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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

22
Jul17

SÓ HOJE: A minha vida em direto!

Maria das Palavras

Hoje tinha planeado acordar..humm...daqui a umas três horas. Pela primeira vez em muito tempo planeei um dia para não fazer nada, o Moço nem está comigo senão logo à noite e queria mesmo dormir para além das minhas capacidades. Não fui capaz. Eram oito e meia já estava cheia de energia. Sou uma morning person, nada a fazer.

 

Entretanto, estou a testar uma coisa nova: Instagram Stories o dia TODO. Sim, estou a sentir-me sozinha e portanto estou a partilhar vídeos com bocados do meu dia em jeito de vlog lá no Stories e a ver se isto vale a pena ou não - vocês gostam de ver? Daqui a pouco vou fazer um check it out no evento Pistons & Fins..o que é? Não sei bem, creio que mete motores, música e pranchas de surf, mas vou descobrir melhor porque diz que também tem street food.

 

O meu user é @maria_das_palavras. Adicionem e comentem ;) Não se esqueçam que os vídeos só estão disponíveis por 24 horas. Vêem hoje ou...não vêem!


 

 

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28
Dez16

Tenho uma coisa para vos confessar.

Maria das Palavras

Agora que já o confessei ao Moço, a parte mais difícil passou e penso que posso partilhar com vocês. Foi algo que descobri apenas na semana passada, mas que afinal sempre fez parte de mim. Algo que estava adormecido. 

 

Eu, que sempre afirmei que não era fã de Youtube e não me perdia a ver nada por lá, nem os vídeos que passam no Facebook eu abro...ando ligeiramente viciada em vlogs nos últimos dias. Daqueles mesmo basicozinhos, com pessoas (youtubers famosos) a mostrar o seu dia ou só a contar coisas para a câmara de forma cómica. Quase me dá vontade de pegar na máquina e começar a filmar os meus dias e as minhas teorias para vos mostrar (estou a achar que seria um sucesso e até tenho a voz menos esganiçada que muitas) e só não começo um vlog porque sou mais foto/telegénica ao nível do traseiro e fazer vídeos de costas é chato. 

 

Pronto.

Dizem que a admissão é o primeiro passo para a cura. Resta-me aguardar.

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22
Ago16

O problema dos novos Youtubers

Maria das Palavras

Eu nunca me deixei apanhar pelo fenómeno Youtube, confesso. Sei de muito boa gente que se entretem a ver vídeos de enfiada. Começa com algo pertinente como "como escamar peixe" e acaba com o vídeo de um gato a roubar comida a um bebé, ou cabras a entoar a banda sonora do Game of Thrones em loop. Eu vejo sobretudo trailers de filmes ou um tutorial específico - e mesmo assim, se der para ler o tutorial em vez de o ver: prefiro. Ah! E tenho um vídeo de emergência. Sabem quando os haters começam a chatear muito o Nuno Markl e ele põe a foto de uma ponta da carpete para acalmar as hostes? Quando eu e a minha irmã entramos em stress, este vídeo é a nossa ponta da carpete:

 

 

No entanto o Youtube é um fenómeno inegável e fonte de riqueza para uns sacanas com excelente timing e sentido de entretenimento. Bloggers de moda, diários virtuais, pessoal que se grava a jogar PC ou consola, pais que tiveram sorte e apanhar os seus catraios num momento chave (como o homem que ficou zigimilionário ao publicar este video dos filhos) - há uma coisa que a maior parte destes canais de sucesso tiveram, que fez com que as pessoas os começassem a seguir: a naturalidade. Os vídeos estavam longe de serem profissionais, de terem guiões (muito estudados) ou efeitos psicadélicos. Hoje em dia, esses mesmos Youtubers evoluiram e já têm algumas dessas coisas - até porque não querem perder o seu quinhão e têm de se aperfeiçoar, mas fazem-no como uma progressão natural das coisas.

 

E depois há os novos-Youtubers. Os que sabem que é um canal que "dá" e forçam a entrada do blog (por exemplo) nesse mundo. Nada contra. Nunca pensei em fazer Youtube porque acho que aguento que me critiquem a gramática mas não o nariz, mas até já pensei em fazer uns podcasts pseudo-engraçados. Só que, dizia eu, esses novos-Youtubers começam logo de uma forma tão profissional, tão estudada, com entradas bem produzidas, banda sonora própria e textos limados, que perdem a tal naturalidade que acho que é o segredo dos outros. Gostamos (quem gosta) dos vídeos porque nos sentimos a entrar no mundo das pessoas de uma forma diferente. Mas se fosse para ver uma grande produção estaríamos no Netflix e não num canal com uma série de vídeos amadores. Digo eu. Talvez seja mesmo só mariquice minha. Mas, mesmo sem acompanhar a sério nenhum Youtuber, continuo a preferir ver o vídeo de um com o quarto desarrumado atrás do que um croma.  Manias minhas.

 

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13
Mai15

A culpa é dos pais?

Maria das Palavras

Vou comentar o vídeo do momento, sobre as duas miúdas que batem no rapaz, só porque vejo muito boa gente no Facebook a atirar rapidamente um "a culpa é dos pais".

Queria dizer que, sim, somos produtos do meio em que fomos criados, mas há muita coisa que contribui para a nossa formação e gosto de acreditar que há algo de nosso na forma como bebemos e vivemos o mundo. Isto sem querer entrar em teorias psicológicas e sociológicas de geração de personalidade, onde há correntes para todos os gostos.

Mas uma coisa é certa: já conheci pessoas, com quem inclusivamente andei na escola, filhos de gente malcriada e violenta, outros literalmente criados entre as vacas. E não tinham o mau génio destas catraias (e dos que os acompanham). E já conheci gente de berço de prata (ouro é demais para mim) que são filhos da mãe do pior. E conheço irmãos, filhos dos mesmos pais e da mesma educação em que um é mais que decente e o outro uma besta.

 

Com isto não quero excluir que a culpa seja dos pais. Não quero dizer que não possa haver ali muita educação em falta. Mas já agora, só por brincadeira, vamos por a hipótese que até pode não ter nada a ver. Que a maldade também pode ser inata ou aprendida noutros circuitos - já que as crianças não crescem em bolhas.

 

[Nota adicional: Aquele vídeo é deveras estranho, só a mim é que parece que o garoto estava a alinhar numa espécie de brincadeira para a câmara? Pelo menos de início?]

 

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