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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

28
Mar15

Palavras dos outros #7

Maria das Palavras

"Era um sábado triste, tão triste como qualquer sábado que não seja feliz. Foi assim que ela o explicou e tinha razão. Os sábados nunca são dias assim assim. Só têm duas hipóteses: ou são felizes ou são tristes. Depois sorriu, mas foi um sorriso triste. Concluí que os sorrisos, pelo menos os dela, eram como os sábados."

Do meu favorito, Bagaço Amarelo, no seu Não compreendo as mulheres.

 

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12
Dez14

Palavras dos outros #5

Maria das Palavras

bifanas

Esta podia ser a história dum homem e duma mulher que foram feitos um para o outro, mas não é. Quando nascemos, nascemos feitos para nós mesmos. Não é egoísmo, é liberdade. Se o Amor não entender isso, acaba. O problema é que normalmente não entende, porque o Amor tem a mania de ser egoísta.
Sobre o que falamos quando falamos de Amor, acaba sempre no mesmo pressuposto, errado, de que quando duas pessoas se Amam passam a dever alguma coisa um ao outro. É a assumpção de que duas pessoas podem nascer uma para a outra quando, de facto, não podem.
 A variável do nascimento insere-se no imenso caos probabilístico que nos torna impossíveis para o(s) outro(s). Ainda bem, digo eu. Sabe tão bem sermos feitos para nós mesmos que sabe ainda melhor quando atingimos a impossibilidade do Amor.
Na verdade, o único egoísmo que consegue ser maior do que o nosso é o egoísmo da paixão. Quando nos apaixonamos e passamos a sentir que o chão está dez centímetros abaixo dos nossos pés, assim como quem não quer a coisa, abdicamos um pouco de nós.
Estou a escrever este texto com as mãos a cheirar a bifanas, as melhores do mundo, que como de vez em quando no Icaria, um restaurante perto da estação de São Bento. São dois euros e noventa por uma experiência divinal com carne no pão e uma cerveja. Mais ainda quando se assiste ao que eu assisti hoje. Um homem e uma mulher a discutirem energicamente na rua. Ela a pedir que ele a deixasse em paz, ele a argumentar que foram feitos um para o outro.
É um péssimo argumento, pensei. Depois trinquei a bifana.


Do Bagaço Amarelo, que me fez salivar com este texto do seu fabuloso blog não compreendo as mulheres

 

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15
Ago14

O amor vai aparecer quando menos esperares

Maria das Palavras

É uma ideia que me faz rir. Expliquei isso no post de há mil anos atrás. O amor que ainda não encontrámos, esperamo-lo sempre.
O Bagaço Amarelo meio que concordou. Diz que a única forma de acontecer, é que seja um amor dentro de outro.

E a Pippa Coco meio que discordou. Diz que o comboio da minha metáfora pode não chegar, mas vem um autocarro.

 

Não compreendo as mulheres
Pippa Coco Blog

 

Eu acrescento que, teorias à parte, o que interessa é que chegue e nos faça esquecer os meios de transporte todos e andar de gatas!
E tu, o que achas?

 

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