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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

17
Nov17

Essa sacana que não tem outro nome.

Maria das Palavras

Sapos do Ano 2017

 

Ou até tem. É sacana AKA Magda. Pois essa sacana que afinal até tem outro nome, decidiu fazer uma competição em resposta aos Blogs do Ano. Os Sapos do Ano. É por assim dizer, o concurso do blog-mexilhão. E achei uma ideia para lá de fantástica, visto que há por esta blogosfera fora (no bairro verde e noutros bairros) uma imensidão de blogs de qualidade que não sairão nunca do anonimato (até porque agora a vida está é para as Youtubers e Instagrammers e o pessoal de essência nas palavras que se lixe). 

 

Então qual é o problema Maria?

(pausa para perguntarem)

 

O problema é que fez isto numa altura em que tenho o blog em serviços mínimos, escrevendo as minhas "curtas" do dia a dia e pouco mais. É uma fase, digo eu. Mas uma fase que me impede de chegar à taça mais verde. Estou sem estaleca competitiva. Podia ter feito isto na minha maré alta quando eu andava aí na vida das colaborações e parcerias e textos longos e pensados? Podia. Mas a sacana esperou por um momento em que eu não tivesse a mínima chance contra Gaffes, MJs e Mulas da vida - essas lindas (entre outras e outros) que não me esquecerei de nomear para prémio. 

 

Proponho um castigo: votem todos - em comentário no post dela, no Facebook ou por email. Não necessariamente neste humilde blog, mas em qualquer outro que vos sirva doses regulares de sorrisos. É que ela nem sabe no que se meteu quando se propôs a fazer contagens manuais de votos...

 

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14
Jan16

Obrigada, obrigada, obrigada.

Maria das Palavras

Maiores LOLs  de 2015

 

Queria agradecer aos meus pais, ao meu agente (eu), e aos verduscos mais fofos cá do bairro que me atribuiram um Óscar do LOL pela minha obra relativamente ao síndrome do óculo ordinário. Deixo ainda uma palavra aos restantes vencedores - todos eles merecedores de puras gargalhadas, com textos sublimes a serem lidos. Tenho bastante certeza que não há Nobel da escrita que alguma vez possa ganhar que ultrapasse esta honra, quando ainda sou apenas uma desconhecida cidadã do mundo - muito embora tenham posto logo de lado a entregas de estatuetas, o que acaba por ser de mau gosto. Continuarei na luta pelo movimento #progargalhada e é bom ver assim reconhecidos os meus esforços.

E juro que, hoje em particular, estou vestida a rigor para a passadeira vermelha - as orelhinhas não me deixam mentir. Talvez não seja a fatiota mais apropriada para uma blogger premiada...mas quem manda escolher a menos in?...

 

Fato de gala - A blogger menos in - Maria das Palavras

 

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10
Dez15

A nata da nata em 2015 (e quem discorda tem pulgas)

Maria das Palavras

Eu queria chamar-lhes Globos de Ouro ou Óscares, mas o nome já estava ocupado. Por isso cá vos trago as minhas escolhas: o melhor de 2015, aqui para a Maria - do show biz e não só! No fundo é daquilo que me interessa. Por exemplo, música não tem, porque só gosto de música velha e versões novas dessa música velha (sim, sou uma snob).E não é cedo demais - escrevo-vos isto enquanto tenho ainda alguma da vossa atenção, que bem sei que já andam todos distraídos e meio encandeados para o mundo dos blogs por causa das luzinhas de Natal e das lantejoulas dos vestidos da passagem de ano. Se fosse ontem, por exemplo, é que tinha sido cedo demais (MUAHAHAH).

MARIETTES 2015 - Maria das Palavras

 

O LIVRO: A verdade sobre o caso de Harry Quebert, Jöel Dicker

 

O livro já tem uns bons anos (e pelo menos um deles inteirinho passado na minha estante), mas só este ano peguei nele. E quase me chicoteei por não o ter feito mais cedo - quando o Moço chegou a casa já estava eu de costas nuas a ganhar balanço para lançar a chibata para trás. A história tem tudo e mais uma página e está muito bem organizado e escrito. Foi sem dúvida o melhor livro que li em 2015 (não, não foi o único e os outros não eram todos de banda desenhada).

 

A SÉRIE: Orphan Black

 

Confesso que não fui cheia de expectativas. A sinopse dizia que era canadiana e sobre qualquer coisa como clonagem e - a Dolly que me perdoe - mas não é tema que me apaixone. Acontece que andava sem série para ver e em busca de um novo amor televisivo. Já tinha visto vários primeiros episódios e nunca me apeteceu ver o segundo. Foi no meio desse desespero que experimentei esta série com o Moço. Não sei o que sucedeu. Prendeu logo. A série NÃO PÁRA. E nós não descansámos enquanto não consumimos tudo o que era possível. BTW: estou novamente à procura. 

 

O FILME: A Visita

 

Apercebo-me agora que vi muito poucos filmes em 2015 (muito menos que em 2014, quando me metia em tudo o que era passatempos de bilhetes e ia ao cinema quase todas as semanas) e que os que vi não me marcaram especialmente. Revendo a lista de estreias do ano apenas um me salta a vista. Já vos tinha recomendado e continuo a fazê-lo. Não é bem terror, nem bem comédia, nem bem thriller, nem bem nada. É um filme sem rótulo. Só vendo. Prometo que é tempo bem aproveitado e aceito que me queiram escrever no livro de reclamações se não concordam.

 

O ESPETÁCULO AO VIVO: Commedia à La Carte

 

Rir até à indisposição é a melhor das sensações de enjoo (senão a única aceitável). Pensei com carinho no teatro a que assisti em Sintra, ao ar livre, o Vampíria, que não ficaria aqui nada mal. Ou no negríssimo (de humor) Sinel de Cordes. Mas este espetáculo tem uma vantagem imbatível: se pudesse ter ido todas as noites em que esteve em cena em vez de uma apenas, em todas me teria rido da mesma forma, com um improviso diferente. No mesmo espetáculo. Marquem para 2016 conhecer o trabalho destes malandros, prometem?

 

O ESPAÇO: Fábrica dos Sabores, Lisboa


Hei-de falar-vos melhor do espaço onde se come um dos melhores brunches de Lisboa (sim, sei que é muito IN da minha parte ir ao brunch - mas se pensarem bem não é chique, é labrego. Conseguem pensar em alguma coisa mais labrega que acordar tarde e comer pequeno-almoço e almoço, tudo ao mesmo tempo?). Começámos por botar lá o pé por ter pão biológico, que é o único que o Moço come (prometo que não é cá por manias) e acabámos rendidos a TUDO. Os bolos, os croissants, aquelas panquecas com nutella e morangos, até os iogurtes de fruta, o ovo mexido na perfeição ou o pão caseiríssimo e, valha-me nossa senhora, aqueles scones. Tornou-se rapidamente o local oficial dos pequenos-almoços fora. 

 

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