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Maria das Palavras

A blogger menos in do pedaço, a destruir mitos urbanos desde 1986. Prazer.

13
Dez20

Top 10 Comédias Românticas de Natal | Netflix

Maria das Palavras

Ora, quem me segue no Instagram sabe que ando a consumir sem moderação tudo o que sao comédias românticas de Natal. Eu e o Moço, entenda-se, que eu arrasto-o. São praticamente todas iguais? São. Mas alguém fez esta análise que considero correta: num ano com tanta imprevisibilidade, faz-nos falta o conforto dos clichés. 

Portanto fiz até um BINGO das comédias românticas de Natal, mas não deixo de as ver! Ahah.

 

Bingo das Comédias Românticas de Natal - Maria das Palavras

 

Entre as muitas que já vi e me lembro, fiz um TOP 10, a pedido de várias famílias (uma seguidora do Instagram) e partilho convosco: 

1. The Holiday
Ok, é mais mais antiga que a recomendação para cortar nos acúcares, mas está na Netflix e é dos filmes de Natal que mais me lembro de gostar. E está cheia de atores fofinhos que todos conhecemos como a Kate Winslet, o Jude Law e a Cameronzita. Basicamente as duas moças trocam de casa na época das festas, para lidar com os desgostos das suas vidas. E, claro, a magia de Natal acontece.

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2. Filmes: "The Christmas Prince"
Há três. A Netflix começou a trilogia há uns anos e tenho acompanhado sempre - dentro do género, é bem produzida e faz sonhar, que é o que se quer. Cheia de clichés: a jornalista que vai cobrir uma reportagem sobre uma família real e se apaixona. Tâo cliché que tem príncipes e a saga inicial continua com o casamento e o filho. Mais conservador só com o patrocínio da ala direita do parlamento. 

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3. Let it snow
É um filme de Natal que segue vários adolescentes na época mais mágica do ano. Mas é tão, tão bonitinho que vale a pena, e já menos conservador que as anteriores recomendações (por um niquinho). Vão identificar-se com pelo menos uma das histórias, visto que há várias a acontecer.

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4. The Holiday calendar
O avó da Abby deixa-lhe um calendário do advento. Mas não tem barrinhas Kinder, como o meu de chocolate. Tem magia. E a vida desta fotógrafa, que parecia estar no caminho errado, vai dar uma volta neste Natal. Claro que o amigo Josh, recém regressado à cidade, também terá muito a ver com essa magia recuperada. Gosto de como ela é cética (e giraaaa).

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5. Christmas Inheritance
É um dos mais clichés do meu bingo ali de cima, mas também foi dos que vi este ano que acabei por gostar mais! Don't ask, até porque o par romântico que lhe arranjam tem um cabelo lambido que me enrola o sabugo das unhas. A protagonista é a herdeira riquinha de uma empresa de brinquedos e vê-se forçada a ir à terrinha pequena onde tudo começou. Descobre novamente como se brinca, se é que me entendem.

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6. Midnight at the Magnolia
Este não é um participante no bingo. Muito diferente dos outros e talvez por isso me tenha conquistado. Foi o que mais senti real em relação à história do casal: são amigos e trabalham juntos - fazem um programa de rádio onde respondem a perguntas do coração. Vêem-se envolvidos numa farsa que os leva a fingir que se apaixonaram...e quem sabe. Só não posso concordar com o penteado que fizeram à rapariga para a festa de ano novo. Até o meu grau de pirosice tem limites.

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7. Filmes: "The Switch"
Nota-se que, tal como no The Chritmas Prince, houve aqui um investimento maior. E nem falo do cachet da Vanessa Hudgens. Gosto da história, é divertida e amorosa, bem ao estilo cliché real, e ainda consegue ser muito engraçada quando juntam "a gémea má" (no segundo filme). Fecho os olhos ao facto de haver 3 pessoas iguais no mundo, que não são irmãs, e toda a gente lida com isso naturalmente . Siga a lista. 

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8. My Christmas Inn
Mais um que faz o bingo completo e gostei de ver na mesma (parecidíssimo com o número 5). Pontos para uma protagonista que não veste o 32!

 

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9. A Wish for Christmas

Não é fantástico e o duo romântico muito forçado patrão-empregada faz-me muita espécie. Mas gosto da lição e por isso vale o lugar no top 10: temos de nos fazer ouvir, quando algo é importante para nós. Somos os primeiros a defender-nos e pode parecer difícil, mas às vezes só precisamos de um empurrãozinho para percebermos que somos capazes. Se não, pelo menos tentámos.

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10. Série: Dash & Lili
Deixei para o fim, porque é uma mini-série e não um filme. Mas é uma história muito bonita entre dois adolescentes que trocam mensagens através de um bloco de notas (não do Whatsapp). Ele redescobre a magia do Natal, ela descobre que não faz mal ser exatamente como é: diferente da maioria.

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Outras que vi e por algum motivo não entraram no top (mas não me arrependo de ter visto nenhum, nem desaconselho e vou deixar um comentário para cada):

 

Holidate: Conceito giro - vão ser o par um do outro nos feriados, para não lhes imporem pares forçados. Muita gente gosta, (tem a Emma Roberts) mas eu não apoio a relação, ele tratou-a mal.

Christmas Wonderland: Um reencontro forçado entre dois highschool sweethearts. Imagina se ela pintasse mesmo bem...

Christmas with a View: Do Masterchef para o meio do nada? Não bate a bota com a perdigota.

Christmas Under Wraps: Gostei da doutora que vendo os seus planos indo por água abaixo vai ser médica numa cidadezinha do Alaska por um tempinho. Pelo menos não desiste da carreira para ficar na terrinha. 

Holiday In the Wild: A Charlotte de Sex & The City divorcia-se e vai para África. You go girl. Mas Natal no calor, não...Gostei de ver os animais.

Operation Christmas Drop: Idem...Pode ser a história perfeita, mas Natal no Hawai...Basicamente ela vai avaliar uma base militar e a possibilidade do seu fecho. Descobre que de facto andam a gastar recursos so estado para festejar o Natal, mas deixa de se importar com isso!

Love Actually: Aquele clássico! O Moço acha que devia estar no top, mas acho muito batido.

Christmas Made to Order: Ele contrata-a para decorar a casa e receber a família no Natal. Mas tem uma cena que não consigo ultrapassar: quando estão a decorar biscoitos e está a família INTEIRA do mesmo lado da mesa.

Série: Happy Merry Whatever: Gira! Vi no ano passado, mas lembro-me de ter gostado. Bem humorada e fofinha.

 

 

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01
Set20

Bem-vindos a Sezembro

Maria das Palavras

Hoje tive 3 segundos para frequentar redes sociais, o que deu tempo para ver 3 stories. E os 3 davam boas-vindas a Setembro. Que bom que chegou, finalmente. Mês de recomeços. Queremos fazer fast forward aos últimos meses e avançar para as datas que gostamos, para um ano diferente até (este 2020 nunca mais acaba!). Mas antes de acabarmos de dizer a palavra Setembro, vão ver que já é Dezembro. E que 2021 não só vai chegar, como vai passar a correr. E cá estamos nós, na ânsia que os dias corram, para chegar mais outro, sem aproveitar este exato minuto.

Lembro-me sempre do filme Click. Que recomendo MUITO se nunca viram, apesar de parecer só mais uma comédia tola do Adam Sandler...e, ok, sob várias perspetivas, é mesmo. 

Só que tem uma lição valiosa, numa altura (é de 2006! e começa a ser assustadora a quantidade de factos destes que me fazem sentir velha) em que nem se falava de mindfullness e gratidão. Ele vai a uma loja pedir um comando universal e vendem-lhe efetivamente um comando universal. Literalmente. Que controla o universo. 

Então ele vai passando à frente bocadinhos chatos, como nós às vezes fazemos com a publicidade. Duche? Passa à frente. Reunião chata? Passa. E, às tantas, ao longo do filme, vemos como vale a pena viver tudo. Até as partes chatas da vida. Até viver durante esta época louca, invulgar, incerta, de pandemia, em vez de querer chegar ao dia em que tudo já passou, a correr. Porque é de todos esses momentos (bons e maus, divertidos e chatos, fevereiros ou setembros) que se compõe a nossa existência. 

E agora vou-me. Que já é Setembro, e ainda não acabei o que tinha para fazer em Agosto.

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16
Set19

O dia em que uma sala de cinema me cuspiu em cima

Maria das Palavras

Então queríamos ir ao cinema ver o IT (que é bom, mas em termos de terror é uma palhaçada - literalmente). E o melhor horário era o da sessão 4DX no GaiaShopping. Não pensei muito no assunto, achei que fosse tipo IMAX ou assim e, mesmo sendo caro o bilhete, ficava como uma experiência. Mal sabia eu para o que estava guardada. 

 

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Não sei se já vos disse, mas toda a vida odiei pipocas - sabem-me a clara de ovo. Ultimamente, têm-me apetecido. As pessoas mudam. Às vezes para melhor, outras vezes, para engordar mais. Portanto, Maria vai de pipocas e Coca-cola sentar-se na cadeira de cinema, quando...esta começa a saltar. A cadeira, entenda-se, que eu só me mexo se houver muita necessidade.

 

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Talvez seja óbvio para muita gente que não vale a pena levar comida e bebida para uma sessão de 4DX, mas entendam que eu não sabia o que era. Calha que se tratam de duas horas de cadeiras a abanicar ao sabor das imagens do filme. Portanto nos primeiros dois minutos metade das pipocas ficou no chão e a cola perdeu o gás.

Explicando, para leigos, como eu era. O 4DX tenta replicar as sensações do filme. A cadeira salta e balouça nas cenas de movimento, molha-te se a personagem se molha, entra um odor estranho, se as personagens entram no esgoto, e passa um vento se estão ao ar livre.

Ora se eu quisesse apanhar com vento não saia de Espinho, não é?
E no geral, se eu quisesse sentir que estava ao relento, ia acampar em vez de ir ao cinema.

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Depois levo muito a mal que a sala me cuspa em cima, que basicamente foi o que aconteceu. Crianças a chapinhar na água? Jatos húmidos na cara. E já agora em cima das pipocas - ainda estou eu a habituar-me a gostar delas e o cinema quer-mas por logo moles.

Para ajudar na festa, tínhamos acabado de jantar, pelo que o Moço (que abomina qualquer semelhança com parques de diversão e já acha radical passar com o carro em lombas a baixa velocidade) vaticinou logo: vou ficar enjoado. 


Acresce que no dia anterior eu tinha ido a um casamento e apesar de não beber alcoól (logo não estar de ressaca), nem ter chegado a horas vergonhosas a casa, a idade já não perdoa e acordei com uma dor de costas. Adivinhem o que é supimpa para a dor de costas?

CADEIRAS SALTITANTES.

Durante as quase três horas que levou o filme.
Então, mas não é excitante, a sensação de acompanhar o movimento do filme? É sim, senhor. Durante certa de sete minutos e meio. Depois, mói.

 

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E no fundo, foi só como estar a ver o filme no sofá de casa, porque o Moço, nunca pára quieto um segundo enquanto vê televisão. A frase que mais lhe digo nunca foi "amo-te", sempre foi "Podes parar um bocadinho?!". De maneira, que quando o filme acabou a nossa conversa foi esta:

Maria: Eu queixo-me que tu nunca estás quieto e depois pagamos uma fortuna para me sentar em cadeiras saltitonas no cinema.

Moço: No fundo, comigo, a tua vida é 4DX.

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19
Nov18

Fui ao Brasil, adoeci e descobri a cura.

Maria das Palavras

2018 | Maria das Palavras - Pontal de Maracaípe

 

Para quem não sabia que fui ao Brasil: é bem feito, acompanhassem o Instagram! Muito haveria a dizer sobre a belíssima jornada que fiz nesse belíssimo país com bons amigos, mas o facto importante é que vim de lá doente.

 

A DOENÇA

Eu explico. As rádios do nordeste brasileiro só passam 1) religião, 2) debates favoráveis a Bolsonaro  e...3) música brasileira. Em particular, música sertaneja. A pessoa começa por reclamar, depois desdenha e quando dá por si está a cantar o "sofázinho de dois lugares" com alma (não  pesquisem). Felizmente é uma doença cuja consequência máxima são abanicos de corpo e microfones invisíveis nas mãos. Chega até  a ser agradável embora ainda se tenha algum pudor em contar à família: "olá, eu sou a Maria e consumo Luan Santana".

 

Conclusão: viemos todos de lá com a impressão que íamos Ludmillar o Natal, pois os batuques e letras sui generis não nos abandonavam a mente e o White Christmas estava claramente a perder, debaixo do sol e do ritmo brasileiro. 


A CURA

Ontem, como combinado mesmo antes da viagem, eu e o Moço fomos ver o Bohemian Rhapsody. E esse filme magnífico do qual não é suposto gostarmos curou-me complemente. Afinal, ninguém pode passar duas horas a ouvir Queen e ainda ceder a Wesley Safadão. 


 

PS.: Poupem-me o hate por dizer que a música sertaneja é doença.  É brincadeira de quem se deixou viciar. Dizem que o amor também é e ninguém se chateou com o Espadinha por isso. Além disso, já fiz uma playlist no Spotify...do Moço.

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06
Out17

Para quem se desiludiu com o It: Gerald's Game.

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Eu gostei do It, sim, mas não me fica na memória como um bom filme de terror. Fica-me na memória como um thriller com fantasia, uma boa produção, com bons miúdos atores. Uma espécie de Walking Dead com palhaços, às tantas. Gostei de ver mas não é tudo aquilo que prometia ser (sobretudo não é terror puro) e não é certamente tão bom como o livro original de Stephen King. 

 

No outro dia, em destaque na Netflix estava este filme: Gerald's Game. Sem pensar muito, mas vendo a classificação de thriller psicológico, começámos a ver. E é um bom filme, pelo menos para quem não construiu expetativas elevadas em cima da ideia de o ver. Essencialmente duas personagens e muito [censurado, que não vos quero estragar as experiência do filme].

 

Vale a pena. É de facto entusiasmante. Melhor que o It, pensei eu, sem saber nada sobre a origem do filme. E hoje ao vir aqui escrever-vos sobre ele fui pesquisar uma imagem para ilustrar o post e descobri: não é que o sacana do filme também é uma história de Stephen King? 

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03
Set17

Tens Netflix? Tens programa para hoje?

Maria das Palavras

Se as respostas são, respetivamente, sim e não, vamos já resolver isso. Prepara as pipocas (ou os cajus, na minha versão de pessoa que não gosta de pipocas) e instala-te no sofá.

 

The fundamentals of caring - Poster

The Fundamentals of Caring é a minha sugestão. O nome sonante é Paul Rudd, a participação especial é a Selena Gomez (tentem ignorar isto), mas a verdadeira estrela para mim é a interpretação de Craig Roberts. Os dramas de cada um cruzam-se com uma boa dose de humor negro. A lição final, adianto já, é "a vida é uma m*rda, ok, mas façamos o nosso melhor para viver para além disso e tirar partido dos nossos dias". Realista q.b. para mim (claro que tem os seus momentos "oh, por favor, como se isto fosse assim na vida real"). Não é uma tragédia de chorar - ou então sou eu que não choro a ver filmes - nem tem o otimismo parvo de alguns destes filmes que lidam com limitações de saúde e pintam a coisa como se fosse fantástico. 

 

Ah, a sinopse? Não dou. Confiem em mim, não leiam sobre o assunto, não vejam o trailer. Dêem margem à descoberta. Deliciem-se.

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06
Fev17

Os 7 tipos de pessoas que não devem ver La La Land

Maria das Palavras

La La Land imagem: http://www.traileraddict.com/la-la-land/trailer

 

1. Pessoas que não sonham e nunca sonharam, nem por um segundo da sua vida, nem acordadas, nem quando dormem e passam diretamente da noite para a manhã sem darem por isso.

2. Pessoas que não gostam de filmes, ao ponto de nem terem TV na sala e não pisarem uma sala de cinema desde que roubaram gomas no centro comercial na adolescência e foram obrigadas a varrer a sala 7 como serviço comunitário.

3. Pessoas desprovidas de quaisquer tipo de sentimentos, apelidadas de Grinch durante 365 dias por ano, sem um milissengundo de comoção ainda que vejam um filme de um gatinho bebé com cancro a sorrir muito.

4. Pessoas que não gostam de música e acham que os sons dos intrumentos são o canto do diabo a chamar por nós.

5. Pessoas que têm fobia grave em relação a olhos desproporcionalmente grandes (por causa da Emma Stone, 'tadinha).

6. Pessoas que levam tão a sério a sua veia alternativa que jamais quereriam ir ao cinema ver um filme comercial (quanto mais um que homenageia tantos outros), ainda mais nomeado para os óscares, mesmo que se roam de vontade de deixarem de ser a única pessoa que nunca viu o Titanic. 

7. Quem já o viu. Mas só enquanto está apenas no cinema, para não gastarem mais dinheiro, depois podemos repetir.

Todos os restantes, por favor, dirijam-se à bilheteira. 

 

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16
Jan17

A sensibilidade masculina

Maria das Palavras

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Já tinha ouvido falar tão bem do filme por essa blogosfera fora que, depois dos Globos e já em ressaca de cinema, peguei no Moço (foi mais ao contrário) e fomos ver o tal Manchester by the Sea. E é exatamente como o descreviam: um filme poderoso, emocional, trágico, pesado, mas também com toques de humor negro e diálogos brilhantes que tornam aquilo que podia ser um dramalhão num filme sobre algo positivo: sobre como - aconteça o que acontecer - temos de levantar a cabeça e continuar.


Não chorei porque sou uma pedra, mas o filme termina e tenho aquela sensação no peito que talvez só faltasse mais uma palavra para isso. E no meio do silêncio comovente da sala, o Moço diz: 

- Meio chocho, não foi?

 

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30
Set16

Podia ser o pior filme da história do cinema. Eu ia.

Maria das Palavras

 

[Não, não vai acontecer. Este trailer é editado com clips de outros projetos destes atores por outra fã incondicional da série. E eu que ando a rever a série - outra vez, obrigada Netflix - com a desculpa que o Moço não tinha visto as primeiras temporadas, deixei-me enganar por dois segundos.]

 

 

Posts sobre Friends em Mariadaspalavras.com

 

 

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