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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

17
Nov17

Essa sacana que não tem outro nome.

Maria das Palavras

Sapos do Ano 2017

 

Ou até tem. É sacana AKA Magda. Pois essa sacana que afinal até tem outro nome, decidiu fazer uma competição em resposta aos Blogs do Ano. Os Sapos do Ano. É por assim dizer, o concurso do blog-mexilhão. E achei uma ideia para lá de fantástica, visto que há por esta blogosfera fora (no bairro verde e noutros bairros) uma imensidão de blogs de qualidade que não sairão nunca do anonimato (até porque agora a vida está é para as Youtubers e Instagrammers e o pessoal de essência nas palavras que se lixe). 

 

Então qual é o problema Maria?

(pausa para perguntarem)

 

O problema é que fez isto numa altura em que tenho o blog em serviços mínimos, escrevendo as minhas "curtas" do dia a dia e pouco mais. É uma fase, digo eu. Mas uma fase que me impede de chegar à taça mais verde. Estou sem estaleca competitiva. Podia ter feito isto na minha maré alta quando eu andava aí na vida das colaborações e parcerias e textos longos e pensados? Podia. Mas a sacana esperou por um momento em que eu não tivesse a mínima chance contra Gaffes, MJs e Mulas da vida - essas lindas (entre outras e outros) que não me esquecerei de nomear para prémio. 

 

Proponho um castigo: votem todos - em comentário no post dela, no Facebook ou por email. Não necessariamente neste humilde blog, mas em qualquer outro que vos sirva doses regulares de sorrisos. É que ela nem sabe no que se meteu quando se propôs a fazer contagens manuais de votos...

 

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07
Mar17

Até já.

Maria das Palavras

Meujamigos, o blog vai ficar em auto-gestão. Vou desligar. Creio que vos chatear no Facebook ou no Instagram (partilhar as minhas primeiras porcarias pós 66 dias?) e não vou deixar de ter publicações diárias no blog (algumas novidades e alguns re-posts que muita gente por aqui ainda não deve ter lido), mas confesso já: não vou estar aqui. Vou passear com o Moço e vamos descansar de tudo. Vamos para longe de qualquer uma das "nossas terras" e esquecer por um momento as preocupações que não nos largam a perna há algumas semanas. Vamos afastar-nos e esquecer que se virou tudo do avesso - ou do direito, sei lá. Não é uma coisa má, é uma coisa boa. Vamos desligar o contexto, a circunstância, a interferência e viver-nos um ao outro. Até já?

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21
Fev17

O último post do blog.

Maria das Palavras

Imagem Adeus - Pixabay

 

Porque não me quero expor mais. Porque já não quero esta rotina. Porque se tornou uma obrigação e não me dá prazer. Porque não me apetece lidar com os anónimos que destilam ódio. Porque ando muito ocupada e não tenho tempo para isto. Porque tenho mais em que pensar. Porque já não me satisfaz escrever. 

É tudo mentira. Os posts de despedida em blogs são mentirosos. Sobretudo os que prometem o fim pela insatisfação de escrever. Os blogs que acabam pelos motivos acima (ou no geral) acabam aos poucos. Vão definhando e tendo pouca atenção e um dia lembramo-nos que "há tempo tempo fulano não escreve". Às vezes tem um espamo e sai mais um post muito espaçado, até que não sai mesmo mais nenhum.  O blog acabou.

Os blogs que escrevem posts de despedida estão cheios de ganas de ficar e voltar. E a prova que não deixaram de sentir o prazer da escrita com esta componente de partilha é que querem fazer uma carta de despedida. Querem escrevê-la, porque precisam disso. Querem que as pessoas leiam e reajam, porque precisam disso. E um dia, prometo-vos, nesse ou noutro URL - mas sem demorar muito (também sabendo que o tempo é relativo - estão de volta.

 

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30
Dez16

Mais Maria

Maria das Palavras

O Sr.Solitário achou por bem estar um bocadinho à conversa comigo. Eu percebi que a ideia dele era pôr-me a chorar (armado em Daniel Oliveira) e pegou em perguntas que mostram que andou a estudar o blog (e a mim). Falámos do Moço, de filhos, de blogs, da vida. Bem esgalhado, sim, senhor. O resultado está aqui. Sempre ficam a saber um pouco mais sobre mim, ainda em 2016 - sobretudo que eu sou uma pedra (leiam a zona de comentários também). Curiosos?

Ficam aqui alguns excertos para ficarem tontinhos para ler tudo (ou não, ou não):

 

Sou do contra, mas também sei que isso me faz estar no outro lado da corrente (o pessoal que é sempre do contra), o que significa que continuo a ser igual a muita gente.

 

Há sinais muito claros que os homens dão de não-interesse e nós tentamos sempre ir buscar simbolismos e dar a volta à questão. Mas se escutarmos bem, eles dizem tudo. Mesmo que o "tudo" não seja o que queríamos ouvir.

 

O detalhe mais importante é aquele que não se descreve nos romances. Não tem a ver com olhares intensos, declarações, ou gestos românticos. Tem a ver com lavar a loiça na minha vez naquele dia. Ou deixar-me roubar os chinelos depois do banho. Ou deixar-me ficar sempre com o melhor lugar no sofá.  Aqueles pormenores que nunca darão um livro, mas valem uma vida em comum.

 

Não há mal nenhum nalguma polémica, mas com as pessoas que conheço sou mais ácida, porque sei para quem estou a falar. No meu blog, modero-me.

 

  

Ler entrevista Maria das Palavras | Blog Sr.Solitário

 

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24
Set16

Não há nada pior que um blogger a falar do seu blog III

Maria das Palavras

O Moço insiste muito comigo que conte a determinadas pessoas "da nossa vida real" que tenho um blog. Quem sabe foi descobrindo e assim eu nem me importo. Contar, por outro lado, custa-me. Não é que não me orgulhe deste canto pequeno, insignificante para muitos, significativo para mim, mas confesso que tenho vergonha. É mesmo isso, sem tirar nem pôr. Tenho vergonha de chegar ao pé de alguém e dizer, como se fosse alguma coisa de especial: tenho um blog. Para mais estando na idade e inserida em grupos de amigos em que se a novidade não for: finalmente vou casar ou estou grávida, ninguém quer muito saber. Nunca calha em conversa. Os blogs não calham em conversa. O blog era só meu e passou a ser de mais amigos que o foram lendo e percebendo que era eu. Para além disso passou a ser lido por muito mais gente. Tomou uma dimensão que, apesar de modesta, já tem impacto na minha vida - sem que eu esperasse isso de todo -, e é injusto que algumas pessoas próximas não saibam que ele existe ou quem o escreve. Percebo isso. Só que agora já passaram dois anos e aquilo que era um exercício de escrita pessoal sem relevância para mais ninguém tomou dimensão de segredo (sem querer) para os amigos que não sabem. Continua a não ser tão importante. Não é doença, não é profissão, já nem é novidade. Mas também não devia ser tabu. Gostava que soubessem, sem haver um momento em que ficam a saber. É que eu não contei porque não importava e agora que importa tenho vergonha de contar. Afinal como é que se conta uma coisa que é tanto e tão pouco?

 

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16
Set16

Das sensações que não se explicam.

Maria das Palavras

Pedro Conde - Burguer Oclock

Ontem, como tantas vezes faço, recomendei-vos um sítio onde fui e gostei e falei-vos de um dos fatores diferenciadores para termos gostado tanto da experiência. Na altura eu chamava-lhe "o rapaz", mas já sei que é o Pedro. O Pedro agradeceu-me o que escrevi e a Burguer O'Clock também. E disseram-me ainda o quanto o valorizavam e reconheciam a sua dedicação, confessando em mensagem privada que na sequência do meu texto iam fazer uma pequena comemoração que envolveu uma prenda para o Pedro e o título e funcionário do mês. Eu não fiz nada senão apontar-lhe  dedo (de forma positiva), mas fiquei até comovida por ter provocado (precipitado?) esta situação.

Não páro de repetir "isto são só blogs, isto são só blogs". Mas porra que os blogs tocam pessoas e fazem coisas acontecerem. Isto não é só mais um blog. Da mesma forma que a Burguer O'Clock não é só mais um restaurante. Da mesma forma que o Pedro não é só mais um funcionário. 

 

 

 

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12
Set16

Não há nada pior que um blogger a falar do seu blog II

Maria das Palavras

Tenho tudo e um par de meias por escrever. Os últimos dias estão repletos de episódios, passeios, notas, reflexões. Hei-de partilhar aos poucos, à medida que a agenda me deixe, a organização de quem esteve ausente demasiados dias volte, e que a rotina se volte a instalar. Admito, com alguma falta de vergonha, que o farei mais para meu registo que para vosso gáudio - se é que há gáudio algum em saber da vida dos outros (a minha vizinha acena que sim, vigorosamente). Não foram poucas as vezes que me apeteceu pausar a pausa, ligar o computador e escrever o que tinha acontecido ou o que estava a pensar. Mas travei-me sempre porque não devemos deixar de viver um segundo momento para registarmos o primeiro. Felizmente, continuo a lembrar-me que escrever ou fotografar não substituem a experiência nem a intensificam - só intensificam a sua lembrança.

Não gosto de blogs que se explicam. Mais ou menos isto que estou a fazer agora. Conto-vos tudo nos próximos dias. Em jeitos de diários de bordo com as minhas notas em tempo real, guias de passeio e posts assim e assado. Fiquem para ler ou não fiquem. Que eu escrevo na mesma. 

 

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30
Ago16

Olá senhoras empresas.

Maria das Palavras

Tudo bem com V/Excelências?

 

Falo aqui diretamente convosco porque gostava de vos dar uma achega em relação a como funciona a mente do consumidor.

 

Bem sei que somos pseudo-bloggers, o nosso endereço de email é público, e muita gente nos manda informação pensando que nos possa interessar. Às vezes até é verdade, mesmo sem qualquer parceria, posso ficar a saber qualquer coisa que me interessa, para mim própria e para divulgar e nesse sentido agradeço. Podem fazê-lo de forma dirigida ao blog e pensada. Mas vou dar-vos - possivelmente - uma novidade. O meu email é público mas não é vosso. E mesmo sendo público não pode ser inserido na vossa base de dados para receber as vossas newsletters (estou a evitar chamar-lhes lixo eletrónico em massa) sem autorização prévia. Não é má vontade minha. É mesmo proibido por lei. 

 

Mas não sejamos picuinhas e pensemos por um momento que não era proibido...

Acham que era assim que eu escolheria o meu dentista? Acham que se começarem a enviar-me todas as semanas - sem eu ter pedido nada - o vosso portfólio de dentes mais brancos e direitos eu, ao precisar de dentista, vou pensar assim: olha, e se fosse falar com aquela empresa que me começou  enviar emails de enfiada, sem autorização e de forma totalmente despersonalizada? Não sei, mas parece-me que têm uma boa vibe...


Pois não é. A coisa carece de um tratamente mais cuidado. No marketing, para que depois percebamos que isso se reflete nos dentes. E na forma como tratam os clientes. Mas se nada disso vos demover, e falando agora mesmo especificamente só para os senhores do exemplo em que peguei, fiquem sabendo isto: é pouco provável que, em caso de emergência dentária...eu tenha tempo para ir ao dentista NO BRASIL. 

 

Foco sim, meus queridos? As bases de dados autorizadas custam um pouco mais, mas, se virem bem a coisa, ficam mais baratas.

Aqui acaba a lição por hoje.

 

Despeço-me com amizade (como o outro).

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