem entristecer, só deixar saudade. Só há uma coisa difícil de aceitar: que ele, um dos (três) homens da minha vida, não tenha conhecido o Moço, para saber que tenho quem tome bem conta de mim e me deixe ler em cima da barriga.

 

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12
Jan17

Kill me. Kill me now. - Parte II

Maria das Palavras

Sabem aquela história de não se terem filhos favoritos? Esqueçam.

Falava consternadamente com a minha irmã acerca do flagelo que se abateu sobre a nossa família (a ler aqui se não sabem) quando ela me diz que nem sequer aceita o pedido de amizade da minha mãe enquanto ela não mudar a foto de perfil. 

Maria: Aceitar o pedido? Mas a mãe não me pediu em amizade, eu é que vi a conta nas sugestões do Facebook...

Irmã: Ahahah! A mãe não te pediu em amizade!?

Fui rejeitada pelo que rejeitava. Estou no fundo da cadeia social. E no último lugar pela luta do amor da minha mãe. 

 

The-Mindy-Project-Instagram-love.gif

 

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12
Jan17

Kill me. Kill me now.

Maria das Palavras

Aquele dia em que, do nada, a tua mãe aparece nos amigos sugeridos no Facebook. A minha mãe no Facebook?! Quem é que deixou que isto acontecesse? Quem é que no mundo achou que a minha sogra não era o suficiente para nos embaraçar?

De apontar que o primeiro comentário é da minha tia e versa assim: "toda boa!".

 

giphy.gif

 

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24
Dez16

É quase meia-noite.

Maria das Palavras

As tradições (as nossas, como as do mundo) servem para nos emprestar um sentimento de conforto. Com tanta instabilidade, mudança, evolução e marcha-atrás da vida, faz-nos falta saber que há coisas que não mudam. Ou que não mudam enquanto isso depender de nós. 


Há muitos anos - e está gravado numa cassete VHS - eu, a minha irmã e as minhas "primas do Natal" gritávamos aos saltinhos é quase meia-noite, é quase-meia noite com a aproximação pintada de adrenalina da hora décima segunda, qundo o galo canta a missa e nós abrimos as prendas. Tenho trinta anos e já não podemos, porque as coisas mudam, lá está, passar o Natal com as primas. Mas continuamos a esperar pela meia-noite, como se crianças houvesse, para abrir as prendas. E cantamos baixinho, cada uma só para si, mas em coro se virmos bem: é quase meia-noite, é quase meia-noite.

 

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