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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

30
Abr17

Este blog encontra-se encerrado por motivos de: casamento.

Maria das Palavras

Não é o meu. No outro dia uma amiga disse-me: o teu casamento não é este Domingo? e eu quase saltei para trás com a expressão "teu casamento". Corrigi-a: o casamento a que eu vou. Portanto como vêem é uma realidade longe de Maio de 2017 e do meu imaginário, essa do meu casamento. Porquê? Não vão ficar a saber. Porque eu ia contar isso no meu segundo podcast se o primeiro tivesse 50 polegares para cima e não teve. Tough luck. Queria só dizer-vos que, enfim, é isso. Deixei este post agendado e provavelmente a esta hora estou com bolhas nos pés porque não encontrei os sapatos rasos que combinam com o vestido e decidi arriscar. Com a agravante que devo ter passado o dia todo a dançar com (ou a correr atrás de) o meu sobrinho lindão. E por aí, esse fim-de-semana?

 

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29
Abr17

Palavras dos outros #28

Maria das Palavras

Esta é a minha hipótese: humor, ou sentido de humor, é, na verdade, um modo especial de olhar para as coisas e de pensar sobre elas. É raro, não porque se trate de um dom oferecido apenas a alguns escolhidos, mas porque esse modo de olhar e de raciocinar é bastante diferente do convencional (às vezes, é precisamente o oposto), e a maior parte das pessoas não tem interesse em relacionar-se com o mundo dessa forma, ou não pode dar-se a esse luxo. (...)

Trata-se de entender as pessoas, os objectos, as ideias, a linguagem como brinquedos, feitos de peças que é possível organizar de outra forma, acrescentar, subtrair, deformar, virar ao contrário, pôr noutro sítio.

 

O mestre Ricardo Araújo Pereira n'Uma espécie de manual de escrita humorística chamado A doença, o sofrimento e a morte entram num bar.

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28
Abr17

Ainda gosto de vocês, sim?

Maria das Palavras

Continuo a achar que há sempre tempo para as coisas que gostamos, mesmo que seja numa medida diferente da que temos por ideal. Outra coisa em que acredito é na gestão de prioridades. É por isso que continuo a escrever no blog mais do que a acompanhar os blogs que fazem parte da minha lista de favoritos (e outros guilty pleasures). Aprendi a gostar muito deste mundo em geral e do bairro verde em particular, mas o que me trouxe aqui foi a escrita. E quando o tempo aperta, escrevo, mas não leio. É o que tem acontecido. De forma que praticamente não sei de novidades. Hoje dei por mim numa longa espera (forçada) por alguém e abri o Bloglovin. A Just limpou o terreno. O Guilherme - Por falar outra coisa - lançou um podcast (juroooooo que tinha o meu gravado há meses para publicar). O passatempo da M.J. está a acabar (hoje). A Cocó foi ao Brasil.

A gestão do meu tempo (e das minhas prioridades) mudou forçosamente, sem data marcada para regresso. Por isso nem sempre respondo aos comentários. Nem sempre comento outros.  Muitas vezes nem estou a acompanhá-los como gostaria. Mas fica a mensagem geral: ainda gosto de vocês, sim? E é por isso (e porque me faz bem) que não dispenso 2 minutos de terapia diária que sejam a deixar aqui umas letras, mesmo que não sejam as mais polidas do mundo.

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27
Abr17

"Hás-de dizer-me onde é o teu caixote do lixo!"

Maria das Palavras

Sabem quando nós dizemos isto? A propósito de alguém que desdenha de um homem ou mulher que parecem maravilhosos? "Quem o Filipe? Mas ele é tão alto...Não faz nada o meu género." E o Filipe é lindo, simpático, o perfeito encontro entre sensível e assertivo?
Já ouviram a expressão? Já a usaram? Pois este texto não tem nada a ver com isso.


Aproveitei o feriado para dar cabo das últimas caixas das mudanças. Era uma das caixas mais difíceis, daquelas de tralha literalmente falando, mas que não se deita fora porque temos uma ligação emocional com as coisas ou achamos que as vamos usar apesar de nunca olharmos para elas (e de quando são efetivamente precisas nem nos lembrarmos que as temos). Um bilhete de cinema. Um bombom daquela ocasião. Faturas velhas. Canetas sem tinta. Uma fita colorida que um dia pode dar jeito para embrulhar uma prenda. A agenda de 2010 meio usada. A lembrancinha do aniversário da prima da vizinha que continuava guardada. O guia que fiz para visitar aquela cidade onde não vou voltar.

 

Peguei em mim e fiz a seleção possível. Desfiz-me do que já não tinha desculpas para guardar e guardei o resto com a desculpa de que quando precisar de espaço faço uma nova triagem. Juntei tudo o que era para deitar fora na caixa original, juntei-lhe o saco do lixo praticamente cheio da cozinha e fui deitar ao contentor. Reparei que havia uma senhora muito próxima da zona do lixo que me parecia estar a desparafusar umas mobílias encostadas ali deixadas, quando já era tarde demais para voltar para trás. Ainda por cima, a caixa de cartão que tinha tudo estava molhada e a rasgar-se e eu já não podia mais suster tudo nos braços. Virei o conteúdo para o contentor.

Voltei para casa. E no caminho virei-me para trás. A tal senhora, relativamente bem vestida, com uma malinha de mão e tudo, estava a catar o lixo. Ao afastar-me ela abriu a tampa do contentor e puxou parte do que eu tinha acabado de deitar fora para espiolhar e escolher. Tive um sentido de estar a ser invadida. Deu-me um nó no peito. Apeteceu-me gritar: HEY, ESSE É O MEU LIXO! Mas deitei-o fora. Disse que já não me servia. O que pensar disto? Pensei em falar com ela ou em chamar a polícia: ela estava a meter-se onde não era chamada e de repente eu nem me lembrava se tinha deitado alguma coisa importante como um documento velho. E ao mesmo tempo ela não estava a fazer mal nenhum. Estava a violar-me. E não estava.

 

O meu lixo podia mesmo ser (um) tesouro dela? E que tipo de vida tem de se levar para fazer do lixo de alguém o seu tesouro? E é certo ou errado? 

Não tenho respostas, só perguntas. E tenho aprendido que assim sei mais. 

 

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26
Abr17

Uma foto da semana, se me dar na gana #8

Maria das Palavras

Not ready for monday - Maria das Palavras

Eu e o meu top "Not ready for Monday" que vos mostra como tenho andado a evitar o ferro.


A segunda-feira não é um dia, é um estado de alma. Pode acontecer a um sábado, ao meio dia, entre duas semanas de férias. Segunda-feira é logo que somos chamados a enfrentar algo que preferiamos adiar. Ou o momento em que temos de parar algo que nos faz feliz. Ou o segundo logo a seguir a uma separação. Deixar-te é uma segunda-feira.

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24
Abr17

Caça-sotaques

Maria das Palavras

Maria: ...e depois vamos um bocadinho à beira da praia.

Moço: Isso foi de propósito?

Maria: Isso o quê?

Moço (a rir): Ouviste como falaste? "À beira da praia"? Com sotaque do norte?

Maria: Ops...

 

Ainda não fez assim tanto tempo, nem falo só com pessoas daqui e detentoras de sotaque. Mas já desde pequena tenho esta propensão para os colar à língua. Quando a minha vizinha de França vinha a cada verão com o seu português colorido de francês eu apanhava-lhe os trejeitos até ela se ir embora. Por isso dêem atenção aos vlogs e pocasts que vou publicando e à sua evolução, que está uma mulher do norte em formação! (apesar de ainda sentir muita falta do Colombo)

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23
Abr17

Podcast das palavras #1 | A gaffe italiana

Maria das Palavras

Ficou com um título ao estilo da Gaffe, a blogger ruiva mais elegante da parada verde (é verdade, não sou eu), mas é gaffe de asneira mesmo, neste caso. Na verdade, é uma tolice a que dei voz, mas que achei que servia perfeitamente para me estrear no mundo das pessoas que são feias demais para fazer vídeos e só dão o audio. Ahahaha. Estou a brincar, a minha mãe diz que eu sou bonita. E o meu médico das verrugas do nariz também. Chega de conversinha, as regras são as seguintes: 

1) Botam play para ouvirem o podcast no Youtube.

2) Se gostam minimamente subscrevem o canal (se não o fizeram ainda) para eu poder dar um URL decente ao bicho.

3) Se querem o próximo vídeo, no próximo Domingo, sobre "porque não quero casar" o vídeo no Youtube tem de ter 50 polegarzitos para cima. Querem?

 

 

Nota: Só depois de fazer o upload é que percebi que a música de entrada ficou um bocadinho pornostar, mas dêem o devido desconto, sim?

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21
Abr17

5 Dicas para tornar o fim de semana mais longo (quando não se faz ponte)

Maria das Palavras

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Aqui estão os conselhos preciosos para quem chega à sexta-feira e parece que já vê o fim de Domingo, para quem não dá pelo fim de semana a passar, de tão fugaz que este se lhe apresenta. Eis os truques infalíveis para que qualquer fim de semana normal pareça um ano de 15 meses, a pôr em prática das 18h de Sexta-feira às 23h59 de Domingo:

 

  1. Colocar uma música de Anselmo Ralph em loop contínuo.
  2. Propôr-se a ver de enfiada todas as temporadas da série paquistanesa mais badalada do momento. Sem legendas.
  3. Oferecer-se para tomar conta dos filhos da vizinha enquanto ela faz uma escapadinha ao Gerês. São trigémeos.
  4. Espetar um parafusinho no joelho e tentar fazer a vida normal.
  5. Passá-lo com a sogra.

 

Não têm de quê!

Não só vai parecer que o fim-de-semana foi uma eternidade, como sentirão alívio (ou pura alegria) ao ver a segunda-feira chagar. Se tiverem mais destas fórmulas mágicas, não hesitem em partilhar.

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