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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

14
Mai18

Conhece-me tão bem.

Maria das Palavras

No decorrer  de mais uma das nossas longas viagens intercidades saco do telemóvel um teste de 340 perguntas para saber se o nosso parceiro ou algum amigo nos conhece bem. Vale tudo para fazer o tempo passar mais depressa. E de facto ele conhece-me bem, senão reparem:

 

Maria: Quantos ossos do corpo já parti?

Moço: Nenhum...não te mexes o suficiente para isso.

 

giphy.gif

 

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08
Mai18

As influenciadoras fazem mal à saúde?

Maria das Palavras

Imagem Pixabay - Joy

 

Acho que este novo fenómeno de se achar que as "influenciadoras" fazem mal às pessoas é um pouco como não querer que as crianças vejam desenhos animados "com lutas". Ou seja, sim, reconheço que devem ser ambos consumidos com moderação (tantos as fotografias das últimas viagens patrocinadas pelos produtos da moda, como a cena do pontapé do Rato de Marte no Power Ranger vermelho), mas no final é só uma questão de nos munirmos de bom senso e ensinarmos a nós mesmos e às nossas crianças que os dois casos têm ficção a não ser aplicada à vida real. O que significa que não só não é 100% verdadeiro - é filtrado ou fingido - como nem sequer é desejável (ser pleno a tempo inteiro deve ser mesmo muito cansativo e pouco saudável).

 

Os blogs acabam por ser um bocadinho mais francos do que os Instagrams e os vlogs, porque às vezes as palavras transmitem dores de uma forma mais bonita do que uma imagem. A blogger pode dizer que chora de forma poética, mas ninguém quer ver uma foto dela com ranho a escorrer numa rede social da moda.

Ainda assim, ninguém tem uma vida perfeita, ninguém tem zero problemas, ninguém acorda penteado e maquilhado como se fosse para uma gala, as malas da Prada não dão saúde eterna. E se todos soubermos isto, não faz mal ver todos os dias fotos glamourosas de felicidade irradiante da fulana tal, porque sabemos que algumas dessas imagens são publicadas em dias em que ela não está bem e foi ao arquivo. Porque é humana, como nós. Só que, exatamente como nós fazemos - tirando aquela prima que todos temos que até publica fotos da unha do pé encravada e vídeos dos curativos -,  tenta aparecer sempre no seu melhor.

 

Treinemos o nosso sentido de noção e realismo. Domemos a nossa inveja. Vejamos o entretenimento exatamente apenas como aquilo que é. Aspiremos exclusivamente ao que sabemos que é real. Admiremos as pessoas que não estão dentro do ecrã do tablet, mas que se cruzam conosco na vida real. 

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07
Mai18

Este blog não é sobre livros #15

Maria das Palavras

passaros feridos - maria das palavras blog.jpg

 

Tenho lido muito pouco já desde o ano passado e creio que uma das razões é porque andava a insistir no género de livro errado para o meu estado de humor presente. Este Pássaros Feridos veio dar-me exatamente o que eu queria. É um romance histórico sobre a vida dura de uma família que migra da Nova Zelândia para a Austrália. Um retrato sobre dor, amor, resistência, moral ou falta dela, religião ou falta dela, resistência, com paisagens tão estonteantes que é como se estivessem em foto e não palavras. 

 

Meggie será a protagonista, que acompanhamos desde que é uma criança até à sua velhice, mas não andamos sempre com ela: cruzamo-nos com várias outras personagens que vamos julgando enquanto conhecemos melhor. Não fui capaz de me identificar com ninguém e chateei-me com a autora a propósito de vários desfechos e casmurrice em estereótipos. Apesar disso - ou talvez por causa disso - dei por mim a querer pegar no livro para saber sempre um pouco mais.

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06
Mai18

Receitas em poucas letras #9: Empadão de vitela (sem batata!)

Maria das Palavras

empadaodevitela.jpg

 

Esta receita é uma adaptação minha desta da Ana Bravo e confesso que não esperava gostar. Fi-la esperançosa em ter mais uma opção saudável e gostosa para agradar ao Moço e planeei desde o início torcer-lhe o nariz e comer um bitoque. Sobretudo porque sou uma apaixonada por puré de batata do original que leva leite meio gordo e margarina e tuditudo. Puré do mal, portanto. Já este é um empadão "do bem". 

O que leva: 

- 1 cenoura grande, 1 cebola grande

- 1 couve flor 

- 500 gr de vitela aos cubinhos

- 1 fatia de queijo magro e duas colheres de queijo Philadelphia

- Noz moscada

- Sal e pimenta a gosto

 

Como fiz: 
Comecei por picar cebola e cenoura na Bimby para o refogado da vitela, mas deixei quase metade no copo e acabei por cozê-la junto com a couve-flor para dar mais sabor. Enquanto cozia a couve-flor em pouca água e pouco sal, refoguei a restante cenoura e cebola e juntei-lhe a vitela com sal e pimenta para cozinhar lentamente. Escorri a água para triturar a couve-flor com duas colheres de queijo Philadelphia para fazer de manteiga e uma pitada de noz-moscada. Triturei até me parecer bem, experimentado várias velocidades. Depois misturei tudo num tabuleiro e levei ao forno, com uma fatia de queijo em cima desfeita (para fingir que tinha queijo ralado) e deixei ganhar cor no forno.

 

Ficou só delicioso. Eu sei porque não planeava comer e...comi. Ainda lhe juntei uma salada pacientemente cortada aos cubos, de pepino e tomate e aproveitei a água da cozedura dos legumes e o tacho com o sabor da carne e restos de refogado, para fazer uns cogumelos. 

 

cogumelos.jpg

 

Tenho publicado algumas receitas no Instagram Stories e mantenho o passo-a-passo guardado no perfil de @maria_das_palavras. Está lá esta e mais umas poucas, se tiverem curiosidade.  

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04
Mai18

O bullying sem faixa etária

Maria das Palavras

É engraçado como só usam a palavra bully para classificar os jovens idiotas nas escolas, quando há tanta gente adulta com ganas de aterrorizar e fazer de tudo para quebrar quem demonstre o menor sinal de fragilidade. Tanto num caso como noutro, é fácil de ver como isso provém de uma intensa falta de amor-próprio. 

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