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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

01
Mar18

Não há bola, mas querem manter o vosso marido sossegado?

Maria das Palavras

Impractical-Jokers.jpg

Vão às gravações automáticas da Sic Radical e desfilem episódios de Practical Jokers. Um grupo de quatro paspalhos amigos que se desafiam e pregam partidas uns aos outros. Eu acho vagamente divertido, ao género consigo desligar a mente da mesma forma que se estivesse a ver um mau episódio de Kardashians ou outro pedaço de trash TV. Mas o Moço fica com os níveis de serotonina ao máximo. Ri-se muito, de cada vez que respiram uns para cima dos outros, das partidas mais inteligentes aos desafios mais parvos. 

 

#teamJoe

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17
Jan18

Super(fu)nny*

Maria das Palavras

Portanto, quando as crianças são mostradas com roupinha de Natal da Mo em blogs e vlogs e instas e só vemos o lado bom e engraçado da coisa (por vezes com dinheiro envolvido), criticamos porque as pessoas fazem parecer que a vida delas é perfeita e tudo o que se vê em redes sociais é irreal. 

Quando mostramos a realidade crua, situações a precisar de solução (por vezes com dinheiro envolvido), quem sabe que também se vivem na casa do lado, não se deve expor a criança e fazemos queixa à proteção de menores porque é uma exploração. 

 

*e perdoem-me se isto já foi mais que dito e escrito, mas não li nada sobre a polémica, só sei que deu polémica. É que tenho muito que fazer, que é o que falta a muita gente que vive para o desaguisado da semana e, concorde ou não com qualquer um destes tipos de exposição, podia antes empenhar as suas forças a lutar contra situações realmente gravíssimas, que as há. 

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15
Abr17

3 reasons why…it’s wrong!

Maria das Palavras

cassette-tape-164396_960_720.jpg

 

Note-se que falo do alto do quinto episódio e, portanto, estou longe do desfecho. Mas até agora a série do momento (este 13 Reasons Why, que está na Netflix) divide-me muito.

 

Se por um lado acho os diálogos demasiado trabalhado ao ponto de tirar qualidade à série e torna-la mediana, por outro lado a forma como os episódios estão estruturados deixa-nos sempre com vontade de ver só mais um (sabem como é, certo?).

 

Se por um lado é importante mostrar como pequenas ações podem desencadear grandes tragédias, por outro lado se as razões que tenho visto até agora forem como as dos restantes episódios…metade da população escolar (mais) cometeria suicídio e faltariam candidatos às universidades.

 

Não estou a falar de ânimo leve e a desvalorizar bullying ou depressões (lá vai o tempo em que era inocente ao ponto de pensar que era só uma questão de se ser mentalmente forte para conseguir desvalorizar o que não tem de se definidor para nós et voilá: adeus depressão). Mas levante a mão a miúda que não foi apalpada sequer uma vez ao longo dos anos de escola? Podemos dizer que quem apalpa deu uma razão para ela se matar, por muito desprezível que seja? E sim, talvez seja inevitável dizer isso  se for essa a gota de água, de um mar de pequenas grandes misérias, mas continuem a ler que já chego onde quero.

 

Temos – sobretudo - de atuar do lado dos agressores (sensibilizando, castigando), mas também de fortalecer a autoestima das vítimas para que saibam lidar com, responder a, denunciar quando necessário, desvalorizar quando possível. E nesta série em particular parece-me que se cultiva algo muito perigoso: a ideia de que o suicídio é justificável a ponto de ser uma resposta válida para calar e dar o troco aos agressores. Uma qualquer forma de vingança.

 

Agora vou calar-me e continuar a ver. Talvez seja agora que vem a razão que me faz perceber tudo. A que me faz mudar de ideia acerca da mensagem da série.

Uma coisa é certa. Todos temos um lado B. E nunca podemos assumir que conhecemos alguém ou que sabemos o impacto que uma palavra simples terá nessa pessoa, medindo pelo impacto que teria em nós.

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