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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

05
Dez16

A massagem da manta felpuda

Maria das Palavras

Não, não é uma metáfora ordinária. Estou só a pôr em evidencia no título uma das coisas que mais gostei na massagem que fizemos a dois na Wonderfeel, através da Odisseias. Não foi a única. A primeira coisa que gostei foi a decoração do espaço de entrada e a segunda foi terem uma caixa de mensagens para tirarmos à sorte, ao melhor género bolinho-chinês.

 

Wonderfeel - Experiência Odisseias - Maria das Palavras

 

Há dois tipos de pessoas no mundo: os que gostam de massagens suaves (de relaxamento) e os que gostam de massagens de enternecer a carne do lombo (terapêuticas). Estou a ignorar as pessoas que dizem de boca cheia que "não gostam de massagens", porque não vou abordar problemas psicológicos neste post. É verdade que eu sou das que gosta de massagens que pura e simplesmente relaxam, bem mimosas. Mas se essas sabem melhor no momento da massagem (a mim), as do segundo tipo sabem melhor nos momentos e dias seguintes. Foi o caso da massagem na Wondefeel. Eu gostei, fez-me bem. O Moço adorou. E mandei logo uma SMS a uma amiga que se tinha queixado de ir fazer uma massagem que não passou de festinhas a dar o contacto da Wonderfeel.  

 

Wonderfeel - Experiência Odisseias - Maria das Palavras

 

Portanto, a destacar: as mantinhas felpudas e quentinhas com que nos cobriram (salvo seja, hoje estou imparável) quando normalmente são só toalhas, a massagem às sobrancelhas (experimentem, caramba, foi 1% da experiência mas fez-me ficar fã - adoro quanso nas massagens de corpo completo não se esuqecem da cara), o cuidado das massagistas (que se certificaram que estavam a usar a pressão adequada - menos para mim, mais para o Moço)  e o espaço agradável da Wonderfeel que parece um lounge bar onde tomámos um chá para terminar.

 

Por outro lado, o estacionamento na zona é muy complicado (é preferível deixarem o carro no parque do Campo Pequeno ou noutro que há lá mais perto do que stressarem à procura do lugar inexistente antes de ser suposto relaxarem). E se posso fazer um reparo, no meio de uma boa experiência, será este: sendo uma massagem de óleos aromáticos...não lhes senti o aroma. Não deixou de ser bom por isso, mas é um toque de valor. 

 

Mais informação sobre Wonderfeel e Odisseias

 

Há várias experiências Wonderfeel na Odisseias, desde as massagens terapêuticas, à drenagem linfática e Reiki, ou aulas de Ioga e Plates, que podem aproveitar para se mimarem ou para mimarem alguém. Se forem como eu, e gostam de oferecer experiências a dois (para aproveitarem a própria prenda) este foi o voucher que usámos. Mas na Odisseias, são muitas as massagens a dois, dêem uma espreitadela à área de Spa e Beleza (quem sabe está lá a prenda de Natal que têm andado à procura e nem têm de ir ao Centro Comercial no tenebroso mês de Dezembro). 

 

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22
Nov16

Top Experiências Odisseias

Maria das Palavras

Se é verdade que sempre fui fã e utilizadora da Odisseias (sempre que me apetecia uma massagem, por exemplo, nem me ocorria ir a algum lado sem um voucher), também é verdade que a parceria com a marca me permitiu, ao longo do último ano, ter várias experiências extra no meu CV de bon vivant. Tenho partilhado convosco as boas, as menos boas e aquelas que nunca esquecerei. E acho que chegou a hora de organizar a casa e dizer-vos quais foram - até agora - as minhas experiências favoritas em cada categoria, para vos guiar nalguma possível escolha. Não é nada encomendado, é mesmo vontade minha de recapitular [inserir música nostálgica] e aconselhar. Vamos a isso?

 

 

TOP CIRCUITO SPA

O melhor circuito de águas é no Tryp, tenho dito. E se é verdade que não usei tanto tempo quanto poderia porque a dado momento "perdi o Moço" e andei à procura dele, também é verdade que não arredo pé desta conclusão. A sauna e o banho turco sao bons, a piscina é grande (até aqui tudo normal), mas o jacuzzi...não é de gente normal, é de gente VIP. São "espreguiçadeiras-jacuzzi" e não um quadrado-jacuzzi. Só visto. Falei da experiência originalmente aqui e podem encontrar o voucher do circuito na Odisseias aqui

 

 

GSpa | EXperiência Odisseias - Maria das Palavras

 

 

 

TOP MASSAGEM

A melhor massagem foi no GSPA do Altis. Nunca fui tã bem esfregada - e olhem que fui muito em esfregada muitas vezes, salvo seja. O facto de ser uma experiência completa (com exfoliação, a dois, acesso ao circuito de águas) terá ajudado, mas a massagem esteve no ponto mais certo de sempre: nem muito bruta, nem muito suave, foi "a" massagem. E uma massagem com pedras ser agradável é quase um mistério do universo. Falei sobre ela aqui e apesar de não haver neste momento um voucher exatamente igual, há um no mesmo sítio aqui.

 

TOP REFEIÇÃO

Fui a medo, confesso, por ser um restaurante de hotel, com um certo estatuto, no centro de Lisboa. Fui com medo de ir lá e passar fome, pronto. Mas não podia estar mais longe da verdade. Fiquei muito bem alimentada, em quantidade e sabor e tive um excelente almoço de aniversário com o Moço. Onde? No Elevador, que fica no Chiado. Acho perfeito para ocasiões especiais e quero voltar lá (com voucher!). Falei-vos desta experiência aqui e podem encontrá-la na Odisseias aqui.

 


Pratos no Restaurante Elevador do Hotel de Santa Justa | Maria das Palavras via Odisseias

 

 

TOP ESTADIA

Por momentos hesitei. A estadia no luxuoso L'AND Vineyards foi memorável (voucher aqui, opinião aqui), mas eu sou muita dada ao conceito de expectativas. E a estadi que superou todas as mminhas expectativas foi na Herdade da Sanguinheira - que nem sequer era a minha primeira escolha para aquele fim de semana e naquela zona e revelou-se o local perfeito (embora ainda possa estar a falar meio sob efeito dos biscoitos de alfazema). Por isso é essa a minha escolha, para um recanto de paz total e isolamento. Mostrei-vos tudo sobre essa estadia neste texto. Infelizmente já não está disponível no site da Odisseias (não estou certa de está nos packs), mas espero que retomem em brevel.

 

 

TOP OUT-OF-THE-BOX

Ultimamente tem-me dado para experimentar mais coisas. Mesmo antes da parceria já tinha ido ao teatro através do site, já tinha feito limpezas de pele, já tinha comprado produtos (o último foi o tapete da Zori, que adoro) mas faltava-me aquele elemento das coisas que às vezes não pensamos que alguma vez faríamos. Já tinha considerado o Salto Tandem, mas a marcação não era certa e eu não podia sempre, pelo que comecei a olhar com carinho para a restante secção de lazer. Entretanto já fiz workshops de fotografia e culinária, andei de Moto 4 e repetiria qualquer uma dessas coisas. Mas a maior loucura para mim (eu sei, eu sei, não é loucura nenhuma) foi o Mistery Game. Adorei entrar num jogo que não mete cartas e sentir-me uma heroína. Falei sobre isso aqui e apesar de já não estar a Mistery Escape Game em Lisboa na Odisseias, neste momento está o Escape Challenge no Porto (aqui) e O Jogo Pirata em Torres Vedras (aqui). Experimentem e digam-me lá se não é fantástico. 

 

 

Facebook Maria das Palavras - Clica para gostares

 

 

[Decidi não voltar a editar o texto - que eu já organizei este TOP na semana passada, mas entretanto tenho duas coisas a acrescentar. A primeira é que a estadia deste fim de semana em Alcobaça pertencia claramente neste top (logo vos falo disso). A segunda é que, nem de propósito (até porque eu sou distraída com estas coisas), a Odisseias já entrou na loucura da Black Week com grandes oportunidades (vejam aqui a seleção) - e sempre é um sítio onde não temos de enfrentar as filas.]

 

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18
Out16

Como é fazer um Escape Game?

Maria das Palavras

Mistery Escape Game Lisbon | Sugestão Maria das Palavras

 

Sentimento à chegada:

Vai ser uma vergonha, porque é que me meti nisto? Com a mania de experimentar coisas diferentes e  agora vamos falhar tudo, vai ser uma miséria. Em vez de sair da sala em uma hora vamos ficar bloqueados no primeiro cadeado e em vez de me sentir a Lara Croft, vou-me sentir a Lara Flop. Vou perguntar ao senhor se tem cláusula de confidencialidade, para garantir que não vai publicar no Facebook sobre aquele grupo que parecia uma formiguinha desorientada que se perdeu do carreiro e precisou de uma equipa de salvamento para sair de uma salita.

Sentimento durante o jogo: 
(...) Nada. Uma pessoa começa a jogar, a ver pistas, a descobrir chaves e a mente não dá para mais nada, não pensa no tempo, não pensa se consegue: joga! Nunca se bloqueia por estamos a ser vistos e ouvidos pelo Game Master que assiste com algumas pistas via walkie-talkie dando ainda mais um ar de missão à coisa. É tão bom. Que se lixe a vergonha, estou-me a divertir. 

 

Sentimento à saída: 

SAÍMOS!! SOMOS OS MAIORES! SOMOS OS MAIORES! SOMOS OS MAIORES!

Fizemos um bom tempo!? A sério?! Podemos fazer já a outra sala de desafio?! Não? Então vamos subir o Marquês! Iuhuuuu!

 

Mistery Escape Game Lisbon - Experiência Odisseias sugerida por Maria das Palavras

 

 

Esta foi uma das experiências mais supreendentes que fiz com a Odisseias. Podem encontrá-la aqui - aconselho vivamente. Juntem uns quantos amigos e arrisquem. Passem um bocado diferente. Se não adorarem podem vir cá chamar-me nomes (e aposto que isso não vai acontecer). Eu gostei tanto que entretanto até já fui fazer mais um Escape Game. E hei-de voltar a esta Mistery Escape Game Lisbon  para fazer o segundo mistério - fizemos o do Vinho do Porto (com direito a cálice no fim) e ainda ficou por fazer o dos Descobrimentos, que é de nível avançado.


As salas têm horário alargado (última entrada às 23h) e portanto essa desculpa não há. Também há em várias cidades (oferta ativa no Porto aqui e em Torres Vedras aqui) e existem várias outras salas de Escape em Lisboa (diz o Manel que se dão todos bem). E não deve estar a mentir que o Manel é fixe. Numa parte do jogo queixei-me da balança pré-histórica que fazia parte do cenário e desabafei que devíamos ter uma balança da Bimby. Ao que a voz do além (o Manel, através do walkie-talkie) responde: "muito caro".

 

 

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19
Set16

Fiz birra para ir ao Ecork.

Maria das Palavras

Ecorkhotel Évora Suites & SPA 4* | 1 a 7 Noites com Opção Meia-Pensão ou Massagem | Odisseias | Maria das Palavras

 

Acompanho com muita atenção o Facebook Odisseias porque eu, que não tenho por ídolo nenhum cantor, nem ator, nem atleta de desporto nenhum, sou mesmo muito fã de escapadinhas - acho que já devem ter reparado, é coisa constante desde que comecei o blog relatar-vos as nossas, já bem antes da parceria com a Odisseias me permitir abusar ainda mais. Ora o que é que está sempre a aparecer no Facebook da Odisseias: a celebridade X que foi ao Ecork, a pessoa Y que foi ao Ecork, o rais-ta-parta foi ao Ecork, e eu ainda não tinha ido. Fiz-me de forte por uns tempos. Pensei: ah, que se lixe, o portfólio da Odisseias é tão grande, de norte a sul + ilhas e estrangeiro, porque havia eu de ir para onde vão os outros todos? Gosto de manter este ar do contra, costumo ser mesmo, odeio entrar no rebanho. Algo que me valeu a alcunha de blogger (a menos in). Mas até a menos in tem limites. Às tantas não ir ao Ecork assemelha-se a não ter o braço direito e como é que eu vos escrevia tão agilmente sem o o braço direito? A vontade de lá ir em luta interna com o meu espírito contraditório, apimentados pelas fotos de uma piscina do infinito alentajana, já roçava a dor física. 

Ainda estava eu nesta luta interior, repetindo ao espelho "não queres igual ao outros, não queres igual aos outros" quando uns amigos nos desafiam para um fim de semana fora. Num sítio onde já andam a pensar ir há muito tempo, que até tem voucher Odisseias...onde? Precisamente. No Ecorkhotel Évore Suites & Spa. Então pude fazer o meu papel: revirar os olhos e dizer "que chatice, toda a gente lá quer ir, que falta de originalidade", mas depois antes que eles mudassem de ideias "vá, pronto, já reservei para todos".

 
E meus amigos...foi isto...
[cliquem na seta para passarem as fotos da galeria]


 

O melhor:

  • A água aromatizada com limão oferecida à chegada. Não me lembro da última vez que tinha conseguido aproveitar a bebida de cortesia visto que têm sempre alcóol e eu não bebo alcóol. Sim, também tinha a opção champanhe. 
  • As camas e almofadas. Uma perfeição que me fez lembrar as minhas melhores camas de hotel da vida - do Confort Inn em Londres que oferecem a garantia "durma bem ou devolvemos o dinheiro".
  • A decoração do espaço. Quis trazer para casa muitos dos quadros em exibição. O pior é que estavam à venda, pelo que o Moço teve de me bater nas mãos. 
  • A área da piscina do terraço. Linda! Com espreguiçadeiras confortáveis e caminhas de praia. Uma piscina maravilhosa com vista sobre o alentejo. E o apoio de um bar com gelados da Olá. Isto ao pé de amigos é tudo o que se quer da vida.
  • O pequeno almoço é tudo o que se espera de um hotel assim e um pouco mais. Com opções de leite de soja e fiambre de peru, por exemplo, fruta fresquíssima cortada ao momento, e todas as opções do costume sem faltar nenhuma. 
  • A simpatia e disponibilidade da maior parte dos funcionários, que nos ajudaram até a escolher restaurante em Montemor (muito além da sua obrigação.

 

O pior:

  • Achei os quartos (não são bem quartos, são suites jeitosas com sala, casa de banho, quarto e terraço) mal iluminados. Mas o casal que foi connosco não achou o mesmo, pelo que pode ser só falta de vista minha.
  • O jantar lá não teve a relação qualidade-preço ideal. A verdade que comi um linguini nero maravilhoso, antecedido de uma sopa de legumes deliciosa. Mas talvez a minha opinião esteja ligeiramente afetada pelo fato de um dos funcionários, o que trouxe a salada ao Moço, ter insistido muito na ideia de que normalmente as saladas são para mulheres porque elas é que têm "as manias da dieta". E se ele não queria mesmo uma sandes de presunto para ficar bem. Rimo-nos, claro, mas não lhe ficou muito bem. 


Voltava num piscar de olhos. A Odisseias tem voucher para o EcorkHotel que tem muitas suites (organizadas ao estilo L'AND Vineyards, pelo que acredito que com alguma antecedêcia, não terão dificuldade em marcar. Está aqui: aproveitem se puderem. E de Inverno também não se deve estar mal (tem piscina interior, SPA, salão de jogos e uma lareira linda).



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26
Jul16

A praia da Gambôa e a Mercearia d'Alegria

Maria das Palavras

A Mercearia d'Alegria Boutique B&B | Peniche - Experiência Odisseias por Maria das Palavras

 

Esta experiência Odisseias saiu-me melhor do que a encomenda. Confesso que quando comecei à procura de algo na zona oeste onde passar a noite para aproveitar o sol (e as folgas do Moço ao fim-de-semana, que são raras) comecei por pesquisar nos hotéis típicos de beira da praia, e só depois de saber que já estavam cheios como ninhos de andorinhas na Primavera, me virei, numa pesquisa mais aprofundada para este hotel boutique sem piscina, um bed and breakfast que me pareceu de decoração catita ali a 300 metros de uma tal de praia da Gâmboa. E foi o melhor que podia ter acontecido. 

Adorei a pequena praia, tanto quanto é possível eu adorar uma praia que não tenha água quente e sombra de palmeiras, almoçámos muito bem na zona de Peniche e tivemos uma estadia ótima com alguns detalhes adoráveis e improváveis (já vos conto tudo). Recomendo mesmo (já tive muito boas experiências com a Odisseias e, sem esperar, esta foi para o topo da lista). Vou recomendar aos meus amigos e recomendo-vos a vocês. 

 


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08
Jun16

A minha primeira experiência a três.

Maria das Palavras

Tenho de abrir o jogo convosco e contar-vos a minha primeira vez com dois estranhos: um homem e uma mulher. Começou por ser estranho, mas acabou por ser uma experiência de puro deleite. Já sei o que estão a pensar: e o Moço? Ficou de fora, mas apoiou-me. Sabe que precisamos destas quebras na rotina para manter uma vida animada. 
Eu cheguei e deixaram-me numa sala. Pediram que me despisse. Que me estendesse. As luzes baixas. A música suave. E depois besuntaram-me com óleo para que as mãos escorregassem melhor no meu corpo. As mãos e...só as mãos! Estava na Stetic4U a receber uma massagem a 4 mãos, experiência Odisseias, o que achavam que era? Hein, seus pervertidos ordinarões? Envergonham-me com essas mentes putrefactas...

 

Stetic4u - Experiência Odisseias | Maria das Palavras

 

Mas esqueçamos à vossa mente e voltemos à minha. Sabem quando estamos a ser massajados e é suposto estarmos de mente vazia? Normalmente não consigo. Aproveito muito bem a experiência, mas estou sempre a pensar em qualquer coisa, normalmente de como vou contar o que se passa aqui no blog ou ao Moço. A promessa era uma massagem a 4 mãos com aromaterapia e cromoterapia. E com todos estes estímulos ao mesmo tempo é impossível não esvaziar a cabeça e ter foco total nas sensações.

 

Quando estão a ser massajadas partes diferentes do corpo a sensação é boa, sendo que há sempre uma zona que está a predominar em relação a outra - normalmente a nossa favorita de levar festinhas. Mas quando se fazem danças sincronizadas nas nossas costas a quatro mãos ou temos as duas pernas ou os dois bracinhos em modo frango assado a ser bem massajados: chegámos ao céu e não temos travões. 


Stetic4u - Experiência Odisseias | Maria das Palavras

 

Percebi logo a parte da aromaterapia quando me começaram a esfregar aqueles óleos cheirosos, mas só quando me virei para baixo e me deparei com um jogo de luzes (sem ser o da sala) é que apanhei com a cromoterapia em cheio. Mas não dá sensação de discoteca, são luzes suaves que variam de cor e fazem parte do jogo de sentidos (mesmo com os olhos fechados). 

 

Uma coisa que eu gostava de propor aos donos de clínicas de estética e spa's que oferecem massagens é porem uma câmara escondida apontada à cara das pessoas quando estão com a face aqui enfiada neste orifícios das macas de massagem (deve ter outro nome). Pelo menos eu tenho expressividade suficiente para fazer um filme mudo - e não é só quando estou a tentar não me babar.

 

Stetic4u - Experiência Odisseias | Maria das Palavras

 

Foi de facto a primeira vez que fui massajada por duas pessoas em simultâneo e posso garantir que é todo um novo nível! A equipa também era uma simpatia, não só os talentosos que me puseram as mãozinhas em cima, e explicaram-me que tinham outros "rituais" de massagens, com surpresas românticas (como cápsulas com mensagens), de aniversário (flor de lótus que abre com uma vela, bolinho), etc. Fiquem com a pulga atrás da orelha para as ocasiões especiais - que eu também fiquei. 

 

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28
Abr16

Odisseias da Maria: a noite à beira do Douro...ou quase.

Maria das Palavras

Maria no Douro - Maria das Palavras

 

Vamos fazer de conta que eu não deixei passar quase três anos e duas vidas para continuar o relato da escapadinha de aniversário que comecei aqui, continuei descrevendo este episódio genial e pausei depois deste post sobre Aveiro.

Em relação ao Douro...Comecemos por dizer que não sou nova nestas zonas. Vou ver o Douro pela margem sempre que visitamos a família do Moço (que se ajeita ali mais para ao pé do Tua). Mas desta vez, e porque íamos em escapadinha de aniversário, antes de ir ter com a família, quisemos experimentar as encostas vinhateiras só para nós, por uma noite. A convite da Odisseias, ficámos no afamado Douro Scala em Mesão frio, para cima do qual eu andava a babar há meses. Felizmente, assim que fiz a parceria com a Odisseias ficou esclarecido que os artigos sobre as experiências são da minha total responsabilidade e escritas com total liberdade porque...saí de lá desiludida. Sirva este post também para vos confirmar que tudo o que recomendo é de coração, sem influências externas. Não é que tenha sido mau, até foi em partes, maravilhoso, mas...eu explico.

 

Vista sobre o Douro - Maria das Palavras

 

Talvez o problema fosse das expectativas. Andava a sonhar com esta estadia há demasiado tempo. O local é impressionante, no topo "do mundo" com vista sobre uma vasta extensão de vinhas e a Serra de Cidadelhe, mas não pude deixar de notar a falta que me fez olhar o rio. Ora há pouco tempo tinha estado no Delfim Douro (só de passagem, não fiquei lá) que se debruça mesmo sobre a água e penso que estava a querer igual.
Fomos impecavelmente atendidos, diga-se, e o edifício é maravilhoso, fundindo uma estrutura rústica de uma casa senhorial (com direito a uma biblioteca antiga, uma capelinha e tudo e tudo) com um complexo moderno. Ofereceram-nos um Porto à entrada que o Moço não recusou e fizeram-nos a reserva para o jantar. 

Interior Douro Scala - Maria das Palavras

 

O quarto era espaçoso e com a mesma tendência para conjugar o clássico e o moderno, com uma cabine de duche no próprio quarto (o lavatório ao lado e a sanita dentro de um compartimento que parece até um roupeiro, muito bem disfarçado). Palmas para o melhor duche que tomei na viagem toda - fenomenal com a água a cair do teto com a temperatura e a pressão certa. Há poucas coisas neste mundo que valorize tanto como um bom duche quente (até deixar a pele vermelha). No entanto, não esquecendo que estamos num hotel de cinco estrelas, e embora não me mate,nem me engorde, não achei muito natural haver toalhas desfiadas e um buraco no tecido da cortina. Sei, sei, os hóspedes são uns selvagens, mas o hotel tem uma reputação a manter. Pormenores que fazem a diferença. Mesmo num sítio tão bonito como este que aqui vos mostro.

 

Douro Scala - Maria das Palavras

 

Espantem-se: usámos o ginásio e não o Spa. Isto porque o Spa estava cheio e o ginásio não. A bem da verdade, o Moço usou o ginásio e eu andei 3 minutos na bicicleta e depois fartei-me. Uma fraca, é o que sou. Mas diverti-me a fazer vídeos dele a correr e eu paradita a rir-me. Equipada, que mesmo para gozar, visto-me a rigor. Na foto seguinte, podem testemnhar isso e verem aquilo que a minha tia chama de "ancas de parideira".

 

Ginásio do Douro Scala - Maria das Palavras

 

O meu tempo mais bem empregue foi passado na varanda, a ler, com o Sol por cima e a maravilhosa vista à frente (mesmo sem ter o rio). Aí sim, um luxo, 20 estrelas.

Do jantar, não vos vou falar, porque acho que já casquei o suficiente no hotel. Ok, vou falar: esperámos muito e quase tudo estava frio. Muito abaixo das minhas expectativas, é o que vos digo. O pessoal foi sempre um mimo, acederam a todos os nossos pedidos, até porque a alimentação do Moço implica algumas esquisitices - isso também não se pode esquecer. E não quero ser uma ingrata ou mentir dizendo que me arrependo de lá ter ficado, porque não foi de todo o caso. Contudo era um hotel de 5 estrelas e não parecia. Pronto, é isto. Verdade seja dita, o preço também não se assemelha a outros hóteis de 5 estrelas onde já tive a sorte de estar e portanto não há milagres. Mas...mas...

Jantar no Douro Scala - Maria das Palavras

 

O Douro, esse, continua majestoso como sempre. E não fomos embora sem tirar umas belas dumas fotos (mais outras pelo caminho). Foi mais ou menos na altura que a minha máquina fotográfica deu o berro. Creio que se sentiu incapaz de registar a sumptuosidade do que via à frente.

 

dourofoto1.jpg

 

dourofoto2.jpg

 
E para visitar o Douro têm várias opções de estadia além desta, mesmo dentro do mundo de experiências Odisseias. Espreitem esta, com o relato da nossa Just Smile. 

 

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04
Abr16

Odisseias da Maria: Aveiro e o City Lodge

Maria das Palavras

No segundo dia da escapadinha que começou começou saborosa, mas turbulenta, fomos para Aveiro. Já tinha passado pela "nossa Veneza" umas quantas vezes, mas nunca com tempo suficiente sequer para provar uma tripa. Escolhemos a estadia na Odisseias (paguei do meu bolso, sim? para não acharem que isto é só borlas). Ficámos no Aveiro City Lodge, que está localizado no coração da cidade, com uma experiência que incluía o pequeno-almoço,uma oferta de ovos-moles à chegada e um passeio de Moliceiro para dois - tendo em conta que só o passeio de Moliceiro é 8€ à cabeça, o voucher compensou bastante. Vejam aqui.

 

Aveiro City Lodge | Maria das Palavras

 

A senhora que nos fez o check-in era claramente uma apaixonada pela cidade. Falou-nos com muito entusiasmo do passeio de Moliceiro e aconselhou-nos a estar junto à embarcação (posso dizer assim?) logo cedo na manhã seguinte, prometendo que não chovia apesar de o IPMA dizer o contrário (e estava certa). Tínhamos deixado o carro mesmo à frente do City Lodge, onde há parquímetro, mas ela deu logo os conselhos por baixo da mesa: a esta hora (era fim da tarde) já não vale a pena pagarem e se puserem moedas depois da hora em que acaba o parquímetro fica logo pago para a manhã seguinte. Obedecemos, deixando lá o carro, até porque o parquímetro lá tem uma taxa mais engraçada que as Lisboa e não íamos ficar muitas das horas pagas. 

 

Casas de Aveiro e seus azulejos - Maria das Palavras

 

A seguir fomos passear pela cidade a pé - eu já com dois ovos moles no bucho. Ver as casas todas com os seus azulejos diferentes, dizer olá ao mercado do peixe e à ria, tirar muitas fotos enquanto o sol descia (não aceito comentários abaixo de "porra, que luxo de fotos"). Depois voltámos ao City Lodge para nos pentearmos - afinal o jantar ia ser com a boa da M.J. e seu noivo e tínhamos de fazer boa figura na terra deles. O restaurante onde comi um bife do tamanho do pé do Moço era pertíssimo de onde estávamos - maravilha. Só me escapa agora o nome. Até porque estava entretidíssima com a companhia. Não digam a ninguém, mas somos os 4 pessoas péssimas e portanto demo-nos muito bem. 

 

riadeaveiro1.jpg

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Na manhã seguinte, depois do pequeno-almoço - que está incluindo no alojamento mas se toma num dos cafés da praceta - lá fomos ao Moliceiro. Gostei muito da visitinha guiada pela ria, onde o...Sr.Moliceiro (?) nos ia explicando o que estávamos a ver e um pouco da história da cidade à medida que passávamos por ela. Mas eu sou uma taradinha por embarcar em coisas instáveis (barcos, aviões, lojas da Primark) por isso já calculava.

 

Moliceiro em Aveiro - Maria das Palavras

 

Depois fomos arrumar as coisinhas ao hotel e seguimos para a Costa Nova a.k.a. sítio das casas às riscas. Não comi o pastel de nata, nem o gelado, nem a tripa de lá, porque já estávamos perigosamente perto da hora de almoço, mas enchemos o bucho de passeio. 

 

Costa Nova | Aveiro - Maria das Palavras

 

A seguir voltámos o carro para nordeste e fomos em direção ao próximo destino, ali nas margens do Douro. Ficam para ler? 

 

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01
Mar16

Marisco e Camisas brancas | Uma voltinha à Ericeira

Maria das Palavras

A coisa começou por correr muito mal. Tínhamos planeado uma tarde simpática pela Ericeira, bom almocinho, respirar a praia, mas, algures entre o plano e a realidade, a chuva e o vento fizeram-se de convidados. Faltavam cinco minutos para a hora da reserva do almoço e (segundo o Google Maps) 30 minutos para o local. Ligámos a avisar (correção: ligou ele, já que motivou o atraso). Odeio atrasar-me, é ponto de honra. Acalmei assim que pusemos os olhos no mar. O restaurante que escolhemos, a convite da Odisseias, era mesmo na linha da praia, o carro ficou estacionado a olhar para o mar e eu - mesmo atrasada - não entrei sem tirar um par de fotos primeiro.

Entramos assim na Marisqueira Ribas, empurrados pela brisa marítima (fresca, a velhaca). Só para descobrirmos que a nossa reserva estava feita para um dia diferente...fiquei atrapalhada, tinha havido ali um problemita na comunicação, mas os senhores não ficaram nada atrapalhados. Que não fazia mal, que estava tudo bem e receberam-nos com simpatia e atenção.

 

Marisqueira Ribas | Odisseias

 

Demasiada atenção, pensei eu a determinado momento, quando os via sempre a espreitar para  nossa mesa - mas depois, parola, acabei por perceber que se devia ao facto de termos escolhido a mesa mais escondida (gosto de cantos, não sei explicar) e eles tinham de perceber quando substituir os pratos, entre outras coisas.


O pão quente para receber a manteiga começou logo a encher-me o coração e a travessa de marisco não tardou a vir. Quando o senhor pousa o martelinho da sapateira é que olho por mim abaixo e penso: bem jogado, Maria, com a escolha dessa camisa branca. Posso dizer-vos - e  tenho testemunhas - que a camisa ficou intacta. Nem molho de sapateira, nem um bigode de camarão. Não posso dizer o mesmo das minhas mãos, cabelo, toalha da mesa, chão e possivelmente paredes...mas isso é outra história. Não posso ser a única que tem problemas de logística a comer marisco...embora já me safe muito bem a descascar gambas com faca e garfo, é um bocadinho impossível fazê-lo com sapateira...

 

Marisqueira Ribas - Odisseias | Maria das Palavras


A travessa tinha sapateira (recheio e perninhas), camarão, ostras, mexilhões, percebes e búzios. E eu só sabia comer metade. Mas como o senhor bem apontou "se não sabe, pegunta". Foi assim que fiquei a saber que  os percebes sao bons escurinhos com extremidades avermelhadas, que os búzios são parecidos com as ostras, mas cozinhados. E que as ostras se devem comer com pimenta e muito limão e - a frase do dia: engolem-se não se mastigam. 

Estava tudo delicioso, mas as ostras não gosto, nem com limão e pimenta, nem a engoli-las como um comprimido como me ensinou o senhor. Aquela textura... Haverá aqui amantes de ostras?

Marisqueira Ribas | Experiência Odisseias - Maria das Palavras

 

As sobremesas eram do dia e caseiras e, portanto, não necessariamente as que estão escritas no voucher. No caso, optámos por fruta (olhó abacaxi) e uma baba de camelo que...bem, o aspeto fala por si. 

Baba de Camelo - Ribas | Odisseias - Maria das Palavras

 

Entretanto não ficámos pela Ericeira tanto tempo como estimámos, por causa da não-tão-agradável meteorologia, só o tempo suficiente para tirar mais umas fotos. É que mesmo de céu cinzento, a paisagem é maravilhosa. Sem filtro, senhoras e senhores.

 

Ericeira | Maria das Palavras

  

Ericeira - Maria das Palavras 

Ericeira - Maria das Palavras

 

Ericeira - Maria das Palavras

 

À tarde fomos redescobrir o espaço do LX Factory. Adorei. Logo vos mostro também.
No próprio dia (foi Sábado) fui publicando fotos e novidades do passeio no Facebook e Instagram. Juntem-se a mim nessas redes sociais para não perderem pitada das minhas tolices, com toda a adrenalina da experiência ao vivo.

 

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02
Fev16

Odisseias da Maria: Monte dos Pensamentos | Estremoz

Maria das Palavras

De Sábado para Domingo, no segundo capítulo da comemoração do nosso aniversário de namoro, decidimos usar um pack Odisseias que ainda andava cá por casa (oferecido pelos cunhadinhos). Depois da estadia que vos mostrei num resort de luxo, pensámos que qualquer noite que se seguisse a esta saberia a passar de cavalo para burro. Mas esquecemo-nos que o burro é um animal caricato e cheio de encantos próprios, mesmo que não tenha a crina lustrosa do seu primo que vai aos concursos. 

Monte dos Pensamentos

 

A escolha recaiu sobre o Monte dos Pensamentos, em Estremoz. Não havia quartos simples disponíveis, pelo que ficámos numa suite (mediante pagamento de um extrazito, claro). Mas não houve arrependimentos. A receção , onde também está a piscina e o salão de jogos (que é na verdade a divisão da foto acima), fica a uns 100 metros do edifício onde estão os quartos que também tem uma cozinha e uma sala comuns. 

Quando entrei no quarto, fiquei positivamente deslumbrada. A decoração moderna, com capas dos livros do Tintin transformados quadros, a colcha bordada maravilhosa, a salamandra com o lume preparado (voltamos a isto mais tarde) e uma cama-individual (que virou sofá), o LCD, uma garrafa de água de cortesia e a casa-de-banho super moderna em pedra. Em termos de turismo rural...não podia ter melhor aspeto. 

Monte dos Pensamentos - Experiência Odisseias | Maria das Palavras

 

Aprendi mais tarde que mesmo os quartos mais bonitos, com ar condicionado e salamandra, podem fazer-nos passar um frio de rachar, mas como me disse uma amiga minha quando lhe contei isto: é Janeiro, querias milagres? 

Tive uma luta de titãs com a salamandra, mas ao fim de três horas a bicha acendeu, tornámo-nos as melhores amigas, e foi um luxo estar a ler ali à beira do calor, em dois cadeirões confortáveis. Sabem aquela sensação "não-saio-daqui-nem-que-sinta-a-pele-das-pernas-a-arder"? Foi tal e qual. 

Maria à Salamandra no Monte dos Pensamentos - Maria das Palavraa

 

Nessa tarde visitamos Estremoz, bebemos um chá n'A Cadeia Quinhentista - um bar que era mesmo uma antiga prisão, muito pr'ó engraçado - e aprendi que os ilustres da minha terra (D.Dinis e a Rainha Santa Isabel) também são famosos por lá. Comemos numa das tascas mais antigas do sítio, onde não fomos lá muito bem atendidos, mas eu tive oportunidade de a) provar e ficar fã da sopa de cação e b) mostrar ao Moço como sou a melhor namorada de sempre, ao deixá-lo ver o Porto durante o jantar, sem refilar (muito).

 

Estremoz - Maria das Palavras

 

No Domingo, antes de voltarmos a Lisboa via bifana de Vendas Novas, ainda visitamos Vila Viçosa, onde o que mais impressiona é o Paço Ducal e o borrego assado do Ouro Branco . Estranhei que num Domingo tão solarengo houvesse tão pouca gente a passear numa cidade tão alva e bonita, mas quem sou eu para mandar na vida dos outros? 

 

Vila Viçosa - Maria das Palavras


E pronto - correndo tudo bem - para o ano há mais!

 

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