Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

30
Abr15

Isto ou aquilo #1

Maria das Palavras

Estava mortinha para lançar esta rubrica doente, descaradamente roubada inspirada nesse sucesso das mentes pérfidas que é a Nêspera no Cu. Markl e Cia incentivam as pessoas a jogar entre amigos, portanto não vejo porque não jogar aqui no blog. Só preciso que sejam tão retorcidos como eu. Vamos a isto? Só têm de dizer o que preferem e, de preferência, explicar (começamos com uma levezinha):

 

a) Terem dois coelhos anões de estimação que vão sempre com vocês para todo lado e estão sempre em cima de vocês: nos ombros, em cima da cabeça, presos pelas unhas à cintura...a vida toda: a dormir, a trabalhar, em reuniões, a namorar, no cinema, sempre. E além de serem incómodos, arranham bastante.

 

Dois coelhos anões

 

OU

 

b) Morarem o resto da vida numa casa de aspeto normal mas sem portas nem janelas, num piso térreo no meio da cidade. Sabem que ninguém entra sem a vossa autorização e portanto ninguém pode assaltar-vos, mas toda a gente que passe pode espreitar lá para dentro. E há sempre gente a espreitar. A Teresa Guilherme está sempre à janela da vossa casa de banho. Mas fora de casa, tudo normal.

 

building-148837_640.png

 

[Vamos lá ver no que dá isto.]

 

Sigam-me no Instagram @maria_das_palavras, no Youtube aqui e no Facebook aqui.

29
Abr15

As estações do amor

Maria das Palavras

O amor tem - como cada ano (e algumas pizzas) - quatro estações. Verões, Primaveras, Outonos e Invernos que se sucedem, muito embora desordenados e sem a duração certa de três meses de calendário cada. 

 

Verões de paixão tórrida e calor suado que nos desorientam e acendem inteiros dos pés em pontas aos fios de cabelo revolto. 

Primaveras de sentimentos arejados e serenos, como nas imagens dos bancos de jardim, quando nos sentamos num colo ameno a fazer planos do futuro, quais andorinhas - com mãos para dar, mas também asas.

Outonos onde é preciso apertar o casaco guardado no fundo do armário, tratar das coisas mais práticas, dar lugar ao companheirismo pragmático, saber que as árvores mudam de cor e as folhas caem, como nós tropeçamos.

Invernos áridos de silêncios e palavras que ou não são ditas ou são gritadas, lágrimas de chuva, vendavais, frios interiores que o cobertor elétrico não resolve.

Às vezes, como me dizem que acontece nos Açores, um dia de amor pode ter as quatro estações. E nunca pode o amor viver sem as quatro, a seu tempo. Aconselho então que se agasalhem para evitar a espereza dos inevitáveis Invernos, para os tornarem tão curtos e suportáveis quanto possível. Assim, as estações quentes serão muito mais longas e prósperas. 

 

Sigam-me no Instagram @maria_das_palavras, no Youtube aqui e no Facebook aqui.

Pág. 1/15

Seguir no SAPO

foto do autor

Passatempos

Ativos

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

O meu mai'novo

Também escrevo pr'áqui





blogging.pt

Recomendado pela Zankyou

Blogs Portugal

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D

subscrever feeds