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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

18
Mai17

Porque não tenho falado do Moço.

Maria das Palavras

Imagem Pixabay - Sozinha no Comboio

 

Nunca sei exatamente onde ficam os limites do que devo partilhar aqui ou não. Em teoria, sei: tudo o que é da esfera muito íntima fica de fora. Na prática, escrevo coisas neste blog que jamais diria em voz alta e parece-me que isso é mais íntimo que o número da segurança social. Assim sendo, vou levando a coisa como me apetece e dentro de bom senso. 

 

Alguém notou num comentário: não tens falado do Moço. E é verdade. A explicação é simples, mas não a tenho partilhado tanto como o tempo que ocupo a pensar nela e, olhando para trás, parece-me de mau tom, visto que tanto vos chaguei (e continuo a chagar) com a mudança que levou a minha vida e até me roubou tempo para escrever aqui mais e melhor. 


O que se passa é que o Moço deixou de morar comigo. Pelo simples facto de ainda estar a trabalhar em Lisboa e eu me ter mudado para norte já há uns meses. Parece que o fim desta situação está à vista, apesar de ainda não ter data marcada. No entanto, passamos muito pouco tempo juntos e há muito menos episódios típicos nossos para vos contar. Já para não dizer que eu sou completamente inapta para relações à distância (tenho confirmado, mas já desconfiava), visto que gosto pouco de falar ao telefone para mais que coisas práticas e no geral sou estranha de saudades.  

 

Tudo somado e dividido, tenho tido menos tempo para o Moço do que para o blog (sim, ainda menos) e isso reflete-se em cada texto. Mas está tudo bem, agradecida pela preocupação. Continuamos a ser os mesmos tontos apaixonados - mesmo quando passamos vários dias que mal falámos, quando tudo o que falamos são ninharias, até quando nos zangamos a sério. E isso é que interessa.

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14
Abr17

How'bout a date?

Maria das Palavras

O tempo Maria&Moço tem-se reduzido à presença em eventos familares ou de amigos. Minto. Exagero. Normalmente temos algum alone time enquanto viajamos de carro entre cidades e jantares ou almoços ou lanches. Ha ha ha. E não sei dizer que não porque quero (re)ver toda a gente e sentir que as coisas não mudaram assim tanto e chegamos para tudo. Temo-nos esforçado de tal forma que só não chegamos para nós.

 

Acham que estou a exagerar? Lembrem-se que o Moço trabalha por turnos, várias horas de quase todos os fins-de-semana. Et voilá. Começo a achar que quando passar esta fase de desencontro agravado, em que moramos em cidades diferentes, temos de voltar aos básicos: como te chamas? qual é a tua cor favorita? és alérgico a alguma coisa? Ai, odeio que me toquem nos pés.

 

Há que contrariar. Há que transformar minutos em horas. Acender uma vela para tornar especial qualquer jantar de sobras. Há que dizer não a toda a gente e sim só para nós, baixinho, ao ouvido. Há que rodar a chave na porta, silenciar o telefone, apagar a TV e desligar o mundo. 

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07
Mar17

Até já.

Maria das Palavras

Meujamigos, o blog vai ficar em auto-gestão. Vou desligar. Creio que vos chatear no Facebook ou no Instagram (partilhar as minhas primeiras porcarias pós 66 dias?) e não vou deixar de ter publicações diárias no blog (algumas novidades e alguns re-posts que muita gente por aqui ainda não deve ter lido), mas confesso já: não vou estar aqui. Vou passear com o Moço e vamos descansar de tudo. Vamos para longe de qualquer uma das "nossas terras" e esquecer por um momento as preocupações que não nos largam a perna há algumas semanas. Vamos afastar-nos e esquecer que se virou tudo do avesso - ou do direito, sei lá. Não é uma coisa má, é uma coisa boa. Vamos desligar o contexto, a circunstância, a interferência e viver-nos um ao outro. Até já?

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15
Fev17

A prenda certa, o meio de entrega errado.

Maria das Palavras

Livros novos - Maria das Palavras

 

Pronto, não festejámos o Dia dos Namorados, chegámos a casa perto da meia-noite, sem jantar, depois de andar a desmontar e carregar mobília (ainda não era a nossa, mas que é potencialmente para a casa nova - que ainda temos de encontrar). Mas - arrebitem haters do consumismo destas datas - trocámos prendas. Claro que ele me deu a prenda certa (as prendas certas). Não só dois livros que estavam na minha lista de desejos, como ainda por cima comprados de forma inteligente na nossa loja favorita de livros em segunda-mão. Agora imaginem o que é chegar a casa estafada e com fome e ele querer que eu adivinhe que tenho uma prenda com estas palavras: 

 

"Às vezes não está no meio, está nas extremidades."

Hein? I beg your pardon? Ele insistia com a mesma pista, eu olhei em volta da sala, não vi nada e anunciei que desistia e me ia deitar. Foi assim que ele foi buscar à estante de livros estes dois que tinha colocados na ponta esquerda e direita de uma das filas. Como se eu, subnutrida e cansada de ver os outros carregar coisas tivesse alguma capacidade de descobrir livos novos numa estante ao canto da divisão. Tirando isso estou felicíssima mesmo que tenha agora 657 livros meus por ler, mais os do livro secreto que vão chegando mensalmente!

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