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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

31
Mar16

Lembrem-me de agradecer à minha mãe.

Maria das Palavras

Pelo que entendo, dos agradecimentos que se fazem em blogs - nomeadamente muitos -, hoje em dia, são precisas cerca de 34 empresas para uma festa de aniversário de criança: a do local arrendado, a do catering, que não é a mesma que faz o bolo em forma de castelo (com tanque de crocodilos à volta e tudo), a que faz os convites, a que dobra os convites, a que fornece os brindes, a que tira fotografias, o palhaço, o pessoal especializado que ajuda os meninos a usar o penico...

E a minha mãe que fazia tudo sozinha na garagem lá de casa?

 

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31
Mar16

Apanhados nas Bombas de Gasolina

Maria das Palavras

Bombas de Gasolina - Imagem Pixabay

 

Voltemos à semana passada, que o relato ainda agora vai na segunda-feira. Depois do almoço de aniversário na baixa lisboeta e de voltarmos a casa para terminar as malas, prosseguimos para a casa dos pais do Moço - que excecionalmente, por uns dias, estavam por cá e não lá para cima para "os Nortes". A sogrinha queria dar-me um beijinho e uma prenda. Lá fomos, rapidamente, que queria chegar a Leiria - ao pé dos que me deram a vida - cedinho.


Ao retomar viagem, o Moço anuncia que vai encher o depósito às bombas de gasolina do Jumbo a Alverca. À entrada de Alverca apercebo-me que me esqueci da mala (vocês dizem bolsa, não é?) na casa dos sogros. Tínhamos mesmo de passar pela chatice de voltar atrás: dinheiro, cartões, documentos, eu tinha tudo lá e ia embarcar numa viagem de uma semana. "Não faz mal" diz-me o Moço sempre calmo. "Vou só pôr gasóleo primeiro e depois vamos lá.".


Enche o depósito.

Procura a carteira.

Lembram-se da minha mala? A que tinha ficado para trás na casa dos sogros?

Agora adivinhem onde estava a carteira dele?

Exato.

 

giphy (3).gif

 

Nisto, a bomba de gasolina cheia, já com filas antes do Moço se chegar à janelinha da senhora das bombas e dizer que não temos como pagar, torna-se absolutamente impossível naquele momento em que temos de fazer mini-marcha-atrás para ficarmos estacionados entre as duas filas, porque a cancela não abre para passarmos. A senhora foi simpática mas não é estúpida e às tantas se fugissemos ela tinha de pagar do bolso dela, sei lá. Tanta coisa na bagageira para uma semana de viagem e as riquezas (ou misérias) todas que nos poderiam safar dali na minha mala, a quilómetros de distância. Vá lá que os pais dele estavam cá (bem podíamos ter passado lá a casa sem eles estarem só para ir ver se havia correspondência para o Moço, o que ainda costuma acontecer - aliás tínhamos lá recolhido há minutos a multa de velocidade que lhe chegou no meu dia de anos). Ele ligou ao pai que se desviou dos afazeres para me trazer a mala com tudo lá dentro. E quarenta minutos mais tarde num instante seguimos viagem...

Agora, antes de se precipitarem e dizerem que isto foi tudo culpa minha porque me esqueci da mala em casa dos sogros...pensem que nada disto aconteceria se OS HOMENS NÃO ANDASSEM SEMPRE A ABUSAR DAS NOSSAS BOLSAS!

 

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30
Mar16

Partilhar passatempos ou não: eis a questão.

Maria das Palavras

Imagem Flickr via www.gotcredit.com

 

Quem falou disto foi a Língua Afiada e eu senti que podia ter escrito aquele post, que fala do inconveniente da partilha pública do passatempo e do "porque raio toda a gente tem de ficar a saber o que ando a tentar ganhar". Só que a verdade é que já fiz passatempos cá no tasco (a decorrer ainda aliás - este para o pack Odisseias e este para o bilhete familiar para a peça de teatro Cinderela) usando essa lógica da partilha do post. Eu explico, usando o comentário que lhe deixei (editado).

 

 

 

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30
Mar16

Não é bem daltónico, mas...

Maria das Palavras

Um destes dias em que íamos sair de casa os dois juntos, o Moço pede-me conselho quanto ao que calçar, sugerindo que no presente outfit os sapatos cinzentos talvez fiquem bem. Eu - que não me estava a recordar bem quais eram os sapatos cinzentos -, digo-lhe que acho que ficam melhor os castanhos ou os azuis. 

Ora bem, prossegue o dia e - nisto eu tenho costela de gajo - nem vi o que ele tinha calçado afinal. Muitas horas depois, estamos num elevador e eu olho para os pés dele e exclamo:

- Afinal seguiste o meu conselho, sempre calçaste os sapatos azuis!

E ele:

- Mas estes são os cinzentos!

Portanto os sapatos cinzentos, que eu nem me lembrava que ele tinha, eram na verdade os sapatos azuis. 

Azuis, de facto. Mas ele só se convenceu depois de perguntar a mais duzentas pessoas de que cor eram os sapatos. 

 

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30
Mar16

Notas d'Ontem

Maria das Palavras

Acho que devia ter um cartão de sócia da Odisseias, daqueles que dá pontos. Além das coisas que já usava e continuo a usar do meu bolso ou que me oferecem em Natais e afins; além das coisas que pingam de vez em quando pela parceria que tenho com a marca; ainda me calhou ontem usar com uma amiga um voucher que ELA tinha recebido no seu aniversário


"Maneiras que" fomos ao spa do Vila Galé Ópera, ali como quem foge para o Rio Tejo. Não vos vou mostrar grande coisa porque amuei desde que a minha máquina fotográfica se avariou (sou capaz de ir hoje passar uma vida à Worten a ver se resolvo isto), mas gostava de partilhar convosco algumas notas:

 

  • Afinal as pessoas nuas no balneário e toda a dinâmica do duche entre pessoas estranhas só me fazem confusão no ginásio. Se for num sítio onde vou apanhar jatos de água quente e pancadinhas no lombo, tudo bem - até digo boa tarde sem problemas.
  • A massagem era de 40 minutos. O tanas. Afinal era 40 minutos divididos pelas duas. Fiquem atentos e perguntem quando fizerem a marcação para não irem ao engano. Portanto 20 minutos com uma terapeuta a pôr-nos a carne mais tenra (com pedras, começo a ficar seriamente fã deste tipo de massagens) e 20 minutos na maca, cara no buraco, umas pedritas equilibradas nas costas em cima da toalhinha aquecida e sossego. Acho que foi a primeira vez que me senti adormecer numa sala de massagens. Quando dei por mim tinha a boca toda a aberta e espero não me ter babado. Mas se babei, em baixo do buraco da maca estava uma taça com pedrinhas, por isso também não se notou.
  • Sou oficialmente a pessoa mais distraída do mundo. Parece que tomei banho ao lado da Rosa Mota, sei que passei mesmo de frente por ela enquanto se esfregava (de fato-de-banho vestido, atenção) mas não reparei quem era. Por mim podia ser outro rapazinho qualquer no balneário feminino. Teve de ser a minha amiga a dar-me dois pares de estalos para me acordar. Figurados, entenda-se. Quando mais tarde relatámos isto ao Moço ele disse "é natural, no outro dia vimos um filme inteiro ao lado da Gisela João e acho que ela nem viu". A minha resposta: "Quando??!!".

 

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