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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

27
Set16

Guia do Gerês: 3 (ou 4) dias

Maria das Palavras
Além de ter partilhado convosco os meus diários de viagem (com parvoíces, essencialmente), fruto do nosso passeio pelo país neste início de Setembro, achei que podia ser útil partilhar convosco o percurso que fizemos no Gerês com algumas melhorias. Ou seja, o que fizemos, o que teríamos alterado e o que poderíamos ter feito com mais algum tempo (mais dias ou menos tempo a fazer fotossíntese no hotel, que também precisávamos).

Gerês - Maria das Palavras

 

 

-- Dia 1 --
Ficámos na Lakeview Gerês Guest House sobre o Cávado e a bonita albufeira da Caniçada. Como fomos para relaxar e não passar muito tempo fechados no carro, a partir daqui todos os passeios que optámos por fazer não tinham mais de meia hora em etapa automóvel, pelo que esta estadia central foi chave. Mas, como dizia, também refiro mais à frente onde teríamos ido, se fossemos mais longe. 
 
 

Lakeview Gerês Guest House - Maria das Palavras

 

No primeiro dia fomos a um snack bar para almoçar (Café da Ponte) e a ideia era comer qualquer coisa leve. Pedi um cachorro quente que veio mascarado de francesinha e a ideia caiu por terra, mas era bom. Então fomos à Cascata do Tahiti, a uma curta distância de carro. O aviso de morte à entrada não é simpático e portanto descemos pelas pedras escorregadias só até meia cascata em vez de irmos até ao fim. Havia gente de chinelos e geleiras e garrafões de água a descer tudo, mas não estávamos psicologicamente preparados para fazer rappel sem corda. A água em si era fria e escorrega muito andar nas pedras debaixo de água, mas a verdade é que não me arrependi do bocadinho que passámos lá - tudo lindo. Levem ténis para fazerem melhor o percurso e muita água para o calor, que a subida também custa. 
 
 

Maria vai à Cascata. #geres #cascata #waterfall #portugal #cascatadotahiti #cascatageres #tahiti

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Não fomos à Cascata do Arado porque nos disseram estar seca, mas também tem um miradouro ao pé e há quem diga que vale a pena visitar a aldeia da Ermida. Podem fazer isso. No caso, seguimos para o Miradouro da Pedra Bela. O nevoeiro não deixou ver tudo, mas a serra é impressionante e vale o passeio - a caminho para lá vimos cavalinhos a pastar.
Depois descemos para a Vila do Gerês. É aqui que são os famosos hotéis das termas (pelo menos passámos por vários). Demos um passeio pela vila que é muito bonita e acabámos a jantar no Vai, Vai que é bom e barato para refeições descontraídas. Era o #2 do TripAdvisor, mas o #1 que é o Lurdes Capela estava sempre cheio (além de ser mais caro) e acabámos por não ir dia nenhum, mesmo estando super recomendado.
 
 
 

Bom dia! #viladogerês #geres #portugal #viagem #travel #travelling #passeio

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-- Dia 2 --
No segundo dia fomos visitar a barragem de Vilarinho das Furnas. A aldeia submersa não se via, mas se quiserem chegar mesmo ao pé dela até se podem fazer trilhos a pé nessa zona, sobre o Rio Homem (há um trilho apontado à margem da barragem com várias etapas que dura 24 horas!). Continuámos a subir e almoçámos no Abocanhado, em Brufe, também recomendado por toda a gente. A vista é lindíssima, o restaurante e a envolvência também- vejam a foto dos espigueiros, onde se guardavam os cereais antigamente. A comida para mim foi só mais ou menos, mas deve ser porque não gosto de molhos muito doces (comi Bambi). 


Espigueiros Gerês - Maria das Palavras

 

No caminho de regresso passamos a São Bento de Porta Aberta, mas fizemos a nota mental para voltar depois, porque ainda queríamos ir à Portela do Homem (outra cascata) nesse dia. O caminho de uma zona para a outra faz-se descendo e voltando a subir e portanto achámos melhor ir logo (fez-se bem). A caminho da cascata, depois da Vila do Gerês, passa-se pela Mata da Albergaria que é linda! A estrada ladeada por natureza verdejante fez-me até lembrar um pouco da mística de Sintra. Quase a chegar à fronteira passa-se uma ponte e se olharmos para baixo percebemos que chegamos a Cascata da Portela do Homem (atenção que cada cascata se dá por vários nomes). Estive tanto tempo a convencer o Moço a descer (não me pareceu nada perigoso) como a tomar lá uma bela banhoca. Gostei  muito.




Comemos um gelado no café junto à fronteira (ok, só eu é que comi gelado) e passámos para o lado de Espanha. Sempre seguindo na mesma estrada, ao fim de uns 10/15 minutos chegam à Vila de Torneiros e podem tomar um banho quente (de 40º) nas Termas de Lobos do Rio Caldo. E grátis. Trouxemos caramelos, sim. Foi um dia em cheio!
 
 
-- Dia 3 --
Neste dia eu estava convencida que íamos fazer um passeio de barco na Albufeira do Caniçal (e nem era porque um dos pontos fortes deste cruzeiro é ver a casa do Cristiano Ronaldo), organizada pela Câmara Municipal de Terras de Bouro. Mas só ao ligar para marcar ficámos a saber que o barco só sai de forma fixa às quartas e Domingos, nos outros dias só arranjando um grupo ou pagando os dois para irmos no barco sozinhos (a diferença entre pagar 6€ ou 90€ não me agradou). Não faz mal. Tive sempre uma bela vista do rio Cávado no terraço do nosso alojamento. 
 
 
 

Fomos então ao local de peregrinação lá perto que ainda não tínhamos visitado: São Bento de Porta Aberta, o que é um passeio rápido. 
Como já não era cedo, que isto eram férias para o passeio e para a preguiça, nessa tarde fomos apenas visitar a mítica Ponte de Misarela, eternizada numa música homónima da Quadrilha e carregadinha de lendas. Se tívessemos saído cedo podíamos ter ido visitar Pitões das Júnias, a 1h10 para Nordeste, bem como o seu mosteiro


 

A ponte do Diabo 👹 #pontedodiabo #pontedemisarela #gerês #portugal

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-- Dia 4 --
Com mais um dia ou tempo mais espremido (e noutra altura, porque nesta havia fogos na zona que nos teriam impedido de apreciar no passeio) teríamos feito o passeio mais longo para Noroeste e visitado Lindoso, Castro Laboreiro, Soajo e a Nossa Senhora da Peneda. Mesmo sem ter ido, pelo que li, é o que vos aconselharia a fazer neste "dia extra". Parece que é uma zona linda (também). Para nós, no entanto, foi hora de dizer adeus. Até breve?


Gerês visto por Maria das Palavras | Miradouro Pedra Bela

 
E finito
Este é um guia para o turista comum, mas às vezes tudo o queremos é mesmo ser turistas comuns. Do tipo que respeita a natureza, claro. Lembrem-se que falamos de umas das zonas mais bonitas deo país e que queremos visitar n estado mais puro possível, não transformar numa lixeira ou destruir à nossa passagem. 
 

 

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26
Set16

Doem-me os bdomins

Maria das Palavras

Estou a  guardar os "a" para gemer, desculpem.

 

Armei-me em Tarzan e fiz slides, orientação, rappel e arborismo no Sábado (ficou a faltar o paintball). Foi brutal. Primeiro no bom sentido, agora (percebo) no mau também. Hoje ainda estou toda dorida. Mas se não rir, tossir, espirrar ou fizer movimentos bruscos, tudo supimpa. Quem é que me apaga ali a luz do candeeiro, que eu não me posso esticar?

 

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26
Set16

Digam olá ao pombo.

Maria das Palavras

O pombo faz uma tour à casa da Maria das Palavras

 

É o mínimo que podem fazer - dizer olá -, já que ele vos vai fazer uma tour guiada da minha casa. 


Estava eu muito descansada, ao computador, ao fim do dia, quando sinto alguém a entrar pela porta da sala, bem ao meu lado.  Seria a Diana?
Olho e vejo um pombo tinhoso. Ok, pronto, é só um pombo tinhoso. O quê?! UM POMBO TINHOSO?!


E continua na sua vidinha, naquele andar pachorrento e autista, instalando-se no puff à varanda. Dirão os mais desatentos que queria sair e viu a rua. Mas não. Desenganem-se, ainda tinha muita casa para ver.  Como com ele ali não conseguia abrir a varanda sem levar com pombo tinhoso nas beiças, peguei na máquina fotográfica - temi que ninguém acreditasse quando dissesse que me tinha entrado um pombo na sala...e não foi pela varanda, foi mesmo pela porta. Tendo, presumivelmente entrado originalmente pela cozinha, onde eu tinha de facto a janela escancarada, voltou-se para trás e seguiu corredor fora para explorar mais. Reparem como passou pela cozinha sem entrar. Já tinha visto aquela divisão...Eu neste momento já tinha aberto a varanda da sala para ele sair, mas ele não estava nem aí. 

 

O pombo faz uma tour à casa da Maria das Palavras 2

 

Vi-o a andar e entrar na casa de banho, mantendo uma distância segura (e uma almofada a fazer de escudo) e a rezar que ele não subisse ao sabonete. Ele lá viu a janela (que não consigo abrir) mas não sem antes pousar nas toalhas que agora vou lavar a 200 graus com lixívia e penicilina. Em termos de coisas úteis, fez um excelente anúncio para a DOVE. Mas eu continuava sem o poder afastar, visto que estaria sempre no caminho dele, arriscando-me a levar uma bicada.

 

O pombo faz uma tour à casa da Maria das Palavras 3

 

Enquanto aguardava o próximo passo dele, fechei a porta do quarto. Não é que não o quisesse lá, mas confesso que não tinha a cama feita e portanto não estava preparada para lá levar visitas. Mas abri a janela do outro quarto, achando que ele continuaria por ali a sua tour e seria mais fácil expulsá-lo. E assim foi. Foi ver o quarto, vagaroso, e quando estava junto à janela enxotei-o como se não houvesse amanhã perguntei se não queria sair e ir esticar as asas.

 

pombo4.jpg

 

O azar dele foi ter entrado em minha casa e não na da Chic'Ana que lhe teria avançado logo o convite para jantar e oferta de estadia. Penso que talvez fosse mesmo da casa dela que ele andava à procura. Ehehe. Ainda assim, pombo, se me lês, deixa o teu email nos comentários que eu envio fotos para o teu book desta sessão fotográfica.
Os restantes visitantes do blog podem deixar dicas para eu continuar a morar cá em casa sem incinerar a mobília. 

 



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26
Set16

O nosso bebé

Maria das Palavras

O "nosso" bebé tem diabetes tipo 1. Não é nosso filho, mas é o nosso bebé - os pais que me perdoem o pedacinho que lhe roubo. E vai viver com isto desde pequeno até daqui a muitos, muitos anos, contando que um dia, ainda em tempo útil, a medicina terá solução para esta doença. Até lá os dedinhos são castigados uma e outra vez todos os dias para controlar os valores que o corpo não regula sozinho, porque o pâncreas se reformou no primeiro ano de vida - e ainda há quem ache generoso a reforma aos 65...

 

Imaginem que uma abelha vos pica pelo menos seis vezes por dia (odeio abelhas). As injeções de insulina ainda não podem ser sustituídas, mas em Portugal já há forma de medir os valores escusando a tortura diária dos dedos (a partir dos 4 anos de idade). O kit inicial custa 169.90€ e os sensores, que devem ser trocados a cada 14 dias, custam 59,99€. Sim, dois por mês. 

 

Diabetes - assinar petiçãoASSINEM esta petição e, por favor, PARTILHEM nos vossos blogs, páginas de Facebook, entre amigos. Colocam nome, email, nº de BI e confirmam a assinatura no vosso email. Só isso. Pela comparticipação desta tecnologia que é para muitos sinónimo de liberdade e mais saúde (já que mais rapidamente se identificam situações de hipo ou hiperglicemia). Já disse que 13% da população  sofre de diabetes? E uma dessas pessoas é minha. 

 

 

 

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26
Set16

Mitos blogueiros: É preciso escrever três ou quatro posts por dia

Maria das Palavras

Gente a debitar letras é o que por aí há demais. 

Primeiro, há que perceber que isto é uma pseudo-regra para o sucesso planeado de um blog e os blogues de maior sucesso não surgiram como fruto de um plano exaustivo, de posts com número de caracteres listados em Excel: surgiram no timing certo, com um je ne sais quoi que só tem uma coisa em comum - serem únicos por serem francos (mesmo que se trate de uma personagem e num blog trata-se sempre de uma personagem, uma parte de um todo, mesmo que use o nome de batismo). 

Depois, já ditava o meu paizinho uma regra bem antiga: se não tens nada a acrescentar fica calado. Eu bem sei que me obrigo (e quando souber a obrigação deixo de o fazer) a escrever um post por dia, mas não é para cativar milhões de visitas, que de resto não tenho, mas sim, para para me disciplinar e continuar a alimentar o blog, que me faz bem à saúde e me organiza o pensamento, independentemente da sua projeção. 

Se não tinham já ouvido dizer: quantidade não é qualidade. 

 

 

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24
Set16

Não há nada pior que um blogger a falar do seu blog III

Maria das Palavras

O Moço insiste muito comigo que conte a determinadas pessoas "da nossa vida real" que tenho um blog. Quem sabe foi descobrindo e assim eu nem me importo. Contar, por outro lado, custa-me. Não é que não me orgulhe deste canto pequeno, insignificante para muitos, significativo para mim, mas confesso que tenho vergonha. É mesmo isso, sem tirar nem pôr. Tenho vergonha de chegar ao pé de alguém e dizer, como se fosse alguma coisa de especial: tenho um blog. Para mais estando na idade e inserida em grupos de amigos em que se a novidade não for: finalmente vou casar ou estou grávida, ninguém quer muito saber. Nunca calha em conversa. Os blogs não calham em conversa. O blog era só meu e passou a ser de mais amigos que o foram lendo e percebendo que era eu. Para além disso passou a ser lido por muito mais gente. Tomou uma dimensão que, apesar de modesta, já tem impacto na minha vida - sem que eu esperasse isso de todo -, e é injusto que algumas pessoas próximas não saibam que ele existe ou quem o escreve. Percebo isso. Só que agora já passaram dois anos e aquilo que era um exercício de escrita pessoal sem relevância para mais ninguém tomou dimensão de segredo (sem querer) para os amigos que não sabem. Continua a não ser tão importante. Não é doença, não é profissão, já nem é novidade. Mas também não devia ser tabu. Gostava que soubessem, sem haver um momento em que ficam a saber. É que eu não contei porque não importava e agora que importa tenho vergonha de contar. Afinal como é que se conta uma coisa que é tanto e tão pouco?

 

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23
Set16

Finally, we meet.

Maria das Palavras


[Era o livro que me faltava da whishlist publicada em Novembro de 2015. Todos os outros acabaram por me ser oferecidos ao longo dos meses. E este está com tal desconto na FNAC - link na capa - que decidi que o compraria desta, nem que tivesse de vender um rim. Felizmente não foi preciso. Comprei-o, veio morar cá para casa e julgo que vou ter de me mudar para um T3 para o acomodar. Quem já leu este monstrinho?]

 

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23
Set16

12 Coisas que provavelmente devia saber fazer aos 30 (e não sei)

Maria das Palavras

1. Coser meias

Posso sempre pegar numa agulha e linha (será que tenho alguma em casa?) e enroscar furiosamente o buraquinho na meia até ter a certeza que não abre. Claro que depois parece que a meia tem um tumor...Já vos disse que a minha avó é costureira?

 

2. Usar lixívia na roupa

Nunca estraguei uma peça de roupa (o segredo é usar sempre só dois programas da máquina e nunca arriscar) e não quero começar agora. Na dúvida...não uso. Se ficar amarelada é porque o tom baunilha está na moda (está?).

 

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3. Manter salsa viva

Penso que tenho comprado sempre salsa suicida. O que que queria mesmo comprar era salsa-camelo (daquela que pode passar 40 dias no deserto sem beber água).

 

4. Manobras de reanimação

Pois se em 30 anos de vida nunca me deparei com uma situação em que fosse necessário, isso deve querer dizer que a probabilidade aumentou a partir de agora, certo? Ao menos tenho de aprender um Heimlichzinho.

 

 

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5. Fazer um "mojito"

Pronto, eu não bebo...mas...também não como cogumelos e sei fazer um guisadinho destes fungos que é a delícia de muitos. Tenho de fazer um curso de barmaid

 

6. Compreender a bolsa

Quer dizer, eu em teoria até percebo o conceito e o que faz subir e descer o valor de cada ação. Mas continua a ser impensável para mim ganhar e perder dinheiro com especulação e possivelmente até apenas rumores. (In)felizmente nem se põe a questão de investir, logo não me atrapalha.

 

7. Dizer "desculpa"

Nas pequenas coisas sim, claro, digo sempre. Nas importantes é que a palavra tem travão. E às vezes é a forma mais fácil de tudo ficar melhor, mesmo que as desculpas sejam para evitar.

 

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8. Tocar um intrumento

Já toquei piano e - não digam a ninguém - clarinete. Tenho noções básicas de música e não sou um burro a olhar para um palácio se me estenderem uma pauta (pouco intrincada). Mas...só me sobrou o dom de tocar as pombinhas da Catrina no teclado. Paciência. O sobrinho gosta.

 

9. Mudar o óleo do carro

Ehhh. Pois. Neste momento nem tenho a certeza se ainda me lembro como se abre a capota...é capota que se diz? Sou a vergonha da minha classe.

 

10. Dançar uma valsa

Com a salsa já vos disse que não me entendo. Nas outras danças é igual. Mas sei dançar bailarico ao som de Quim Barreiros, conta? Aqui está o Ricky Gervais a tentar o Mestre da Culinária. 

 

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11. Receber elogios

Começo logo a passear o olhar pelo tecto, como se fosse maluca, e encolho o queixo até ficar com três. Também consigo corar, o que dá sempre jeito (só que não). Até me safo a agradecer com palavras, mas a reação física diz tudo: coitadinha. 

 

12. Atirar ou apanhar qualquer coisas

"Ok, atira as chaves" é uma frase que ao pé de mim acaba sempre mal. Ou sou eu a atirar e atiro com tão pouca força que me caem aos pés (ou tanta que atingem diretamente o olho do recetor que fica a sangrar) ou sou eu a receber e a coisa atirada já sabe que vai parar ao chão. De chapa.

 

 

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E vocês? Sabem fazer estas todas? Vá, não me desanimem, sejam verdadeiros. Em quais falham?

 

 

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23
Set16

O meu lado conservador.

Maria das Palavras

Gosto que ele siga na frente ao entrar num sítio que não conheço. Gosto que pague a conta (mesmo que o dinheiro seja dos dois). Gosto que seja ele a perguntar informações. Gosto que decida por mim. É uma espécie de instinto primário que pede proteção e orientação, que me quer deixar entregue a quem mais confio. Embora saiba que só gosto disto porque não me é imposto. Embora saiba que só gosto disto porque no fundo decidimos sempre os dois. Embora saiba que só gosto disto porque sou uma mulher livre e independente e faço muitas escolhas todos os dias. Tivessem todas as mulheres do mundo, o poder de escolher quando, como, onde e sob o jugo de quem, ser conservadoras. 

 

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