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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

06
Fev17

Os 7 tipos de pessoas que não devem ver La La Land

Maria das Palavras

La La Land imagem: http://www.traileraddict.com/la-la-land/trailer

 

1. Pessoas que não sonham e nunca sonharam, nem por um segundo da sua vida, nem acordadas, nem quando dormem e passam diretamente da noite para a manhã sem darem por isso.

2. Pessoas que não gostam de filmes, ao ponto de nem terem TV na sala e não pisarem uma sala de cinema desde que roubaram gomas no centro comercial na adolescência e foram obrigadas a varrer a sala 7 como serviço comunitário.

3. Pessoas desprovidas de quaisquer tipo de sentimentos, apelidadas de Grinch durante 365 dias por ano, sem um milissengundo de comoção ainda que vejam um filme de um gatinho bebé com cancro a sorrir muito.

4. Pessoas que não gostam de música e acham que os sons dos intrumentos são o canto do diabo a chamar por nós.

5. Pessoas que têm fobia grave em relação a olhos desproporcionalmente grandes (por causa da Emma Stone, 'tadinha).

6. Pessoas que levam tão a sério a sua veia alternativa que jamais quereriam ir ao cinema ver um filme comercial (quanto mais um que homenageia tantos outros), ainda mais nomeado para os óscares, mesmo que se roam de vontade de deixarem de ser a única pessoa que nunca viu o Titanic. 

7. Quem já o viu. Mas só enquanto está apenas no cinema, para não gastarem mais dinheiro, depois podemos repetir.

Todos os restantes, por favor, dirijam-se à bilheteira. 

 

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20
Dez16

As 5 coisas mais belas do Inverno (de que ninguém fala)

Maria das Palavras

Vou-me antecipar à enchente de bloggers que amanhã dará as boas vindas ao Inverno e apontar-vos aquelas vantagens menos óbvias desta estação. É que por esta altura já toda a gente sabe dos chás quentes, das mantinhas, do Natal, dos gorros e luvinhas e da neve (onde a há) mas há um punhado de coisas boas do Inverno que não saltam à vista. A saber:


1. Não é preciso desculpas para não sair de casa.

Parece que as pessoas com o calor se sentem obrigadas a passear, mesmo que não lhes apeteça. Porque "olha para o Sol que está, temos de aproveitar". Certo, também sou apreciadora da fotossíntese ocasional, mas não deixo de gostar do típico Domingo-de-sofá só porque as temperaturas estão altas. Nesta altura ninguém me melga por não querer sair de casa: é que está muito frio. Pumbas. O Inverno torna a preguiça socialmente aceitável.

 

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2. Posso tomar banho com àgua a ferver.

Não que não o faça todo o ano ao ponto de sair do duche sempre como uma índia (pele vermelha), mas no Inverno até o Moço toma banho com água a que eu já posso chamar quase-morna. E ninguém se queixa dos vapores quentes que provoco (aquela espécie de micro-clima na casa de banho) porque o calor sabe bem (e abre os poros).

 

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3. Só faz a depilação quem quer.

Está oficialmente aberta a época do desleixo piloso. Como estamos mais cobertos, salvo seja, e os collants opacos existem, quem quiser pode ter mais uma camada de cobertor próprio. Não é só vantajoso para quem queira fazer isso - é mais vantajoso ainda para quem não gosta de olhar para pelumes alheios e tem de levar com isso durante o Verão.

 

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4. A roupa feia tem uso.

Quanto mais camadas de roupa melhor. Está na altura daquelas blusas horríveis que te deram sem talão de troca terem uso (por baixo dos camisolões quentinhos).

 

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5. Até parece que toda a gente que anda de metro toma banho.

Por um lado está menos calor que as faça suar, por outro não há ninguém de t-shirt larga com sovaquinho a espreitar. A viagem de metro comum parece federmenos que o habitual e todos ganhamos com isso.

 

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Esqueci-me de alguma? Sintam-se à vontade para contribuir.

 

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07
Nov16

5 Coisas inúteis que já todos fizemos

Maria das Palavras

Inúteis e ligeiramente estúpidas. Mas quero ver quem é o primeiro que não admite tê-las feito - eu já fiz todas.

1. Esfregar uma raspadinha à espera de fortuna. 
É mais ou menos como esfregar a lâmpada do candeeiro à espera de um génio.Com a diferença que nem sequer limpamos o pó - só a carteira.

 

2. Cantar no duche/carro/meio da rua.
Na verdade é útil para uma coisa: serve de repelente para mosquitos e pessoas. Os primeiros porque as ondas sonoras desafinadas devem magoá-los, os segundos porque (questão dos tímpanos à parte) vão achar-nos loucos - mesmo que às vezes, distraídos, façam exatamente o mesmo.

3. O zapping do sono.
É tardíssimo, estamos no sofá e sabemos que mais minuto, menos segundo, vamos adormecer. Decidimos que vamos arrastar-nos até à cama. Mas antes disso...que tal uma voltinha aos canais? Decisão totalmente errada. Ou é mesmo só mais um bocadinho que gastamos da pilha do comando, adiando o inevitável de forma tosca, ou até encontramos qualquer coisa que nos catrapisca e ficamos a ver. Disse ficamos a ver? Queria dizer: ficamos a adormecer ao som desse programa. 

 

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4. Sair mais tarde do trabalho só porque ainda está lá gente.
Nunca se ouviu um chefe ou gestor de recursos humanos dizer: íamos despedir or Hermínio por ser incompetente, mas como é sempre o último a sair, despedimos antes o Matias. Ou: damos a promoção à Belita, porque a Teresa apesar de produtiva é sempre a primeira a sair. Quando muito temos de mostrar melhor o nosso trabalho nas horas úteis, mas ficar um bocadinho a jogar Candy Crush ou navegar no Facebook para "fazer tempo" e parecer bem é só parvo. 

  

5. Tentar convencer a nossa mãe que a cama não precisa ser feita.
Porque passado umas horas vamos voltar a precisar dela desfeita e (na versão do Moço) é melhor deixá-la aberta por causa dos ácaros. Fui buscar esta ao baú. Nunca resultava. Não quer dizer que eu fizesse sempre a cama (muahahah) mas não deixava ninguém convencido.

 

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23
Set16

12 Coisas que provavelmente devia saber fazer aos 30 (e não sei)

Maria das Palavras

1. Coser meias

Posso sempre pegar numa agulha e linha (será que tenho alguma em casa?) e enroscar furiosamente o buraquinho na meia até ter a certeza que não abre. Claro que depois parece que a meia tem um tumor...Já vos disse que a minha avó é costureira?

 

2. Usar lixívia na roupa

Nunca estraguei uma peça de roupa (o segredo é usar sempre só dois programas da máquina e nunca arriscar) e não quero começar agora. Na dúvida...não uso. Se ficar amarelada é porque o tom baunilha está na moda (está?).

 

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3. Manter salsa viva

Penso que tenho comprado sempre salsa suicida. O que que queria mesmo comprar era salsa-camelo (daquela que pode passar 40 dias no deserto sem beber água).

 

4. Manobras de reanimação

Pois se em 30 anos de vida nunca me deparei com uma situação em que fosse necessário, isso deve querer dizer que a probabilidade aumentou a partir de agora, certo? Ao menos tenho de aprender um Heimlichzinho.

 

 

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5. Fazer um "mojito"

Pronto, eu não bebo...mas...também não como cogumelos e sei fazer um guisadinho destes fungos que é a delícia de muitos. Tenho de fazer um curso de barmaid

 

6. Compreender a bolsa

Quer dizer, eu em teoria até percebo o conceito e o que faz subir e descer o valor de cada ação. Mas continua a ser impensável para mim ganhar e perder dinheiro com especulação e possivelmente até apenas rumores. (In)felizmente nem se põe a questão de investir, logo não me atrapalha.

 

7. Dizer "desculpa"

Nas pequenas coisas sim, claro, digo sempre. Nas importantes é que a palavra tem travão. E às vezes é a forma mais fácil de tudo ficar melhor, mesmo que as desculpas sejam para evitar.

 

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8. Tocar um intrumento

Já toquei piano e - não digam a ninguém - clarinete. Tenho noções básicas de música e não sou um burro a olhar para um palácio se me estenderem uma pauta (pouco intrincada). Mas...só me sobrou o dom de tocar as pombinhas da Catrina no teclado. Paciência. O sobrinho gosta.

 

9. Mudar o óleo do carro

Ehhh. Pois. Neste momento nem tenho a certeza se ainda me lembro como se abre a capota...é capota que se diz? Sou a vergonha da minha classe.

 

10. Dançar uma valsa

Com a salsa já vos disse que não me entendo. Nas outras danças é igual. Mas sei dançar bailarico ao som de Quim Barreiros, conta? Aqui está o Ricky Gervais a tentar o Mestre da Culinária. 

 

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11. Receber elogios

Começo logo a passear o olhar pelo tecto, como se fosse maluca, e encolho o queixo até ficar com três. Também consigo corar, o que dá sempre jeito (só que não). Até me safo a agradecer com palavras, mas a reação física diz tudo: coitadinha. 

 

12. Atirar ou apanhar qualquer coisas

"Ok, atira as chaves" é uma frase que ao pé de mim acaba sempre mal. Ou sou eu a atirar e atiro com tão pouca força que me caem aos pés (ou tanta que atingem diretamente o olho do recetor que fica a sangrar) ou sou eu a receber e a coisa atirada já sabe que vai parar ao chão. De chapa.

 

 

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E vocês? Sabem fazer estas todas? Vá, não me desanimem, sejam verdadeiros. Em quais falham?

 

 

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11
Abr16

5 Personagens que Existem em Todas as Famílias

Maria das Palavras

(Menos na minha. Cof cof cof.)

1. O barrigudo que tira a roupa

Um tipo vermelhusco, bem oleado por copos de tinto e que em todos os eventos familiares chega ao ponto de se achar um participante - o melhor - do Achas que Sabes Dançar. Para riso de quase todos, mas vergonha dos entes mais próximos que disfarçam com um sorriso de aceitação desolada, é inevitável o momento em que acaba a despir a camisa. Se tivermos sorte, só a camisa. 


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2. A mexeriqueira

É uma mistura explosiva entre SIC Notícias do Alandroal de Baixo, informador do FBI e mural do Facebook. Sabe tudo e põe a informação a circular como se a sua vida dependesse disso - e no fundo a atenção que todas as outras mulheres lhe dão depende mesmo disso (mesmo aquelas que depois comentam ao lado que a fulana é funcionária da Rádio Alcatifa com ar reprovador, não se afastam enquanto não ouvem tudo). A sua veia curiosa e intriguista também é o gerador principal de várias discussões familiares. E é um gerador tal que várias petrolíferas querem catá-la para não se descobrir esta fonte de energia inesgotável que pode acabar com o negócio deles. 

 

3. O palhaço de serviço

Em muitos casos é a mesma pessoa que o barrigudo que tira a roupa. Embora geralmente faça os presentes rir com os seus comentários ora sagazes ora inconvenientes, não deve ser dada muita confiança ao palhaço de serviço sob pena de este começar a fazer tentativas que envolvem funções corporais (aka arrotos). Numa versão mais ligeira pode ser só o tipo que tem o maior portfólio de anedotas - que repete em todos os jantares. Todos. Sim, vai voltar a repetir - felizes dos presentes que têm memória curta e que podem rir-se de todas as vezes.

 

4. A velha das notas

Toda a gente sabe ou suspeita que ela é cheia da massa apesar de ser reformada desde 1845 e comer pão até ganhar bolor. Aliás é por ser tão poupada (forreta, há quem diga) que reuniu uma quantia de dinheiro que, para os filhos da crise que não sabem bem o que é poupar, é uma fortuna - embora para ela, que faz contas ao dinheiro que precisa para o seu próprio funeral, seja sempre pouco. De quando em vez, numa época de Páscoa em que o sol se põe para Este a uma sexta-feira 13 ela saca de uma nota gorda e dá a uma das crianças que entende ser merecedora daquele pedaço de papel que ela guardou nos últimos cinco anos no fundo de uma arca e cheira ligeiramente a alfazema (ou bolas de naftalina). Sim, ainda tem notas de escudos guardadas dentro de um colchão velho.

 

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5. A deslocada

Assume geralmente a forma de um(a) adolescente, mas não é obrigatório. O telemóvel é o seu melhor amigo em qualquer ocasião familiar e escolhe os cantos mais recatados da sala como habitat natural. Ninguém lhe vê as beiças desde 2003 porque está sempre de cabeça baixa, até a comer, e cabelo a tapar meia cara. Assume-se naturalmente, pela postura, que é estudiosa e/ou rebelde, mas em calhando não é nenhuma das duas, é só menos fingida que os outros que atiram sorrisos por cima do bacalhau com todos.

 

Conseguem identificar alguns no vosso seio familiar? Cuidado. Se não conseguem...podem bem ser vocês. Muahahahah.

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