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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

22
Dez17

Sou Sapa do Ano e não vos disse!

Maria das Palavras

Os blogs da plebe também são de valor e provou-o toda a adesão que o concurso da Magda teve ao longo das últimas semanas (que muito trabalhinho lhe deu).

O meu era o mais fraco dos nomeados da categoria generista, escrito por uma blogger que anda menos dedicada do que nunca, a concorrer contra pessoas que escrevem como quem canta e que nos alegram todos os dias, como se fossem (algumas são mesmo) nossas amigas.

Ainda assim, arrecadei o caneco. Sou Sapa do Ano 2017, caramba! E só vos tenho a agradecer. 

Isto é um grande honra OU finalmente a vingança por aquele momento em que eu era muito pequena, teria 4 ou 5 anos, e disse a um amiguinho (à frente dos pais dele e dos meus): O meu pai diz que tu pareces um sapo. 

Vão lá conhecer todos os vencedores de todas as categorias aqui

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17
Nov17

Essa sacana que não tem outro nome.

Maria das Palavras

Sapos do Ano 2017

 

Ou até tem. É sacana AKA Magda. Pois essa sacana que afinal até tem outro nome, decidiu fazer uma competição em resposta aos Blogs do Ano. Os Sapos do Ano. É por assim dizer, o concurso do blog-mexilhão. E achei uma ideia para lá de fantástica, visto que há por esta blogosfera fora (no bairro verde e noutros bairros) uma imensidão de blogs de qualidade que não sairão nunca do anonimato (até porque agora a vida está é para as Youtubers e Instagrammers e o pessoal de essência nas palavras que se lixe). 

 

Então qual é o problema Maria?

(pausa para perguntarem)

 

O problema é que fez isto numa altura em que tenho o blog em serviços mínimos, escrevendo as minhas "curtas" do dia a dia e pouco mais. É uma fase, digo eu. Mas uma fase que me impede de chegar à taça mais verde. Estou sem estaleca competitiva. Podia ter feito isto na minha maré alta quando eu andava aí na vida das colaborações e parcerias e textos longos e pensados? Podia. Mas a sacana esperou por um momento em que eu não tivesse a mínima chance contra Gaffes, MJs e Mulas da vida - essas lindas (entre outras e outros) que não me esquecerei de nomear para prémio. 

 

Proponho um castigo: votem todos - em comentário no post dela, no Facebook ou por email. Não necessariamente neste humilde blog, mas em qualquer outro que vos sirva doses regulares de sorrisos. É que ela nem sabe no que se meteu quando se propôs a fazer contagens manuais de votos...

 

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22
Ago17

Quem lê sem comentar, tem dois minutos e meio de azar.

Maria das Palavras

Já sabem que é regra da casa (está escarrapachado no template, ali à direita) e este post em particular deve ser comentado. 

 

Eu explico: é que agora é mais fácil fazê-lo. Temos uma caixinha nova de comentários no Sapo, que (entre outros bloggers da casa) me dispus a experimentar. As grandes diferenças? O Sapo explica: 

O novo formulário de comentários é mais simples e fácil de usar, sobretudo para quem não tem conta no SAPO. Os visitantes sem conta no SAPO passam a poder comentar com o seu perfil Facebook, se não quiserem preencher os seus dados. E aquela caixinha com letras e números, a que chamamos anti-SPAM? É algo que vai tornar-se cada vez mais raro encontrar ao tentar comentar um blog SAPO.


Não deixem de testar e dizer se gostam, se não gostam, se têm alguma dificuldade. Se não souberem o que dizer, fica a proposta: comentem dizendo qual foi a última coisa que comeram. Go go go!

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25
Jun17

O Sapo faz e o comentador desfaz.

Maria das Palavras

Sapo

Quem tem blog no Sapo, sabe.

Isto de se ser destacado, seja nos Blogs do Sapo, ou no Sapo, o Grande, é uma grande bênção e uma pequena desgraça, tudo ao mesmo tempo. Pelo menos para quem não tem as vacinas em dia. Que o pessoal que de lá vem, de alguns desses destaques, é daquele que tem raiva e morde e é capaz de deixar maleita a quem não tem a do tétano. Por isso, às vezes, o destaque vem com caruncho.


Essencialmente são aqueles comentadores profissionais, que estalam os dedos em frente ao ecrã, pensam “quem é que eu posso ofender hoje para tornar o meu dia melhor?” e abrem o Sapo (mas normalmente estão no CM). Clicam. Vêm ler um post destacado, sem sequer perceberem bem o conceito de blog. E vêem presas fáceis para atingir. São capazes de vários tipos de insultos, mas o preferido é aquele que questiona o Sapo do tipo de lixo a que anda a dar visibilidade.  Porque todos sabemos: só as opiniões de especialistas é que interessam. E quanto mais palavrões usar, maior especialista é o comentador pseudo-intelectual. E aqui ninguém está a falar de pessoas com opinião contrária, que a expressam de forma educada.  Só mesmo de pessoas donas de claras frustrações na sua vida real mas que são muitafortes ao nível do teclado.

 

O meu conselho (do alto da minha pouca sabedoria) para quem começou agora o blog é: ignorem o mais possível. Apaguem se quiserem e respondam só mesmo se tiverem um sorriso condescendente na boca ao fazê-lo. Se vos incomodar demasiado: fechem a caixa de comentários por umas horas. Como diz na placa do zoo: não alimentem os animais. E aproveitem o vosso destaque: o facto de alguém ter achado que as vossas palavras deviam ser lidas por mais gente.  É uma honra que os habitantes deste bairro verde têm e devem saborear.

 

Felizmente, este blog e a sua dona têm o boletim de vacinas actualizado, mesmo contra algumas virulências internacionais. Destaques? Venham eles. Com ou sem bicho.

 

Nota: Não, não estou a falar de nenhum destaque meu recente, escusam de procurar os raivosos. É só mesmo algo que já queria escrever há algum tempo.

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02
Jun17

Porque é que às vezes falam para mim e eu não respondo (nisto dos blogs).

Maria das Palavras

Terão certamente alguns de vós reparado que por baixo desta aparência simpática se esconde uma blogger que por vezes referenciam nos vossos posts, dos vossos blogs, e ela nem reage, feita snob


É verdade que quando alguém do universo do Sapo Blogs faz uma ligação para outro blog do bairro verde se recebe uma notificação. Mas como vocês terão a gentileza de reparar, esta Maria envaidecida, faz-se ler (também) num domínio próprio. Ou seja além de acederem ao blog através do domínio do Sapo daspalavras.sapo.pt podem fazê-lo para o domínio mariadaspalavras.com

E quando se fazem os links para essa segunda opção, eu não recebo notificação nenhuma. E assim perco algumas pérolas da blogosfera a mim dirigidas (quiçá também algumas ofensas). 

Acresce que seguindo uma imensidão de blogs e tendo pouco tempo útil para lhes dedicar, nem sempre leio todos os posts de todos os recantos e às tantas os que me falham até são os essenciais.

Fica aqui o meu pedido de desculpas pelas chamadas a que já faltei. Podem sempre, independentemente do link usado, virem aqui deixar-me um link do post e eu prometo, que mais tarde ou mais cedo, lá chegarei.

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28
Abr17

Ainda gosto de vocês, sim?

Maria das Palavras

Continuo a achar que há sempre tempo para as coisas que gostamos, mesmo que seja numa medida diferente da que temos por ideal. Outra coisa em que acredito é na gestão de prioridades. É por isso que continuo a escrever no blog mais do que a acompanhar os blogs que fazem parte da minha lista de favoritos (e outros guilty pleasures). Aprendi a gostar muito deste mundo em geral e do bairro verde em particular, mas o que me trouxe aqui foi a escrita. E quando o tempo aperta, escrevo, mas não leio. É o que tem acontecido. De forma que praticamente não sei de novidades. Hoje dei por mim numa longa espera (forçada) por alguém e abri o Bloglovin. A Just limpou o terreno. O Guilherme - Por falar outra coisa - lançou um podcast (juroooooo que tinha o meu gravado há meses para publicar). O passatempo da M.J. está a acabar (hoje). A Cocó foi ao Brasil.

A gestão do meu tempo (e das minhas prioridades) mudou forçosamente, sem data marcada para regresso. Por isso nem sempre respondo aos comentários. Nem sempre comento outros.  Muitas vezes nem estou a acompanhá-los como gostaria. Mas fica a mensagem geral: ainda gosto de vocês, sim? E é por isso (e porque me faz bem) que não dispenso 2 minutos de terapia diária que sejam a deixar aqui umas letras, mesmo que não sejam as mais polidas do mundo.

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24
Out16

Desafio 24 horas...24 posts I

Maria das Palavras

Hoje aberto 24 Horas| (imagem Pixabay)

 

Este é o primeiro de 24 posts, um por hora. Se eu conseguir, claro. A ideia foi do Nuno Matos Cabral, da Primeira Casa da Rua. Confesso que quando li o final do texto dele que dizia: espero que me acompanhem, eu, habituada aos desafios do Bairro Verde achei que ele estava a pedir voluntários para alinhar com ele na aventura e fazerem o mesmo nos seus blogs. Toda lampeira disse logo que alinhava. Só ao reler é que percebi que ele não estava a desafiar para fazerem o mesmo, mas sim, para irem lendo as 24 horas LeMans no espaço dele. 

 

Fiquei a parecer daquelas meninas que quando alguém diz "logo vou ao cinema" e sem ninguem perguntar nada replicam "está bem , que filme vamos ver?".

 

Anyway com a sua benção vou acompanhar e fazer o mesmo. Ou tentar, que isto de posts à noite é complicado. Querem tentar também? Juntem-se com a tag "24 posts".

Fiquem por aí e mantenham a luz acesa que eu sou bem capaz de adormecer pelo caminho.

 

Não está nada planeado. Não está nada agendado. Acompanhem cá e . Aceitam-se apostas sobre quem ganha, quem falha um post primeiro (ou a que horas falho eu, creio que está no destino que acontecerá).

 

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16
Set16

Das sensações que não se explicam.

Maria das Palavras

Pedro Conde - Burguer Oclock

Ontem, como tantas vezes faço, recomendei-vos um sítio onde fui e gostei e falei-vos de um dos fatores diferenciadores para termos gostado tanto da experiência. Na altura eu chamava-lhe "o rapaz", mas já sei que é o Pedro. O Pedro agradeceu-me o que escrevi e a Burguer O'Clock também. E disseram-me ainda o quanto o valorizavam e reconheciam a sua dedicação, confessando em mensagem privada que na sequência do meu texto iam fazer uma pequena comemoração que envolveu uma prenda para o Pedro e o título e funcionário do mês. Eu não fiz nada senão apontar-lhe  dedo (de forma positiva), mas fiquei até comovida por ter provocado (precipitado?) esta situação.

Não páro de repetir "isto são só blogs, isto são só blogs". Mas porra que os blogs tocam pessoas e fazem coisas acontecerem. Isto não é só mais um blog. Da mesma forma que a Burguer O'Clock não é só mais um restaurante. Da mesma forma que o Pedro não é só mais um funcionário. 

 

 

 

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11
Ago16

Não há nada pior que um blogger a falar do seu blog.

Maria das Palavras

Não sou nenhum grão de milho estourado - definição de pipoca, para quem não é fã de perífrases, - mas tenho pessoal a ler-me que todos os meses enche um estádio de futebol (vou deixar-vos a duvidar se é o estádio do Freamunde ou o Camp Nou). Estou até a considerar pedir que usem cachecóis quando entrarem - mentira, agora estou só a ser snobe. Não sou ninguém no firmamento da blogosfera, que é gigante. No entanto a blogosfera tornou-se qualquer coisa para mim. Quando penso na parte da minha vida que o blog preencheu, sem eu saber sequer que havia espaços vazios, ponho em causa se seria agora mais feliz ou teria significativamente mais tempo livre se não fosse este passatempo - é que não passa mesmo disso - em que me meti. Não creio. Fico contente por atingir mais uma marca de visualizações ou seguidores, por ter um novo destaque do Sapo, quando uma página daquelas que sigo há anos e para quem sou anónima me referencia, mas tenho a noção que isso não é nada de tangível. Não tenho ilusão nenhuma  de que possa um dia comer à conta do blog (diariamente, que comer à conta do blog, para falar verdade, aconteceu logo no seu segundo mês de vida). Isso apesar das parcerias, dos passatempos,que até acabam por ter uma gestão difícil, não logisticamente, mas logicamente. Tento pesar tudo num misto de não querer perder uma oportunidade de ter ou dar uma coisa nova (que eu goste) e que (o espanto!) comprei com palavras em vez de euros sem ser essa a minha profissão, nem, por outro lado, ofender a sensibilidade dos leitores ou trair os meus princípios. Promovo só o que gosto mesmo, que ficaram de lado muitos emails, aos quais respondo sempre educadamente; sou honesta - digo como aconteceu, quando acontece, identifico como parceria ou publicidade, na ilusão de que se explicar tudo vos terei na minha equipa, a torcer por mim. Depois percebo o egoísmo da coisa. Faço isso pela mesma razão por que ponho um filtro na dureza das palavras que às vezes expressam as minhas opiniões (sobre tantos temas) em cru, porque no fundo não quero ser julgada por pessoas que não me conhecem de lado nenhum, embora saiba que isso faça parte desta pequena exposição virtual a que me proponho diariamente. Não me torna falsa, torna-me ponderada, afinal também adequo o discurso da vida real à pessoa com quem estou a falar - e aqui falo para tantas pessas diferentes. Este blog é um bocadinho de mim, mas não sou escarrapachada. É um sonho (meu) concretizado porque aqui sai alguma coisa das letras que digito. Não só essas tais coisas tangíveis que se ganham - e que não me quero sentir culpada por ganhar, como sobretudo as que não podem ser pagas por conjunto de notas nenhum (as amizades, as conversas, as cócegas na barriga que faz um comentário, um elogio ou um punhado de leitores) com as letras que digito. Que digito sem expetativa, sem propósito, como estas agora, só porque as quero largar nalgum lado e se não fosse aqui, noutro editor de texto ou bloco de notas seria. Às vezes até me esqueço que não estou cá sozinha. Por exemplo, este texto é mais para mim do que para vocês, como acabam por ser muitos, e por isso nem me dou ao trabalho de o tornar mais legível, com negritos e parágrafos, duplos espaçamentos, imagens ilustrativas. Estou só a escrever como quem pensa. Obrigada a quem me ouviu pensar até estas últimas linhas. É bom ter uma casa certa para escrever, quer me leiam quer não. Um blog. 

 

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