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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

03
Mar20

A minha casa é um retiro espiritual

Maria das Palavras

A minha operadora deu-me um presente este Natal. Atenta às modas do detox digital e tendências de uma vida mais simples, mais atenta aos detalhes, mais ligada com os humanos e menos com os ecrãs, mais orgânica, decidiu cortar-me a ligação ao mundo através desses suportes mundanos a que chamam TV e Internet. Há quem lhe pudesse chamar avaria, mas eu sou uma blogger atenta às influências do momento e percebi que era uma oportunidade de me posicionar como sendo muito in.

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Já lá vão mais de dois meses e, portanto, até já tive oportunidade de partilhar esta experiência clean com amigos que nos visitaram e ficaram connosco uns dias. Também os avisei que dessa vez foi de borla, mas para a próxima vão ter de pagar pela experiência. Afinal, uma casa sem distrações digitais é algo raríssimo no século XXI e o mindfullness tem custos.

 

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Tem-me ajudado a trabalhar no meu interior. Comecei por reclamar e gritar ao telefone (também foi terapêutico, de outra forma) ou levar a mal quando me diziam que eu não estava a ser disponível o suficiente porque só pude ficar por três vezes em casa em horário laboral para receber técnicos. Mas eles explicaram-me que eu tinha de ter paciência e não me enervar (uma frase altamente eficaz para lidar com stress, registem), aceitando uma e outra e nova marcação. Que mesmo quando fiquei em casa e os técnicos faltaram, cabia a mim dar novas oportunidades às pessoas. Fazer como Jesus teria feito. Perdoar.

 

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Também me ajudou a trabalhar as minha amizades e relações familiares – é um pack espiritual muito completo. Sugeriram-me que pedisse a alguém para ficar em casa por mim. O que logo me levou a abrir-me mais às amizades em redor, na esperança de conhecer alguém que possa desperdiçar os seus dias à espera dos técnicos e com liberdade para vir nos dias que eles querem e não quando ela pode. Não tive sucesso, notem que não tinha internet para me assistir com isso, ou telefone em casa e tive de recorrer a técnicas vintage de abordagens na rua, mas é no processo de tentar que está o ganho.

 

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Além disso o sentimento de pertença a esta comunidade – ou seita – onde me querem a todo o custo até Janeiro de 2021, ainda que esta experiência enriquecedora de tentativa e falha dure até lá, aquece o coração. Sinto que me desejam, que valorizam a minha presença, ainda que o serviço esteja de corpo ausente. A espiritualidade é tantas vezes desprezada.

 

Acredito que as outras operadoras prestam serviços similares de conexão espiritual e detox digital, já ouvi muitas experiências assim, embora nem toda a gente tenha a abordagem positiva que só uma blogger experiente consegue destrinçar.  

 

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Namasté.

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05
Fev20

Trinquei a Língua #1: O meu Kobo

Maria das Palavras

Trinquei a Língua: O Meu Kobo - Maria das Palavras


No final do ano passado aprendi que afinal gostava de pipocas. Não todas, não muitas, mas timidamente pedi pela primeira vez na minha vida pipocas no cinema. E comi quase um quinto do pacote pequeno. Pode parecer pouco, mas acreditem que para quem dizia que sabiam a clara de ovo e escolhia só uma ou duas, de quem estivesse ao lado, que tivessem torrões de açúcar pespegados, a coisa evoluiu muito. 


Pus-me a pensar. Que mais coisas eu poderia jurar que NUNCA. E fiz.


Entra Kobo. Quando a Magda por razões médicas se converteu a um e-reader e mo mostrou fiquei impressionada com a qualidade da imagem, que simula mesmo o papel. Mas estava longe de achar que ia ter um. No Natal o Moço ofereceu-me algo que eu quis trocar (não vamos falar sobre isso) e disse-me que deveria trocar pela outra coisa que ele tinha pensado dar-me: um Kobo. 

Gostei mais dessa ideia. Escolhi, entre os conselhos da Magda e as pesquisas da net o mais novo modelo (que não é o mais caro, mas tem todas as características desse, só que o ecrã é mais pequeno): o Kobo Libra H20

Não me arrependo por um momento. 
Nada bate o cheiro do papel e a sensação de passar as páginas de um livro. E convenhamos que ainda tenho largas dezenas de livros por ler cá em casa, por isso não me arrisco a desabituar-me. 
Mas nunca foi tão fácil pegar num livro em QUALQUER posição sem me cansar, dar ligeiros toques para pedir mais uma página, ter livros a toda a hora sem ocupar quase espaço nenhum na mala. Os livros são cerca de metade do preço, chegam "a casa" no momento em que os decido ter e - o Moço fica tão contente com isto -, cada um que compro não é um puzzle cá em casa (onde mais meter um livro?). 

Não se assemelha em nada a ler num telemóvel, tablet ou computador, pois são ecrãs próprios para a vista e a bateria...bem, estive bem mais de um mês a ler todos os dias (várias horas em vários dos dias) sem o carregar.

Impus-me um desafio: descobrir pelo menos uma coisa por mês em 2020, que não me via a fazer.
Algo a que disse NUNCA. E que talvez esteja a perder por isso. 

Janeiro: Ler num e-reader.
Fevereiro: Ainda tenho de descobrir. Alguém tem sugestões? Comer sushi não vale.

Juntem-se ao desafio. Trinquem a língua comigo a experimentar - e quem sabe gostar de - algo que sempre juraram que não. Usem a hashtag #trinqueialingua 

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28
Jan20

MDV#12 - Coisas que só um de nós faz

Maria das Palavras

Não quero fazer promessas, mas uma pessoa a quem não paguei, disse que este é o melhor episódio do podcast. Também podia só querer dizer que os outros são tão más, que só este se aproveita. Ouçam para descobrir qual de nós se assume incompetente, quem se senta no chão e quem tem medo de cadeiras que se mexem.

Ora aqui no spotify, ora aqui no castbox (não precisam instalar nada, se não quiserem - ouvem no browser) ou clicando PLAY abaixo. 

 

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20
Jan20

Listas

Maria das Palavras

Quando medimos prós e contras para algo que achamos que estamos indecisos e de um lado reunimos duas ou três coisas importantes num só tópico, e noutra multiplicamos dezenas de detalhes quase sem importância para estender a lista...afinal sabemos o que queremos, não é?

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18
Jan20

Este blog não é sobre livros #22 - Crime, Disse o Livro.

Maria das Palavras

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Foi este o livro que me acompanhou no fim de 2019 e início de 2020. E foi um bom livro de viragem. É do tipo de mistério que eu gosto mais: o que envolve escritores. Além disso, tem uma particularidade que é quase uma batota (das boas). Há um livro dentro do livro. Há dois mistérios para desvendar, portanto, e o meu favorito até é o que vem de bónus. Desesperei por mais páginas. Páginas literais, como perceberão. 

Gosto do escritor, do qual não creio que devesse gostar. Mas a sua fidelidade (apesar de tudo) ao que é a sua verdadeira natureza, torna-o o aldrabão  mais honesto de sempre. Acho que não falei demais.
E a progonista não é de todo um cliché. É uma editora de meia idade com uma relação imperfeita e dúvidas de pessoa normal, em vez de uma gostosa humilde que embora linda não sabe a beleza de que é dona.

A expectativa era alta e a cada página fui gostando mais. Excepto no fim.

Naturalmente não vou explicar porquê, sob pena de vos estragar a experiência (terão de lá chegar e dizer se concordam comigo). Mas pelo menos o início, podem experimentar aqui. 

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05
Jan20

A cabeleireira. Com a tesoura. No salão.

Maria das Palavras

O título é só para quem já jogou Cluedo. O medo é real. 

 

Foto de Guilherme Petri no Unsplah - Salão de Cabeleireiro


Eu sofro de um síndrome. Aliás, três.

O primeiro é fobia de salões. Desde a conversa de circunstância, às revistas com notícias da realeza espanhola, às senhoras que vão só lavar a cabeça, tudo me causa troçolhos. 

O segundo é mais grave. Tenho medo de ser assassinada pela cabeleireira. São pessoas que varrem cabelo humano e ostentam tesouras como profissão. Julguem-me se quiserem. Além disso, aturar conversa alheia durante, pelo menos, 6 horas por dia, chamem-me louca, mas é coisa de sociopata.


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Apesar disso, continuo a não ter o dom de fazer a manutenção cabelo. E ninguém que me ajude. O Moço não corta bem uma courgette, imaginem uma franja. E da última vez que pedi ajuda à minha irmã para me pintar o cabelo, ela, ao lavar, enfiou-me o jacto do chuveiro num ouvido e ainda hoje não recuperei completamente a audição. 

Por isso apesar dos últimos dramas de salão: 

 

1. O dia em que me tentaram partir o pescoço (obrigada Agir, por arruinares esta frase) ou o penteado de casamento em 2017.

2. O terrível episódio da repa em 2018.

3. O corte sobre o qual não desabafei aqui porque desabafei a chorar em 2019.

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Tive de voltar. 


Não pensem que me esqueci do último síndrome. O terceiro problema é que sempre que gosto muito de como o cabelo está ou muita gente me elogia o cabelo eu penso: TENHO DE O MANTER ASSIM.

Então. Muito naturalmente. Vou cortá-lo.

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Não sei explicar. É como se pudesse ir à cabeleireira e ela efetivamente cortasse dois dedinhos só para aquilo que me agrada se manter mais tempo.

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Pois bem. Depois do episódio de Joãozinho em 2019 (fiquei com o pescoço à mostra, gente! desaprendi como se atava o cabelo!) arrisquei ir ao mesmo salão, porque há lá uma cabeleireira em quem confio e outra que me dá tremores quando diz que um dia me há-de cortar o cabelo mais comprido de um lado do que do outro, que "se usa". É aqui que bate a memória da minha mãe a obrigar-me a vestir calças de bombazine porque "se usa".  Bem me podem dizer que posso chegar lá e escolher a cabeleireira, mas já vos disse que as temo (vejam o síndrome número dois).

 

Pois nesta ocasião cheguei lá e exultei de alegria! A cabeleireira perigosa estava fora e teve de ser a minha favorita a cuidar de mim. Relaxei. Cheguei mesmo a dizer que gostava muito do trabalho dela. 

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Estava felicíssima, até com a Hola na mão. Até ao momento em que começo a ver que ela está a cortar mais de um lado do que do outro. "Deve estar a meio do processo. Vou-me dedicar à Hola."
Quando termina (cabelo seco e tudo) a minha cabeça é a Torre de Pisa. Inclinada, por mais que eu esteja direita. 

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Deixem que vos explique. Eu nunca fui diagnosticada mas desconfio ter um ligeiro OCD que se revela ao nível de combinar a cor das molas da roupa, a roupa interior com a exterior, alinhar comandos e ter tudo paralelo e perpendicular, direitinho na minha secretária. Não estar convencida do lugar certo de uma cadeira que sobra na sala é coisa para não me deixar concentrar no trabalho. 

Portanto imaginem-me num estado permanente de desequilíbrio dentro e agora FORA da cabeça. Alguém já jogou Wii Party? Sabem quando no jogo do Navio, quando depois dos mini-jogos temos de colocar os bonequinhos de forma a que o barco não afunde e ao concluir com sucesso a senhora anuncia BALANCED.

Wii Party


Eu NÃO estou. Estou 24/7 assimétrica e a isto (gesto de juntar o polegar ao indicador) de pegar eu numa tesoura e tratar do assunto. A outra opção é ir à concorrência acertar o cabelo, mas neste momento já creio que tudo possa acontecer nessa outra visita. Prefiro fechar-me em casa  até 2023. 

Não vos maço mais. Só queria que rezassem por mim. 

Um adeus inclinado. 
Maria

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01
Jan20

MDV #11 - Loucos Anos 20

Maria das Palavras

Fiquem a saber como foi a nossa louca passagem de ano, que define o tom do próximo ano (quiçá, da próxima década!). Além disso preciso mesmo que ouçam, porque promessas foram feitas e serão vocês a testemunhar para que sejam cumpridas!

Espero que no decorrer da audição, não vos choque a notícia da mudança que a nossa relação provavelmente vai sofrer para acomodarmos descendência. A minha e do Moço. Que a minha com vocês será assim para sempre: tu-cá-tu-lá. E não mete ordinarices.

Carreguem PLAY abaixo, ouçam no spotify, ou aqui no castbox (sem precisarem de instalar nada).

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29
Dez19

12 Experiências que marcaram o meu 2019

Maria das Palavras

Se olhar para as checklists gerais, o meu ano de 2019 foi uma desilusão. Um ano perfeitamente blé. Não me separei, nem me casei. Não tive filhos, nem adotei um animal. Não mudei de casa, nem de trabalho. Não cumpri nenhum grande sonho, nem ocorreu nenhuma grande desgraça. Nem sequer fiz uma viagem fora da Europa. Por que será então lembrado este ano? Se não é pelas grandes, será pelas pequenas. E vejamos se são tão menosprezáveis assim. 

 

2019 maria das palavras

 

1. Li um livro que mudou a minha forma de reagir. Chama-se O Monge que Vendeu o seu Ferrari, é um mega cliché da auto-ajuda (género em que nunca me tinha aventurado) e já falei dele aqui. Pontuou positivamente um ano em que a palavra foi gratidão e ajudou-me a pô-la em prática e viver cada dia, ainda que esse seja um trabalho diário e contínuo que nem sempre parece ao meu alcance. [E na verdade ouvi o livro, que foi outra estreia do ano: os Audiobooks do Audible.]

 

2. Jantei no Museu de História Natural de Londres. Por esta não esperavam, pois não? Mas aconteceu, e apesar de ter sido um buffet (odeio comer de pé) foi uma experiência incrível que os ossos no meu prato não fossem a coisa mais morta que constava do meu cenário de jantar, contando com os espécimes nas paredes e pendurados acima da minha cabeça. Agora que penso nisso, talvez não fosse uma experiência excelente para vegetarianos.

 

3. Visitei bons amigos na Bélgica (mesmo a tempo de se mudarem para o Lux de Benelux) e com isso conheci sítios maravilhosos (não apenas a casa de Waffles onde me levaram em Bruxelas, mas também as encantadoras cidades de Bruges e Dinant (também fui a Ghent e Antuérpia).

 

dinant maria das palavras

 

4. Conheci o pão-de-ló da minha vida. E não fica em Ovar: fica em Quintadona, na Casa da Viúva Winebar. E não foi da gula nem da fome que ele me encantou, porque quando o trouxeram para a mesa eu estava tão anafada das delícias anteriores que jurava que nem conseguia morder uma pastilha. 

 

casa da viuva quintadona maria das palavras

 

5. Comecei a escrever num bloco de notas reutilizável. Comprei um Infinite Book na FNAC, na senda ecológica e minimalista que me assolou este ano (que é para continuar). E não é que dá um jeitaço? Para quem, como eu, está sempre a escrever checklists e tirar apontamentos rápidos (e o meio digital nem sempre serve), é ideal. Acabei já por comprar outro online no site da marca e tenho um para apontamentos pessoais (liso, mais pequeno) e um para o trabalho (que tem páginas de notas pontilhadas e de planner semanal), que espero que durem muitos anos. Escrevo, apago (tiro foto antes e arquivo se for algo para durar mais, o que é raro) e reutilizo. 

 


6. Passei noutro cenário de Game of Thrones com a minha irmã
, que aceitou ir comigo apesar de me conhecer há para cima de 20 anos. Que é outra forma de dizer que estive em Sevilha, a apanhar os melhores (únicos?) dias de verdadeiro calor deste ano e um dos pontos mais bonitos de visitar foi o Real Alcazar, que foi Dorne em GOT. Outro foi a Praça de Espanha que em Star Wars é o palácio de Naboo, por isso escolhem o vosso lado geek favorito.

 

sevilha maria das palavras

 

7. Destronei a minha ex-francesinha favorita pela nova campeã: na Taberna Belga em Braga. Molho cremoso (os puristas não admitem que seja francesinha, atenção), carne de chorar, batatas caseirinhas. O que mais pode querer uma gulosa? Experimentei várias outras, mas no meu palato nenhuma chegou aos calcanhares desta. 

 

8. Conheci o sítio do wallpaper da minha televisão. Chama-se Hallstat e foi só um dos pontos que visitei com uma boa amiga em viagem à Áustria (quando cometi novamente o pecado de viajar sem marido). Mas que ponto! Esta fui eu que tirei, exatamente com o mesmo enquadramento da que namorei meses e meses. 

 

hallstat maria das palavras

 

9. Andei no comboio Histórico do Tua! Ganhou claramente o duelo VS cruzeiro do Douro e fica como experiência para recordar para sempre. Acabei cheia de fuligem, com 5 rebuçados da Régua na boca ao mesmo tempo e feliz.



comboio douro maria das palavras

 

10. Tornei-me fã de podcasts. Comecei a ouvi-los a caminho de todo o lado, usando a minha app favorita (Castbox) e gostei tanto que um dia, sem pensar muito, comecei o meu próprio podcast a que chamei Mensagem de Voz (disponível no Spotify e no Castbox). Alguns dos meus podcasts favoritos são Terapia de Casal, Couple's Therapy (não são o mesmo, juro), Projeto Piloto e One Step.

 

11. Desci à Lagoa do Fogo. Que é como quem diz, apaixonei-me por São Miguel. E que na verdade conheci 6756 lagoas. Foi uma viagem de uma semana - a mais longa deste ano - e deixou-me vontade de conhecer todas as ilhas. Acompanharam no Instagram? Continua nos destaques do perfil @mariadaspalavras, bem como as outras viagens de 2019. Já subir da Lagoa do Fogo, foi uma experiência menos boa, graças a Deus não faleci, mas esteve por pouco, porque ainda não foi este ano que me tornei fit. 

 

lagoa do fogo maria das palavras

 

12. As minhas séries favoritas foram séries documentais. Vi Chernobyl na HBO e When They See Us na Netflix e, senhores, corram se ainda não viram. Poucos episódios, marcantes, que revelam prismas reais da nossa sociedade em que nos habituamos a pensar ao longe.

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