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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

02
Dez18

Põe-te fino, Moço!

Maria das Palavras

Rodrigo Guedes de Carvalho - Jogos de Raiva | Maria das Palavras

 

Lembram-se da lista de presentes que publiquei aqui no blog já lá vai um mês? Pois bem, já recebi uma prenda. A primeira prenda de Natal! O livro que me deu água na boca assim que a Magda (que é uma autoridade nisto dos livros) confessou que este passou diretamente para o top dos seus livros favoritos. E chegou-me às mãos no momento certo, afinal fala sobre a comunicação na era digital no meio do berbicacho do Artigo 13 (leiam este artigo do Polígrafo para ficarem um pouco mais esclarecidos sobre o assunto)

 

Recebeste essa maravilhosa prenda que já mendigaste há um mês de quem ,  Maria? perguntam vocês.

Do Moço? Não. Família, amigos, colegas? Nop. 


Da JBNet.pt. É um daqueles alinhamentos dos astros. A JBNet é uma empresa nacional (de Vila do Conde) mas vende para o retalho, ou seja, não poderia eu ter lá comprado o livro nem que quisesse, porque é B2B - que é uma pena porque vende artigos de livraria, papelaria, informática, brinquedos, enfim... Tem cash&carry em Vila do Conde e vende online para todo país. E está feita a apresentação, em agradecimento a algo muito especial para mim: a minha primeira prenda de Natal. Se houver por aí candidatos à segunda, estou TÃO ao dispor.

 

Moço, se não te pões a pau...ficas sem a lista facilitadora! 

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07
Jun17

#videomaria: há coisas que nunca mudam

Maria das Palavras

Este é um dos filmes a concurso na edição do Festival de Cannes deste ano. Está em francês mas vale a pena ver - apenas no caso de serem pais ou filhos (portanto no caso de toda a gente). Muito jeitoso. Se tiverem curiosidade em ver o top 20 dos candidatos a Leões no Festival, selecionados pela Gunn Report, cliquem aqui.

 

 

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04
Mai17

Estou furiosa! Para lá de ofendida!

Maria das Palavras

Então não é que me enviam por email a oportunidade de receber uma amostra (e partilhar essa oferta convosco) de um creme de REJUVENESCIMENTO DA PELE!! REJUVENESCIMENTO. Genteee, eu tenho 30 anos, não podia estar mais fresca e fofa (não fosse esta febre que agora me assolou...e uns poros chatos...e a pele oleosa para combinar com o cabelo). Euzinha? Esta fonte da juventude inesgotável, na flor de idade. Os 30 são os novos dez! Penso que nunca na vida usei a palavra piúrsa. Aí está ela: estou piúrsa. Isso e acho que grátis até injeção na testa e portanto mandei vir a amostra. Que uma 'ssoa tem de se tratar em antecipação, né? 

Pronto, se também quiserem uma é só clicarem na imagem. E eu nem  vos chamo cotas. Mas só porque também vou experimentar.

Uma dica: têm de clicar na lupa depois de inserirem o código postal. São só 25.000 amostras, espero que ainda vão a tempo, que eu para consultar o email ando uma desleixada. 

 


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25
Jan17

Ser profundamente otimista.

Maria das Palavras

Portanto vão 23 dias sem comer qualquer tipo de doce, comida processada, gorduras saturadas, fritos, gelados...meu Deus, GELADOS. Vou para experimentar um par de calças que ainda há uns meses me serviam (ou serão anos e eu tenho roupa a mais e nem tenho dado por elas?) e não passam desta anca de parideira (sem filhos). É que nem com exercícios de ioga ou manteiga aquecida a escorrer nas dobradiças. Não passam.  

 

Agora tenho duas opções. 

 

a) Choro baba e ranho enquanto ligo para a telepizza (carbonara extra queijo com pepperoni em vez de cogumelos, faxabor).

b) Convenço-me que preciso mesmo é de arranjar uns modelitos novos. Sendo otimista: é a oportunidade perfeita para ir às compras.

 

Não sei se já vos disse que esta blogger malfadada, pouco merecedora desse epíteto, nunca na vida teve calças da marca em questão (se clicarem nas imagens, lá chegarão). Mas como ganhei uma paixão assolapada e inexplicável pelo modelo do meio (para não dizer por estes três), o qual apelidei carinhosamente de Floribella Wannabe, creio que vou usar o dinheiro que ando a poupar em batatas fritas (provavelmente não chega, já viram o preço logo dessas?), para me dar uma recompensa pelo esforço que ando a fazer. Isto se ninguém mas quiser oferecer (para já a marca ainda não se pôs na fila, mas se alguém tiver contactos que grite, que eu faço olhinhos de gato das botas).

 

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28
Dez16

Uma Odisseia em...Alcobaça

Maria das Palavras

Mosteiro de Alcobaça - Maria das Palavras

 

Na altura mostrei-vos fotos da nossa passagem por Alcobaça e deixei boa recomendação do hotel mas ficou prometido o post com informação mais completa que ainda não tinha escrito. Antes que o ano acabe: cá está ele! (sou só eu que ao proferir esta expressão tenho imagens claras de um excerto do filme de animação Idade do Gelo? Sou? Ok, esqueçam.)


Quando chegámos a Alcobaça nessa tarde chovia copiosamente. Como na manhã seguinte íamos rumar à Nazaré decidimos ir logo espreitar o mosteiro (que o Moço afirmava não conhecer) e vimos uma agitação bonita na cidade, meio pintada de Natal. Não percebemos logo o que era, mas passeamos um pouco (mesmo pouco, já disse que chovia bem?). 


Rumámos ao hotel com a ideia de por lá jantar e ficar. No check-in a senhora que nos atendeu tinha acabado de queimar a mão no presépio (ironias) e mesmo com mão assada não se coibiu de ser super simpática e dar-nos dicas sobre a cidade.Contou-nos o que se passava: era o fim-de-semana do festival de doces conventuais (para o qual nos ofereceu entradas) e havia um espetáculo de videomapping a não perder no mosteiro. Sem termos planeado, tínhamos ido no dia certo. O nosso plano é que se refez: jantar no hotel primeiro, sair de novo para a chuvosa cidade depois. 

Mas primeiro: conhecer o quarto! 

 

Vale d'Azenha Hotel Rural & Spa - Odisseias | Maria das Palavras

 

Digo-vos já o bom e o mau da estadia, sendo que foi uma das melhores do ano com a Odisseias. Já recomendámos a mais amigos que procuravam uma escapadinha de fim de semana, porque sem dúvida vale a pena pela simpatia, pelo espaço muito bonito e elegante e uns tantos outros detalhes.

 

O quarto era bonito e aconchegante, o duche era bom e tinha esponjas para os hóspedes (!), a envolvente bonita (imagino sem chuva), o wifi funcionava bem e havia espelhos em todo o lado! O Spa  está ao dispor e o jacuzzi é por marcação, exclusivo para quem reserve - o que achei um pormenor diferenciador de luxo. Não usámos porque nos esquecemos da roupa de banho e o Moço confessou logo à senhora da receção, com a sua candura excessiva, que só tinha trazido boxers e cinzentos...

Honestamente, e se não fosse pelo pequeno-almoço (já comi noutros com muito mais variedade) diria que é um hotel de 5* e não 4* (como é efetivamente). Também trocava a carpete do corredor que creio não combinar com a elegância do resto do hotel, mas isso já sou eu a ser picuinhas. 

 

Golden Restaurante - Hotel Vale d'Azenha | Alcobaça com Odisseias

 

Também não nos arrependemos de jantar no hotel, no Golden Restaurante. Já sabíamos que não era muito caro e decidimos mimar-nos com a cozinha de autor (um pouco a medo, porque a experiência de jantar no Douro Scala não tinha sido boa). As doses eram perfeitamente aceitáveis e saborosas - e apesar do azar de ter avariado o fogão (o que nos fez esperar mais do que o normal) não trocaria a experiência. Os purezinhos no meu prato eram deliciosos e o polvo do Moço estava no ponto. Vixe, quanta elegância.

 

Golden a comida - Experiência Odisseias em Alcobaça

 

Depois pegamos novamente no carro (ah, sim o hotel é deslocado do centro, precisam de carro a funcionar - mas está bem sinalizado) e lá fomos a maldizer a vida por causa do mau tempo para ver as atrações recomendadas. O videomapping valeu MUITO a pena. Arrumou o Terreiro do Paço a um canto por ser dentro do mosteiro - que sensação.

 

Experiência Odisseias em Alcobaça - Maria das Palavras

 

Depois fomos ao festival de doces conventuais onde provavelmente fomos as únicas pessoas que nem uma pontinha de doce provaram ou compraram. Eu, porque sou uma esquisitinhas com doces e coisas moles, ele porque está em eterna dieta (chamam-lhe reeducação alimentar, não é?). Mas certamente ingerimos açucar só por respirar, Quando entramos na sala principal, juro que cheirava a diabetes (e este meu desabafo com voz talvez um pouco alta demais, ainda pôs uma senhora estranha a rir). 

 

Doces conventuais - Experiência Odisseias em Alcobaça

 

Recapitulando: 1) não inventem, se forem a Alcobaça fiquem no Vale D'Azenha Hotel Rural & Spa com a Odisseias (uns amigos meus já ficara alojados noutros sítios em Alcobaça que prometiam ser bons e foram uma desilusão, por isso mais vale guiarem-se por mim); 2) as cornucópias não se devem guardar no frigorífico e 3) se houver para o ano, vão ver o videomapping no Mosteiro. Eu gosto de Alcobaça. Como diz a letra da canção: quem passa por Alcobaça, não passa sem lá voltar. 

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05
Dez16

A massagem da manta felpuda

Maria das Palavras

Não, não é uma metáfora ordinária. Estou só a pôr em evidencia no título uma das coisas que mais gostei na massagem que fizemos a dois na Wonderfeel, através da Odisseias. Não foi a única. A primeira coisa que gostei foi a decoração do espaço de entrada e a segunda foi terem uma caixa de mensagens para tirarmos à sorte, ao melhor género bolinho-chinês.

 

Wonderfeel - Experiência Odisseias - Maria das Palavras

 

Há dois tipos de pessoas no mundo: os que gostam de massagens suaves (de relaxamento) e os que gostam de massagens de enternecer a carne do lombo (terapêuticas). Estou a ignorar as pessoas que dizem de boca cheia que "não gostam de massagens", porque não vou abordar problemas psicológicos neste post. É verdade que eu sou das que gosta de massagens que pura e simplesmente relaxam, bem mimosas. Mas se essas sabem melhor no momento da massagem (a mim), as do segundo tipo sabem melhor nos momentos e dias seguintes. Foi o caso da massagem na Wondefeel. Eu gostei, fez-me bem. O Moço adorou. E mandei logo uma SMS a uma amiga que se tinha queixado de ir fazer uma massagem que não passou de festinhas a dar o contacto da Wonderfeel.  

 

Wonderfeel - Experiência Odisseias - Maria das Palavras

 

Portanto, a destacar: as mantinhas felpudas e quentinhas com que nos cobriram (salvo seja, hoje estou imparável) quando normalmente são só toalhas, a massagem às sobrancelhas (experimentem, caramba, foi 1% da experiência mas fez-me ficar fã - adoro quanso nas massagens de corpo completo não se esuqecem da cara), o cuidado das massagistas (que se certificaram que estavam a usar a pressão adequada - menos para mim, mais para o Moço)  e o espaço agradável da Wonderfeel que parece um lounge bar onde tomámos um chá para terminar.

 

Por outro lado, o estacionamento na zona é muy complicado (é preferível deixarem o carro no parque do Campo Pequeno ou noutro que há lá mais perto do que stressarem à procura do lugar inexistente antes de ser suposto relaxarem). E se posso fazer um reparo, no meio de uma boa experiência, será este: sendo uma massagem de óleos aromáticos...não lhes senti o aroma. Não deixou de ser bom por isso, mas é um toque de valor. 

 

Mais informação sobre Wonderfeel e Odisseias

 

Há várias experiências Wonderfeel na Odisseias, desde as massagens terapêuticas, à drenagem linfática e Reiki, ou aulas de Ioga e Plates, que podem aproveitar para se mimarem ou para mimarem alguém. Se forem como eu, e gostam de oferecer experiências a dois (para aproveitarem a própria prenda) este foi o voucher que usámos. Mas na Odisseias, são muitas as massagens a dois, dêem uma espreitadela à área de Spa e Beleza (quem sabe está lá a prenda de Natal que têm andado à procura e nem têm de ir ao Centro Comercial no tenebroso mês de Dezembro). 

 

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02
Dez16

O problema das campanhas de beleza real

Maria das Palavras

É que é irrealista esperar que o mundo se pinte ou deixe de se pintar para nós. É que temos de saber distinguir o que importa para além do batom e da sombra dos olhos, sem exigir que ela deixe de estar lá.

O importante é que qualquer que seja a campanha nós saibamos que nem todas as mulheres são tão perfeitas como aparentam, mas também que saibamos lidar com o facto de algumas estarem esteticamente muito mais perto da perfeição (sem artifícios) do que nós - e que isso não faz mal. 

Não deveria ser um problema que as modelos e atrizes (e colegas de trabalho!) se produzam e se mostrem no seu melhor, tal como nós também podemos tentar fazer, com maior ou menor sucesso, com a certeza que não é isso que nos define.

 

O problema é que estas campanhas sejam necessárias. Ou que achemos que sejam. Quando mesmo fora das folhas das revistas temos de lidar com gente mais bonita e mais elegante ou bem torneada que não podemos censurar ou pedir com força que deixe de existir. É que mesmo sem produção (digital no ecrã, manual na cara e nos cabelos e nas unhas) vamos sempre ver pessoas mais bonitas e mais feias à nossa volta e querer encaixar-nos nalgum lugar.  É com isso - com a diferença - que temos de saber lidar. Sem nos sentirmos mais ou menos. 


Saibamos, sim, que bonito e feio vai além da capa. Que gordas, magras, simétricas ou desdentadas todas temos algum tipo de beleza. Mas também que agora que a Dove e a Pirelli e a Alicia Keys já nos disseram que não é preciso ter-se vergonha de mostrar exatamente o que somos, não percamos de vista também que não faz mal que nos tentemos valorizar (de forma equilibrada) e que podemos viver de bem com quem se valoriza.

 

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06
Out16

Maria no Workshop de Fotografia

Maria das Palavras

Maria no Workshop de Fotografia Noturna - Experiência Odisseias - Cliquem aqui para saber mais

 

Olh'áli eu com a minha orelha gigante a tirar uma fotografia! Pois é, fiz um workshop de fotografia noturna através da Odisseias com o formador Adalberto Santos, da escola Luz do Deserto. A ideia era aprender a tirar fotos com pouca luz porque, se de dia me safo já com umas funções manuais, à noite ou recorria ao automático ou ficava sempre com as fotos a) desfocadas b) escuras c) cheias de grão ou d) todas as anteriores e mais alguns defeitos. Não quero profissionalizar-me, nem sequer ser fotógrafa amadora, só quero mesmo divertir-me e publicar umas fotos no blog - e isso envolve não ficar frustrada por tirar más fotos à noite. 

Cheguei lá e fiquei muito intimidada. O voucher diz que se pode fazer o workshop até com uma câmara de telemóvel, o que não deixa de ser verdade, mas convém mesmo ter uma máquina e - atenção - tripé. Pelo menos para a fotografia noturna em que se tem de fazer exposições longas é essencial não mover a câmara nenhum milímetro e eu, mesmo sem Parkinson, não sou capaz. Dizia eu que cheguei e fiquei intimidada. Todos tinham o que me pareciam maquinões (com várias lentes e a minha só tem uma mesmo) e só uma pessoa do grupo não tinha tripé (eu tinha o do Moço, para partilharmos). Olhei para a minha máquina mixuruca e pensei: devo escondê-la e dizer que me esqueci dela? Afinal não havia nada a temer. Não era um workshop pretensioso. O formador até elogiou a minha maquininha porque tinha não-sei-quê-de-não-sei-quantos e disse que não era preciso gastar muito dinheiro (vulgo, comprar maquinões) para tirar grandes fotos, porque uma grande parte da fotografia é interpretação. 

 

Saí com dicas muito preciosas, daquelas que não vêm nos manuais. Em teoria eu sabia o que precisava fazer para tirar fotos à noite: abertura de diafragma com valor maior (abrir os olhos) e velocidade de obturação menor (mais tempo a captar), mas na prática faltava-me aplicar bem essas regras. A causa, fiquei a saber, é que devia começar por fixar o ISO (num valor baixo) e depois a partir daí ajustar os restantes valores. Também não estava a dar a devida importância ao balanço de brancos e ao tipo e quantidade de luz a que estava a expor a lente. E se isto for tudo chinês para vós (mas gostam de fotografia) sugiro que comecem por este workshop para terem as noções básicas da coisa. Muitas máquinas permitem mexer nestas definições, no modo manual, e vocês vão ser pessoas menos frustradas com algumas fotos que tiram nas instâncias mais banais se elas ficarem mais bonitinhas. Vão a uma festa de aniversário com toda a gente a tirar fotos e experimentem ser os únicos que conseguem uma decente. Pumbas. Grande sensação. Que o Moço costuma ter, não eu.


Quando fui fazer o workshop a ideia era deixar de usar o modo automático da máquina também nas fotos à noite, mas mais por brio, porque eu estava convencidíssima, que o modo automático faria tão bem como uma boa foto no manual. Errado. Sua burra. Vejam, para finalizar - que o discurso que já vai longo, - as duas fotos seguintes e espantem-se (ou não, que a burra era eu). A primeira tirada no modo automático. A segunda (quase bem) tirada (mas ainda podia fazer melhor) no modo manual. Uau, que diferença na cor (e em tudo), certo?

Workshop Fotografia Noturna (modo automático) - Odisseias | Maria das Palavras

 

Workshop Fotografia Noturna (modo manual) - Odisseias | Maria das Palavras

 

Para vocês ou para oferecerem a experiência a algum amigo que goste de  fotografia procurem os vários vouchers Odisseias de workshops de fotografia aqui. Este foi o que eu fiz. Prometo que vale a pena. Pelo menos obriga-vos a focarem-se na máquina que têm e nas suas funcionalidades e treina-vos para a aproveitarem melhor.



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23
Set16

Finally, we meet.

Maria das Palavras


[Era o livro que me faltava da whishlist publicada em Novembro de 2015. Todos os outros acabaram por me ser oferecidos ao longo dos meses. E este está com tal desconto na FNAC - link na capa - que decidi que o compraria desta, nem que tivesse de vender um rim. Felizmente não foi preciso. Comprei-o, veio morar cá para casa e julgo que vou ter de me mudar para um T3 para o acomodar. Quem já leu este monstrinho?]

 

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16
Set16

Book Friday e a minha desgraça em três atos

Maria das Palavras

Ainda nem vos contei das asneiras que fiz na Feira do Livro no Porto. Era suposto andarmos a passear e acabei carregada com um maralhal de livros que nos toldaram a mobilidade. É certo que os Jardins do Palácio de Cristal são um sítio agradável e estava um dia bonito, mas foi mesmo porque nos sobrecarreguei um bocadinho que acabámos por passar lá várias horas até ser tempo de nos deslocarmos até ao Dragão. É verdade que muitos dos livros foram para oferecer (já a pensar em aniversários próximos e no Natal) e apenas dois para mim. Mas eu passava bem sem esses dois, tal é a fila de espera que tenho (e ainda por cima fila de livros que me apetecem efetivamente ler). [Não têm aquela sensação que o último a chegar passa sempre a ser o que apetece mais? Mesmo que a vontade dos outros não tenha passado? É um problema sério. Porque os que ficam para trás, ficam cada vez mais para trás.]

 

E é por isso que é perigoso receber emails da FNAC (agora também no email do blog, que no pessoal já tinha tido a sensatez de os botar numa pasta separada para não ver promoções de livros na inbox e ceder à tentação) a falar da sua BookFriday com descontos online até 30%. A má notícia é que vi pelo menos 3 livros que gostava acrescentar à minha fila de leitura:

 

A boa notícia é que há pelo menos um na lista de descontos que não queria nem dado (já sei tudo o que queria saber sobre corrida e é mais ou menos isto "não gosto de correr"):

 

 

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