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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

04
Ago16

3 regras de um casal feliz

Maria das Palavras

 

Não acabar com o mistério todo

Sou toda a favor da honestidade. Mas...a porta da casa de banho fecha-se. Toda a gente sabe o que se faz lá dentro, ninguém precisa de claque. Quem diz [aquilo que estão a pensar] diz depilações e afins, mesmo processos de embelezamento. Nem sempre saber o processo faz falta para apreciar o resultado. E se tiverem dúvidas disso, pensem em morcelas. Eu nem gosto particularmente que ele me veja a maquilhar. Prefiro que ele pense que aquela borbulha desapareceu por magia do que saiba como a pincelei com corretor. Obrigada.

 

 

love-jokes-funny-cartoon.jpg

 

 

"Atira as costas para trás do passado."

Já dizia o Timon ao Pumba. Não há nada, nadica a ganhar com esmiuçar o passado amoroso do outro. Os traços gerais das relações passadas, tudo bem. Tipo um resumo em três parágrafos. Mas não se pode falar muito mal, senão mostras que és amarga, nem muito bem, senão parece que queres voltar lá onde foste feliz. Se foram muitos ex és inconstante, se foram poucos, algo de errado deves ter. Se foste tu a acabar, a qualquer momento podes fazer o mesmo na nova relação, mas se acabaram contigo, se não fosse isso ainda lá estavas todo/a contente. Tudo conclusões precipitadas, irrealistas e muitas vezes inconscientes. Somos todos muito maduros até estarmos num restaurante fenomenal a ouvir memórias do local do/a antecessor(a). Por isso deixemos lá quem já passou. Em 1926.

 

 

À vontade, não é à vontadinha.

Estamos em casa, mais ninguém vê, está calor...Agora imaginem. Ele com umas cuecas velhas, perna aberta, a coçar as micoses esparramado no sofá. Ela de cabelo sujo (hoje não vais sair mesmo), calças de fato de treino manchadas de lixívia e uma t-shirt larga para fazer corrente de ar. Já dizia o outro na Mixórdia que não faz sentido nenhum esta filosofia de nos arranjarmos para sair e estar com outras pessoas, mas mostrarmos a nossa pior versão a quem mais amamos. É o completo oposto daqueles primeiros dias em que a pessoa se levanta para escovar os dentes e o cabelo antes do outro acordar. Ora bem, não só pela relação, também por nós: nem tanto ao mar nem tanto à terra: roupa velha e mais confortável, ok, mas minimamente agradável, que tal? Modos e higiene a todo o momento, que tal? E se não há roupa de jeito, dar uma de nudistas, que tal? Talvez seja preferível...

 

 

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03
Ago16

Disco-nhecas

Maria das Palavras

Disconhecas - Maria das Palavras (Imagem Pixabay)


Eu podia culpar a idade. Dizer: ah, para mim as discotecas já tiveram o seu tempo...
Seria mentira. A verdade é mais parecida com isto: lá vai o tempo em que aturava fretes e às vezes ia a discotecas para acompanhar o pessoal (que felizmente também já acalmou essa febre). Não quer dizer que não me conseguisse divertir, mas nunca consegui integrar-me naquele ambiente e sempre preferi um barzinho com a música mais baixa, um concerto (sentada), um restaurante, um passeio, um bom serão em casa...E na verdade o que eu prefiro mesmo é fazer tudo isso durante o dia e dormir à noite...mas isso são outros quinhentos. 

Passemos em revista as caraterísticas das disconhecas discotecas que me fazem alergias:


O horário vampiresco

Não é só que abram de noite. É que as pistas de dança já abrem de madrugada. Quando eu estou ali mesmo em ponto rebuçado para o sétimo sono, vamos abanar o capacete. Nunca percebi porque é que só é socialmente aceitável dançar a partir das duas da manhã, mas isso talvez seja porque não bebo. O que me leva ao próximo ponto.

 

Lubrificante social obrigatório

Tens de beber! Prova lá! #sóquenão 
Se eu quisesse beber, poupava o desgosto de não gostar de vinho tinto ao meu pai e acompanhava-o com meio copo à refeição de Domingo. Não bebo alcoól, mas se o fizesse dificilmente escolheria um sítio cheio de estranhos desorientados a enfiar mãos em tudo o que lhes aparece à frente para o fazer.
Também nunca precisei dele para me divertir - e sim, acabava por me divertir nas idas às discotecas, senão não valeria a pena por lá os pés, por mais que preferisse estar a fazer outras mil coisas (e a primeira da lista seria: dormir).

 

Sozinho ou acompanhado? Tanto faz.
Não vais conseguir conversar com ninguém mesmo...E eu nunca gostei de excursões à casa-de-banho (ahahaha, como se fosse usar uma casa de banho pública, e logo de uma discoteca). A única vantagem de ir com um grupo grande é se as outras forem horrendas e sobressaíres ou dançarem como fusos e os teus passos do século passado não parecerem tão mal. Só que mesmo aí há outro probleminha...

 

O engate discotequeiro

Diz muito sobre alguém que queira arranjar o seu príncipe encantado (ou mesmo a sua one night stand) neste ambiente enfumarado e barulhento. A receita perfeita para uma manhã onde a primeira frase é "mas o que é que eu fui fazer? (literalmente). A grande vantagem é que não precisas tentar adivinhar como é o físico daquela pessoa, porque se seguir o código da discoteca já está quase sem roupa. Portanto quase consegues perceber como a pessoa é no fato em que veio ao mundo. Isto se não pensares nos saltos altos, soutiens e calças push up, extensões de unhas e pestanas e cabelo, maquilhagem de cal...ok, esqueçam.


De forma que esta coisa das discotecas pop up de verão onde o mexilhão se pela para entrar (pelo tempo de tirar uma selfie pelo menos) merece da minha parte um revirar de olhos mais repenicado ainda. É que já não bastava isto tudo...ainda querem pôr AREIA à mistura? Não me lixem...

 

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02
Ago16

Doce como algodão

Maria das Palavras

Algodao Doce - Maria das Palavras

Há um tempo da nossa vida, ali na parvolescência, em que há coisas que nos fazem confusão. Ir a uma festa de Agosto acompanhada dos pais, por exemplo. Comer um algodão doce por mais que apeteça - afinal já somos crescidos e temos de o provar ao mundo. Ainda nem sabemos nessa altura que o mundo está todo com o nariz enfiado nos seus problemas e não se rala com o nosso alodão doce. Ou que quem se rala e aponta o dedo deve ser olhado com condescendência e não vergonha. Aos 30, é precisamente desses momentos que se faz a felicidade. O meu pai deu-me um algodão doce gigante. Peniquei-o com a minha irmã, enquanto a minha mãe e ele seguiam ao pé com as pipocas. Fiquei com os dedos todos colados e lambi-os. Lambi pois. Sem vergonha. Não há tempo para ter vergonhas nestes fragmentos em que a vida é doce.

 

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02
Ago16

Fomos jantar ao Great American Disaster

Maria das Palavras

The great american disaster - Lisboa | Maria das Palavras

 

Enquanto jantamos, vemos um dos empregados que se desequilibra e deixa cair meio batido em cima de um braço e o outro no chão. Diz o Moço:


- Pelo menos já sabemos quem é aqui o Great Portuguese Disaster. 

 

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01
Ago16

Blogs do Ano?

Maria das Palavras

Blogs do Ano

 

A nova iniciativa da Media Capital já está a dar que falar!

Claro que os "blogs do ano" serão aqueles que já toda a gente conhece (bloggers profissionais, celebridades...) e os termos de seleção e avaliação não são muito claros. Mas acho uma boa iniciativa, numa área que já não se pode ignorar e, daqui para a frente, talvez o conceito possa evoluir para integrar (com alguma hipótese de visibilidade) blogs de valor a uma escala mais pequena.

 

De qualquer forma, não acho injusto que se premeiem os que andam por aqui há tanto tempo e de alguma forma têm milhões de seguidores, porque de facto trabalharam por eles e souberam cativar uma grande fatia de público no timing certo. Não serão os "blogs do ano" (pelo menos neste primeiro ano), mas serão os blogs que já há algum tempo merecem reconhecimento. Também não espero isenção completa - não espero que não favoreçam os blogs do grupo ou que se relacionam com os "apoios" da iniciativa. Mas se queremos a igualdade dos blogs em relação a outros meios...também não podia ser a única cerimónia sem cunhas, certo? [Posso estar completamente ao lado nas minha previsões de how it plays, talvez até estar a ser um pouco injusta, mas juro que sou fã da iniciativa.]

 

Não deixem de inscrever os vossos blogs favoritos - não vá calhar que A Pipoca Mais Doce não vá aos prémios porque toda a gente assume que já está inscrita e depois a blogger mais influente de Portugal - quer queiram negar ou não - não aparece na lista dos finalistas...E não julguem que este post é uma tentativa desesperada para me nomearem. Se não consigo influenciar o Moço a deixar de calçar aqueles New Balance horrorosos que agora leva para todo lado, também não estou certamente no top de blogs influenciadores do país em categoria alguma.

 

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