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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

18
Nov19

Dei uma entrevista à Cristina

Maria das Palavras

Está bem, foi ao Pedro, para o Sapo Blogs, mas é quase a mesma coisa, só que ele grita menos e não faz publicidade a anti-rugas nas horas vagas (ainda). Leiam - sobretudo ouçam - aqui. Vale a pena conhecerem a nova escala de leitura, bem superior à de Richter para os terramotos, e ouvirem-me a levar uma descasca das antigas por já não escrever o Diário da Gratidão. 

 

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17
Nov19

Make Blogs Great Again II

Maria das Palavras

Depois da ode aos blogs em geral, este post é uma ode aos blogs que se juntaram ao movimento nos comentários do Instagram - a plataforma para onde muitos de nós parecem ter migrado, quais andorinhas. Em jeito, de "a primavera regressa sempre", aqui fica um punhado de blogs a visitar. Convido-vos a entrar pelo menos num (para não ser exigente e dizer todos) ao acaso, dentro dos que não conhecem ainda, e deixarem um comentário de incentivo, num texto com que se identifiquem.

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15
Nov19

Tapai as gretas, senhores.

Maria das Palavras

Calma, não é nada de ordinarice. Compreenderão ao ouvir a belíssima mensagem de voz que vos deixo, a tentar convencer-mevos que este tempo frio com tempestade incluído é que é muito vantajoso. Estou a tentar ver o copo meio-cheio. Nem que seja cheio de água da chuva que não pára...

Oiçam no Spotify (e subscrevam), aqui no Castbox (nem é preciso instalar nada) ou botem a dar no player que vos deixo abaixo.  Se partilharem com alguém que achem que pode apreciar a minha tolice, considero prenda de Natal adiantada.

 

 

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14
Nov19

Este blog não é sobre livros #22 - A Mulher do Viajante no Tempo

Maria das Palavras

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Cheguei a pensar que a Magda me tinha enganado. Quando fui à biblioteca nacional a casa dela, já tinha eu escolhido meia-dúzia de livros para ela me emprestar, quando ela me estendeu esta: A Mulher do Viajante no Tempo, de Audrey Niffenegger.

 

Confiei, porque é a Magda-devoradora-de-livros que já me deu muito boas recomendações, mas não seria uma escolha minha. 

Cheguei mesmo a achar que ela me tinha enganado desta vez. Foi em Junho que comecei o livro. Larguei-o na página 127. Não estava a puxar por mim, ou vice-versa e havia outros na estante a gritar. Entretanto li de rajada dois da Elena Ferrante, seja ela quem for, porque peguei na Amiga Genial e me supreendi positivamente, mais o 1984 que foi um achado na Feira do Livro do Porto, que me fez refletir, sem me apaixonar com o argumento.

Antes de pegar noutro pensei: admito que não vou ler O Viajante ou dou-lhe mais uma chance?
Quem fez pender a balança para o sim, foi a lembrança de quem mo tinha recomendado. Voltei à página 127 e parti daí, de onde tinha um talão de lavagem de carros que a Magda deixou no livro a servir-me de marcador. 

 

E creio que isso foi há uns 5 dias. Está lido. Deitei-me tarde a virar páginas, coisa que não é típico meu, porque de noite só sei dormir.

É um livro de encontros, regressos e futuros que são passados, que vai além do típico para o tema "viajar no tempo" e cria conexões fantásticas. 
A Magda recomendou, agora recomendo eu. Vão lá e digam-me o que acharam. Eu cá, vou procurar o filme para ver.

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11
Nov19

O clichê que é ser contra clichês

Maria das Palavras

Eu odeio surpresas. 
No outro dia dizia isso em voz alta e alguém me respondeu: isso é tão clichê. 

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Justo? Sim.
Insultuoso? Não.


É verdade que alguns clichês são capazes de destruir a vida a uma pessoa por intermédio de expectativas. Como os clichês românticos. O príncipe encantado, por exemplo, normalmente vem num Opel Corsa e não num cavalo branco, e mesmo nos seus melhores dias, é capaz de tentar coçar os tomates em público sem que ninguém repare. 

Mas muitos clichês são traços nossos de personalidade, mesmo que sejam comuns a mais uns milhões de pessoas à volta do mundo - e tentar contrariá-los para não ser uma pessoa tão mainstream é que seria preocupante. Fazer tudo para agradar aos outros (por exemplo, tentar não cair em clichês) seria pior do que viver com o estigma agoniante de ser mais uma pessoa vulgarucha que não gosta de surpresas.


E outros clichés, os do melhor tipo, são aprendizagens. "O tempo cura tudo" é das frases mais comuns, repetidas, básicas, que há por aí a circular - digo eu, após estudo intenso inventado pela minha cabeça, da universidade do "parece-me". E consegue ser, ainda assim, das maiores verdades universais. 


O único problema é não sabermos sempre distinguir os bons clichês dos maus. O meu conselho é que procurem ajuda junto das pessoas que na área de Educação no Facebook escreveram "escola da vida".

 

 

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10
Nov19

Ténis ou Sapatilhas?

Maria das Palavras

O Moço está combalido por ter arrancado dois dentes do siso há menos de 24 horas e que claramente aproveitei-me do facto. Ora oiçam...
No Spotify aqui, no Castbox aqui (nem precisam ter a app, que abre na mesma), ou clicando no player abaixo para começar.

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05
Nov19

Make Blogs Great Again

Maria das Palavras

Somos todos um bocadinho culpados disto: facilitismo. Ler um blog exige mais concentração do que pôr um vídeo do Youtube, um Podcast ou uma série de Stories a "tocar". Logo numa sociedade em que já não sabemos fazer uma coisa de cada vez. 

Escrever também exige mais esforço do que publicar um foto ou falar dez minutos para o microfone do telemóvel. Sobretudo escrever no próprio telemóvel, que hoje em dia é o nosso computador pessoal. 

Mas mesmo que o meu tempo de consumo em redes sociais diga outra coisa, mesmo que o meu tempo de produção de conteúdo também...eu continuo a preferir expressar-me a escrever e interpretar a ler. 

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, mas talvez quem o disse nunca tenha tido a oportunidade de ler as palavras certas. 

Além disso, um blog é tudo. Um blog tem a palavra escrita, mas também pode ter a imagem, o audio, a combinação em vídeo. O blog é a plataforma que permite integrar todas essas coisas numa só e ter um espaço onde não somos limitados a exibir conteúdo se pagarmos publicidade porque a plataforma quer rentabilidade - ao contrário, é-nos dada visibilidade porque assim se chegará à rentabilidade da plataforma. 


Em todas as plataformas de Blogs? Não. No Sapo Blogs. Uma platafoma viva, dinâmica, evolutiva, que escuta, que comenta, que responde, que faz mais e melhor, que "tem gente dentro". [Que hoje apresentou uma nova homepage e mais uma série de melhorias para a comunidade.]

É por tudo isto que os blogs não morrem, nem vão morrer. E lá chegará o tempo que o facilitismo passa de moda e queremos voltar a concentrar-nos numa coisa de cada vez, com mais significado. Que custa mais a produzir e a consumir, porque também tem mais para oferecer. 

#makeblogsgreatagain

(fiquem à vontade para espalhar a hashtag) 

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03
Nov19

Improbabilidades estatísticas

Maria das Palavras

Acontece que na sexta-feira eu e o Moço fizemos duas coisas altamente improváveis. E quem conhece o blog vai ficar abismado com a primeira. Não quero contar já o que é, mas fui a um restaurante que serve algo que começa com su e acaba com shi.

Ouçam aqui no Spotify, aqui no Castbox (não precisam ter conta, nem instalar nada se não quiserem), ou botem a dar no player abaixo. E subscrevam as nossas mensagens de voz se não querem perder o meu próximo toque polifónico cantado.


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