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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

15
Set18

A série mais tola do mundo (wait for it)

Maria das Palavras

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Comecei a ver quase sem querer. Creio que num serão em que tinha muito para fazer, mas uma dor-de-cabeça que abolia qualquer chance de ser produtiva. Estava na lista de recomendações do Netflix por causa de outra série tola qualquer que eu também tivesse visto e lembrei-me de uma Youtuber brasileira, daquelas que nem é só fru-frus e maquilhagem, ter dito que era uma série imperdível.


Depressa cheguei à conclusão que era uma série tola. Pateta. Juvenil. Ridícula. Como as cartas de amor.

Os discursos elaborados de uma menina-patinho-feio-orfã com uma imaginação para lá de fértil, os seus pés-na-argola, a falta de uma personagem com quem me identificar. Tudo motivos para deixar de ver a série. A série que não parei de ver.

 

É que eu também sou ridícula. É que também somos todos ridículos. Corremos todos os dias em sequência achando-nos pessoas muito sérias, quando a capacidade de sonhar nos é inata, apenas afastada pela crença que ser adulto é outra coisa. 

 

Tenho visto poucas séries, mas várias que gostei mais que esta: Bates Motel, Peaky Blinders,...no entanto nenhuma me levou a vir aqui querer escrever sobre ela. Porque nenhuma outra era assim: tola e inspiradora.

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14
Nov17

O que andas a ver, Maria?

Maria das Palavras

Sabem quando andamos a seguir algumas séries que gostamos, mas sentamo-nos à frente da TV e não apetece realmente começar um episódio de nenhuma? Conhecem a sensação? É assim que ando - igualmente com livros. Quero, mas não consigo. 

 

E depois,  num desses dia em que queria ver qualquer coisa para me ocupar a cabeça, mas não me apetecia ver nada, botei play na série Designated Survivor (Netflix, pois claro). Uma história que se descreve de forma absolutamente aborrecida, mas se vive de forma absolutamente intensa. 

 

Não prometo que gostem, mas juro que deviam experimentar.

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06
Out17

Para quem se desiludiu com o It: Gerald's Game.

Maria das Palavras

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Eu gostei do It, sim, mas não me fica na memória como um bom filme de terror. Fica-me na memória como um thriller com fantasia, uma boa produção, com bons miúdos atores. Uma espécie de Walking Dead com palhaços, às tantas. Gostei de ver mas não é tudo aquilo que prometia ser (sobretudo não é terror puro) e não é certamente tão bom como o livro original de Stephen King. 

 

No outro dia, em destaque na Netflix estava este filme: Gerald's Game. Sem pensar muito, mas vendo a classificação de thriller psicológico, começámos a ver. E é um bom filme, pelo menos para quem não construiu expetativas elevadas em cima da ideia de o ver. Essencialmente duas personagens e muito [censurado, que não vos quero estragar as experiência do filme].

 

Vale a pena. É de facto entusiasmante. Melhor que o It, pensei eu, sem saber nada sobre a origem do filme. E hoje ao vir aqui escrever-vos sobre ele fui pesquisar uma imagem para ilustrar o post e descobri: não é que o sacana do filme também é uma história de Stephen King? 

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15
Abr17

3 reasons why…it’s wrong!

Maria das Palavras

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Note-se que falo do alto do quinto episódio e, portanto, estou longe do desfecho. Mas até agora a série do momento (este 13 Reasons Why, que está na Netflix) divide-me muito.

 

Se por um lado acho os diálogos demasiado trabalhado ao ponto de tirar qualidade à série e torna-la mediana, por outro lado a forma como os episódios estão estruturados deixa-nos sempre com vontade de ver só mais um (sabem como é, certo?).

 

Se por um lado é importante mostrar como pequenas ações podem desencadear grandes tragédias, por outro lado se as razões que tenho visto até agora forem como as dos restantes episódios…metade da população escolar (mais) cometeria suicídio e faltariam candidatos às universidades.

 

Não estou a falar de ânimo leve e a desvalorizar bullying ou depressões (lá vai o tempo em que era inocente ao ponto de pensar que era só uma questão de se ser mentalmente forte para conseguir desvalorizar o que não tem de se definidor para nós et voilá: adeus depressão). Mas levante a mão a miúda que não foi apalpada sequer uma vez ao longo dos anos de escola? Podemos dizer que quem apalpa deu uma razão para ela se matar, por muito desprezível que seja? E sim, talvez seja inevitável dizer isso  se for essa a gota de água, de um mar de pequenas grandes misérias, mas continuem a ler que já chego onde quero.

 

Temos – sobretudo - de atuar do lado dos agressores (sensibilizando, castigando), mas também de fortalecer a autoestima das vítimas para que saibam lidar com, responder a, denunciar quando necessário, desvalorizar quando possível. E nesta série em particular parece-me que se cultiva algo muito perigoso: a ideia de que o suicídio é justificável a ponto de ser uma resposta válida para calar e dar o troco aos agressores. Uma qualquer forma de vingança.

 

Agora vou calar-me e continuar a ver. Talvez seja agora que vem a razão que me faz perceber tudo. A que me faz mudar de ideia acerca da mensagem da série.

Uma coisa é certa. Todos temos um lado B. E nunca podemos assumir que conhecemos alguém ou que sabemos o impacto que uma palavra simples terá nessa pessoa, medindo pelo impacto que teria em nós.

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22
Out15

Netflix =D XOXO

Maria das Palavras

Não vou aconselhar nem repudiar publicamente o serviço, até porque ainda não experimentei. Verdade que o mês gratuito, mais tarde ou mais cedo, não me escapa. Sabem qual é a filosofia aqui do burgo: grátis até injeções na testa.

Queria só preparar-vos psicologicamente para o fenómeno do chat do apoio ao cliente do Netflix. Preparam-se para serem recebidos por alguém, competente sim e esclarecedor, mas que se intitula "comandante" (Comandante Ana ao seu dispôr, em que posso ajudar?) e que vai usar smiles na conversa como fazem com os vossos amigos - ou nem isso.

Não se assustem logo, relaxem e lá para o fim da conversa já vão estar habituados e responder com tá td, obg chica XD. Ou então não.

 

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