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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

28
Set17

Ultrapassa-me...

Maria das Palavras

Uma 'ssoa paga praí 5-7€ à hora a uma pessoa que faz um exercício desgraçado a limpar a casa alheia.

Depois uma 'ssoa paga mais de 20€ à hora a uma pessoa que a põe a fazer um exercício desgraçado em nome da boa forma. 

 

Não era de unir uma coisa à outra e poupar os trocos?

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15
Set17

Não preciso de ninguém.

Maria das Palavras

Não sou de sentir saudades (não sou mesmo). E vivo bem sozinha. Acredito que sou ligada à família, que me mantenho perto dos amigos (e a distância pode ser encurtada de muitas formas) e que fico com o Moço por opção. É uma escolha,  não uma necessidade. Porque me basto e sozinha me bastaria, isolada do mundo, se assim tivesse de ser. 

 

Não preciso de ninguém, digo eu para mim o dia todo. E depois deito-me e aninho-me nos braços dele, senão a noite é só escuridão.

 

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28
Ago17

Por esta, não vou rezar o responso.

Maria das Palavras

Os anos vão-me roubando a paciência. Não a capacidade de esperar ou suportar, mas antes a virtude de passar com graça por coisas que não quero – ou fingir que as quero, se são absolutamente desnecessárias à minha felicidade (e por inerência, à felicidade dos meus).

 

O tempo é cada vez mais valioso e as aparências cada vez menos. Felizmente, este desprendimento vem a tempo do contexto atual, em que estou longe de família e amigos que muito estimo. A tempo de eu saber que se faltar a determinada data, não é essa data que é relevante e sim o resto do tempo todo, e a tempo de não ter paciência para quem não compreende isso mesmo.

 

Ainda tento acomodar, mesmo que só para um grupo de elite, todas as solicitações possíveis e ainda sofro por não me multiplicar e às vezes ter de fazer escolhas (inclusivamente escolhas que só dizem respeito ao meu umbigo e não vêm com desculpas palpáveis). Mas para quem gosta de nós e tem a certeza do carinho que também lhes temos, nem é preciso justificar: sabem que se não vamos ou não estamos, é porque o nosso momento não o permitiu (porque tínhamos alguma coisa para fazer ou porque tínhamos de não fazer nada – também pode ser isto). Sabem que todas as variáveis fora, estaríamos lá. Sabem que mesmo sem estar lá, estamos. Entendem que não são prioridade, quando a prioridade é outra - e é isso que os torna prioritários.


Quanto ao resto da humanidade, o parecer bem, o estar porque devo, se não quero: alguém arranje essa paciência. Porque eu já a perdi. E não a espero reencontrar.

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18
Ago17

Tudo por um clique.

Maria das Palavras

Headlines enganosas

 


Sendo brutalmente honesta, compreendo que alguns "jornalistas" sacrifiquem um título de notícia - e portanto um pedacinho de reputação - por uns milhares de cliques. E digo que compreendo porque estão a fazer exatamente aquilo que o povo pede. Sabem o que escrever para cativar a audiência e usam-no em meios de comunicação cuja sobrevivência pode estar em risco, porque não vêem que podem haver outras soluções onde a qualidade de um texto se sobrepõe ao clickbait ou uma notícia com o propósito único de chocar (ou não lhes cabe fazer isso pois não gerem o meio). Fazem-no porque, enfim: têm medo de perder o emprego, porque os meios perdem visualizações, perdem anunciantes. E a estratégia mais fácil é esta.

 

Não serve de desculpa, mas é assim que vejo as coisas, friamente, pondo-me no lugar de um ou outro "jornalista".

Apesar disso, continuo a pôr jornalista entre aspas, porque esse ato não reflete a carteira profissional e sim um momento de desespero, de chamada de atenção. Um exercício de vale tudo a troco de nada.

 

A seu tempo essas estratégias deixarão de resultar. Ou então, como verdadeiramente temo, nunca deixarão de resultar. Porque somos atraídos pelo escândalo como as moscas pela luz. E por mais que se achem deploráveis algumas partilhas, haverá sempre muita gente a querer ver qual o pedaço de verdade num título enviesado.

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